Dicas da Deia com Andrea Jocys

Leia autores brasileiros SIM!

Hoje nosso post vai pregar a palavra da literatura nacional SIM!!!! Porque é muito comum a gente acabar torcendo o nariz para o autor brasileiro, e tem muita, mas MUITA coisa boa para ler aqui, e muito melhor de que autor internacional, tá queridx!

E você já sabe que a Faro tem um mooooooonte de autor nacional de ficção e não ficção que PRECISA estar na sua estante, e que você já viu em outras listas de dicas minhas – e que verá ainda mais, porque sim. Então vem comigo, que você não vai se arrepender!

 

Ruth Guimarães

Uma das grandes autoras brasileiras de literatura caipira, que pouca gente conhece. Ruth foi a primeira autora brasileira a ter reconhecimento nacional ainda em vida de sua obra; cronista, jornalista, romancista, contista e tradutora, iniciou sua carreira como jornalista, escrevendo para grandes veículos como a Revista do Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, mas foi na literatura que ela encontrou sua paixão. Autora de mais de 50 publicações entre ensaios folclóricos, romance, contos, traduções, crônicas e reportagens, também atuou como professora que formou várias gerações.

A mulher era porreta demais, e ainda exaltava a nossa literatura regional, o interior do país, o matuto. E em seus livros publicados pela Faro, a gente vê uma espécie de reconto de fábulas, mas que conversam muito mais com o nosso imaginário do que os contos dos irmãos Grimm.

 

José Almeida Júnior

José é escritor e Defensor Público do Distrito Federal, com pós-graduação em Direito Processual e em Direito Civil. Última Hora, seu primeiro livro, foi sucesso de público e crítica. O romance foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2017, finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio São Paulo de Literatura.

E seus livros têm como característica a mistura de ficção e realidade, mas de uma forma tão, tão, TÃÃÃÃÃO bem feita, que você acredita que a realidade é aquela da história que ele está nos contando. E por mais que seja um romance histórico, o toque de sarcasmo e humor que José coloca, é maravilhoso, que você lê rindo, querendo mais! Apenas pare tudo que está fazendo e corra para ter um “O homem que odiava Machado de Assis” na sua estante!

 

Fabíola Simões

Fabíola é aquela sua melhor amiga que te dá umas sacudidas de realidade quando a vida pede, mas com tanto amor e carinho, que você se sente abraçado apenas por suas palavras. Ela é dentista, mas criou o blog A soma de todos os afetos para dividir seus sentimentos, e acabou conquistando mais de 2,5 milhões de leitores.

Fabi escreve crônicas, que parecem feitas para você. Ela se inspira na vida, em filmes, séries, livros, e coisas tão próximas da nossa realidade, que parecem justamente que são nossas. Eu recomendo fortemente conhecer os livros “Deixei meu coração em modo avião” e “Textos para acalmar tempestades”, seguir o blog e ver os vídeos maravilhosos que ela posta no Youtube!

 

Jacob Pétry

É um autor de livros que tratam de temas diversos como psicologia da cognição, inteligência emocional e desenvolvimento pessoal. Mas Jacob fala com você de uma forma simples, cotidiana, em que é possível entender que lição está implícita no texto.

Jacob nos mostra em seus livros que muitas vezes não temos percepção de nós mesmos, do meio que nos cerca, e que muitas vezes, deixamos a opinião alheia tomar conta dos nossos sonhos. Se reconheceu? Pois é, quem nunca né gente! E aqui na Faro ele tem 4 livros: Poder e Manipulação, Seja Singular, O óbvio que ignoramos e As 16 leis do sucesso. Só vai!

E então, quem vai para a sua TBR?

Impressão por demanda x impressão em larga escala com Diego Drumond

Impressão por demanda x impressão em larga escala

Não é segredo para ninguém que nós aqui na Faro temos uma paixão por livros físicos. Não deixamos de publicar em outros formatos, claro, – hoje temos livros digitais na plataforma Skeelo e audiobooks na Storytel.

Mas como uma característica marcante da Faro como um todo é a de nadar contra a corrente, gostamos de recriar sobre a rocha, sobre o formato que ainda responde por mais de 90% das leituras.

 

E estamos sempre buscando uma forma de inovar. E além das escolhas que fizemos no início da Faro – que já contei aqui nesse texto -, hoje vou falar um pouco sobre a impressão do livro, que reside na estratégia entre a impressão sob demanda e em larga escala.

Bom, por estratégia, a Faro nunca fez impressão de livros por demanda. E por quê?

Porque o nosso foco são livros que têm – ou terão – o potencial de público leitor enorme. Para alcançá-lo, precisamos colocar nos pontos de vendas 10 vezes mais exemplares que uma otimista venda mensal. Na Faro, nossas tiragens começam a partir de 5 mil livros, e essa é também a expectativa mínima de venda que temos para cada título. O cálculo inclui a previsão de todos os demais custos, pois cada livro precisa “lidar” com a estrutura que a empresa coloca a sua disposição, as ações comerciais, o trabalho de todos os colaboradores – designers, revisores, tradutores, etc.

Atualmente muitas editoras têm optado pela impressão sob demanda, e há alguns motivos para isso: testar o mercado, especialmente quando se trata de livro cujo gênero/tema atenda a um público menor ou ele seja ainda pouco conhecido. Então a opção por demanda funciona para conferir sua recepção pelos livreiros e leitores. Produzir somente a quantidade para atender um público já existente, ou que encomendou o livro numa pré-venda, tem suas vantagens. Além da economia com estocagem e logística, a venda é garantida.

Muitas editoras preferem esse sistema para fugir da consignação – que é a prática mais comum das livrarias brasileiras, que recebem o livro, informam mensalmente as vendas e, depois de um prazo de cerca de dois meses, realizam os pagamentos dos exemplares vendidos. Nesse modelo, o risco fica por conta da editora, que investe, da produção até a comunicação, para que a livraria consiga vender os livros em suas plataformas.

E se a ideia é atingir a todo esse público, de alguma forma, o livro precisa ser visto. E é aí que a impressão em larga escala se faz fundamental no processo editorial. Uma tiragem grande terá uma distribuição maior, a chance dessas pessoas serem impactadas pelo livro de alguma forma é grande. Alinhando isso a uma campanha estratégica de marketing para criar o desejo de compra, esse público terá a chance de encontrar os livros em qualquer livraria, em qualquer cidade do Brasil.

Quem não é visto, não vende! E quem não vende, não é lido. E ser lido, é sinal de que o leitor gostou do resultado final dessa conta toda aí!

E como a gente falou de custos, a impressão é o acerto final dessa conta. Quanto mais livros você imprimir, menor será o seu custo por unidade. Muitas vezes, a impressão por demanda pode encarecer um livro até 5 vezes mais. E livro caro vende menos.

A impressão por demanda também impacta – e MUITO – nos custos de acabamentos e alguns deles não podem ser feitos pelas máquinas que produzem sob demanda. E nós aqui na Faro queremos muito que um livro conquiste o leitor também pelos acabamentos gráficos: principalmente relevo, verniz, impressões com cores especiais nas capas, versos, orelhas, formatos diferentes, etc.

Ou seja, se você adora livros com um acabamento especial – saiba que esse livro foi impresso em larga escala sim! E isso foi feito para que você tenha o livro mais bonito e num preço acessível em suas mãos.

A impressão de um livro em larga escala só acontece quando a editora acredita que o título tem grande potencial: você investe pagando pelos direitos, pelo trabalho editorial e em todo o processo para fazer o livro acontecer. E isso tudo é decidido antes do livro existir. Você não faz o livro primeiro para depois pensar vale apostar tantas fichas.

E você leitor achando que era só receber o original e manda para a gráfica hein?

 

“Batendo emenda” com Carla Sacrato

Julgando o livro pela capa

Você já deve ter ouvido falar a seguinte frase: Não julgue o livro pela capa.

Bom, é verdade, você não deve julgar um livro só pela capa, mas aqui na Faro nós levamos essa parte do livro muito a sério. Então, modéstia à parte, nós julgamos os livros pela capa, sim! Porque as nossas são lindas <3

 

Então, o tema de hoje são capas… na verdade, vou mostrar algumas das minhas capas favoritas e contar um pouquinho do processo de produção.

 

Vamos começar por uma novidade! Esse livro está nascendo e eu já sei que vai ser sucesso. Tem como dar errado com uma capa dessas?

É um livro internacional. Então produzimos a nossa capa e enviamos para aprovação da autora.

Uma curiosidade: a autora me contou que por coincidência a cor favorita dela é rosa. A Jessie amou e nós também <3

 

Essa capa dispensa comentários. Embora o livro seja americano, nós optamos por usar a mesma capa publicada na Alemanha. Como funciona? Nós compramos o direito de uso da capa e adaptamos com nossos textos. É um exemplo de parceria que pode surgir entre editoras do mundo inteiro.

 

 

Os textos da Fabíola Simões mereciam uma capa à altura. Então, temos essa belezinha aqui!

Palmas para o nosso designer, o Osmane Filho, por criar uma capa que combina tão bem com a autora. Ah, roxo é minha cor favorita… então, talvez esse seja um dos motivos de eu gostar tanto dela!

 

Como uma boa fã do Alfred Hitchcock não teria como eu não me apaixonar por essa capa. O suspense do nosso best-seller Charlie Donlea ganha vida com a intensidade dessa imagem. Eu me sinto como se estivesse dentro de um dos filmes do mestre do suspense. Psicose que lute!

 

Eu não sei o que gosto mais nesse livro… o título, a capa, ou as histórias!

Só essa mistura de imagens para se aproximar dos relatos vividos em uma sessão de terapia. O autor abre as portas de seu consultório e temos um vislumbre das armadilhas de amar demais. Com essa capa eu quase me sinto num divã.

Caramba, que tarefa difícil! Eu poderia falar de pelo menos mais umas cem capas hahahaha

Talvez eu volte com mais algumas, mas por enquanto aproveitem essas belezinhas!

Ah, me conta qual sua capa favorita!

Faro Editorial segundo volume da série infanto-juvenil do roteirista de Bob Esponja

Série com três livros já foi lançada nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Espanha e mais 7 países.

 

Tom Marks já passou por duas grandes provações na sua vida: começar numa nova escola e ter se tornado um vambizomem (misto de vampiro, zumbi e lobisomem). E agora, reconhecido como um tipo de “celebridade” na escola, ele precisa aprender a lidar com suas novas habilidades, controlar seus impulsos e conhecer um de seus criadores. Será que Tom está pronto para saber quem foi que o transformou?

A Faro Editorial lança este mês “Vambizomem – A garota Vampira”, o segundo livro da trilogia “Mordidas na escola” criada por Steve Craig Banks, roteirista do mundialmente famoso personagem Bob Esponja. A série infanto-juvenil, com ilustrações ao estilo cartoon feitas por Mark Fearing, conta a história de Tom, um menino de 11 anos e meio, que acabou sendo mordido por um vampiro, um lobisomem e um zumbi, e virou um vambizomem.

Isso mesmo, Tom, num período de 24 horas, teve uma série de mordidas desses monstros e se tornou um metamorfo, quase um mutante, um milkshake de monstros, mas ainda precisa parecer um adolescente comum e, para piorar a situação, a vampira que o mordeu resolveu fazer uma visita.

Tom acaba descobrindo que virou um vampiro por acidente. Mas que azar!!! E a vampira que o transformou é uma garota de 13 anos, mas que tem na verdade mais de 200. Além de aceitar esse fardo, Tom vai aprender com Martha alguns truques vampirescos e perceberá que talvez ele seja capaz de ter uma vida normal, afinal. Será mesmo? E será que ele vai poder conhecer os outros monstros que o transformaram?

“A primeira mordida que levei foi às 2h54 da madrugada, quando eu dormia na minha cama. A segunda veio três horas depois, durante a minha corrida por uma estrada escura na floresta. E a terceira, naquela tarde, em um trailer velho e abandonado de circo. Tudo aconteceu no segundo pior momento do ano — o último dia das férias…”

Ficha Técnica

Título: Vambizomem – A garota vampira

Nº de páginas: 304

Preço: R$54,90

Sobre os autores:

STEVEN BANKS é escritor e já colaborou para diversos sucessos infantojuvenis como Bob Esponja, As Aventuras de Jimmy Neutron e CatDog. Banks vive na Califórnia com a esposa. Uma vez ele foi mordido por um burro, mas, por sorte, apenas precisou de um curativo.

MARK FEARING ainda nunca foi mordido por um lobisomem, um zumbi ou um vampiro. Já ilustrou diversos livros que foram vendidos para o mundo todo. Ele mora em Oregon com a família.

 

 

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Andrea Jocys

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Avis Rara lança este mês “Teorias Cínicas”, livro que debate a militância que está presente no mundo acadêmico

Autores demonstram a existência de uma produção acadêmica que prioriza causas em detrimento do compromisso científico

 

Você já deve ter ouvido, ou visto em algum comentário nas redes sociais, que alguém “militou errado”. Mas o que será que isso quer dizer? Como você pode defender uma causa válida de forma errada? É possível que exista uma maneira subjetiva de analisar cientificamente os mesmos dados? Afinal, estamos mesmo abrindo a possibilidade de discussão de muitos temas necessários, ou viramos um enxame de opiniões menos interessadas na verdade que nas caudas que acreditamos? Será que o cinismo contaminou o engajamento social?

O selo Avis Rara, da Faro Editorial, lança este mês o best-seller que tem gerado um debate sobre o impacto dos ativismos da pós-modernidade: “Teorias Cínicas”, de Helen Pluckrose e James Lindsay.

A linguagem é um tipo de violência e a ciência é sexista? Certas pessoas não deveriam praticar ioga ou cozinhar comida chinesa porque isso ofende os orientais? Ser obeso é saudável, não existe sexo biológico, ou apenas brancos podem ser racistas? Você fica confuso com essas ideias e se pergunta como elas conseguiram desafiar tão rapidamente a própria lógica da sociedade?

Foi para entender afirmativas como essas têm sido aplaudidas no ambiente acadêmico que os autores documentaram a evolução dessas questões e suas origens grosseiras no pós-modernismo francês para seu refinamento dentro de campos universitários e grupos ativistas. Como Pluckrose e Lindsay alertam, a proliferação desenfreada dessas crenças anti-iluministas representam uma ameaça não apenas para a democracia liberal, mas também para a própria modernidade.

Neste livro, os estudiosos levantam uma discussão sobre o que, afinal de contas, os tais estudos sobre minorias têm realmente feito em favor daqueles a quem defendem, pautados em: ciência, linguagem, apropriação cultural, sexismo, questões de gênero, obesidade, racismo, entre outros.

“Muitas pessoas estão perplexas com a onda de guerra de justiça social que transbordou do ambiente acadêmico e inundou outras esferas da vida. De onde veio? Que ideias estão por trás disso? Aqui estão as raízes intelectuais surpreendentemente superficiais dos movimentos que parecem estar engolindo nossa cultura.” –  STEVEN PINKER | AUTOR E PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE HARVARD

“Este é o livro mais importante do último quarto de século. É teoria de campo unificada para desenvolvimentos econômicos, sociais e políticos na civilização ocidental” – PETER BOGHOSSIAN | AUTOR, PHD EM FILOSOFIA E PROFESSOR NA UNIVERSIDADE DE PORTLAND

“Os autores traçam as origens dessas Novas Cruzadas. Com uma prosa clara, eles demonstram que as lutas por justiça social são mais fortes quando baseadas no respeito pelas evidências, razão e debate livre, indicam o dano que os militantes da Justiça Social de mente fechada estão fazendo à causa da justiça social (em minúsculo) e oferecem estratégias práticas para evitar a pseudociência nos estudos acadêmicos” – ALAN SOKAL | AUTOR, PHD EM CIÊNCIA E FILOSOFIA PELA UNIVERSIDADE DE PRINCETON

 

Ficha Técnica

Título: Teorias Cínicas

Nº de páginas: 288

Preço: 54,90

 

Sobre os autores:

HELEN PLUCKROSE é uma escritora britânica. É editora da revista Areo Magazine e autora de diversos ensaios sobre pós-modernismo, teoria crítica, liberalismo, secularismo e feminismo.

JAMES LINDSAY é autor, matemático e comentarista político. Já escreveu seis livros sobre assuntos como religião, filosofia da ciência e teoria pós-moderna.

 

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Faro Editorial lança “Os Senhores de Roma”, série de romance histórico que inspirou escritores em todo o mundo

Obra de Allan Massie mescla história e ficção e nos traz um relato de seis das maiores personalidades do Império Romano

 

Conspirações para tirar um soberano do trono, filhos bastardos, conselheiros que são traidores, romances proibidos, famílias traiçoeiras, governantes loucos, assassinos e incendiários. Parece roteiro de Game Of Thrones, filmes da Marvel e Star Wars? Pois na verdade esses são fatos verdadeiros e aconteceram durante o Império Romano, o maior que nossa história registrou. Conhecer quem foram Augusto, Tibério, César, Marco Antônio, Cleópatra, Nero e Calígula é fundamental não apenas para os amantes de história, mas também por quem tem interesse por sagas medievais e épicas.

A Faro Editorial lança este mês “Marco Antônio e Cleópatra” e “Augusto” do jornalista, historiador e autor britânico Allan Massie. Os livros fazem parte da série “Os Senhores de Roma”, uma coleção com seis livros que vai apresentar os principais figuras romanas, mesclando história e ficção, narrados em forma de autobiografia, partindo de relatos, documentos históricos, livros de memórias e narrativas de outras personalidades que fizeram parte dessa era da humanidade, que tem início no ano 27 A.C e  que durou mais de quinhentos anos.

O Império Romano ficou conhecido não apenas pela força, estratégia de guerra e pelo tempo em que esteve no poder, mas também por figuras icônicas que marcaram a sociedade com política, traições, violência e loucura. Grande parte do que entendemos como governo, direitos e sociedade nasceu durante o Império Romano e seus representantes. E a maioria das sagas de ficção medieval e histórica bebem dessa fonte inesgotável de intrigas, aventuras e personalidades únicas.

O livro apresenta um dos personagens mais conhecidos da história romana, famoso conspirador, e um grande apaixonado: o general Marco Antônio. O livro, narrado por Marco Antônio a uma espécie de biógrafo, que foi seu secretário pessoal, reconta os acontecimentos do ponto e vista do general logo após a morte de César e até o momento de conhecer seu grande amor, Cleópatra, a rainha do Egito.

Em Augusto, que foi herdeiro de César, narra sua história logo depois do assassinato do último comandante da República romana, numa conspiração que pode ter contado com a participação de Marco Antônio, e que iria moldar toda a forma de Augusto pensar em como seguir governando Roma.

Com uma narração em tom confessional, a obra aproxima o leitor da época, de tantos outros personagens, e liga a inúmeros fatos históricos que permeiam nosso imaginário, em filmes, livros e relatos bíblicos.

 

Ficha Técnica

Título: Os senhores de Roma – Marco Antônio e Cleópatra

Nº de Páginas:  224

Preço: 44,90

 

Título: Os senhores de Roma – Augusto

Nº de Páginas:  352

Preço: 59,90

 

 

Sobre o autor:

Nascido em Singapura, em 1938, Allan Massie passou a infância e a juventude na Escócia e, mais tarde, estudou história no Trinity College, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. “Mestre do romance histórico do passado distante”, como definiu Gore Vidal, Massie é autor de mais de 25 obras de ficção, com destaque para a série dedicada a importantes personagens do Império Romano. Entre seus diversos livros de não ficção, incluem-se perfis de cidades como Glasgow, Aberdeen e Edimburgo. Membro da Royal Society of Literature e Comendador da Ordem do Império Britânico, Massie também é jornalista e crítico literário, escrevendo regularmente para vários jornais escoceses.

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Faro Editorial lança novo livro do cineasta Marcos DeBrito

Livro que foi inspirado no novo curta do diretor mostra o lado sombrio das relações familiares

“Antes de deixar essa dor de lado e seguir em frente com a vida, a gente precisa descer até o inferno e voltar”

Carlos jamais imaginou que um dia uma simples ligação o tiraria do torpor do luto que vivia desde que perdera sua mulher, um ano atrás, para uma doença tão terrível. E ouvir através daquela linha que mais um vazio se instalaria em sua vida era chocante demais. Carlos teria de viver outro luto, dessa vez com a perda de sua única filha, Fernanda, encontrada morta perto de um píer. Suicídio? Assassinato? Acidente? Ele apenas queria respostas, e iria até o inferno para consegui-las.

A Faro Editorial lança este mês o novo livro do cineasta Marcos DeBrito, “Palavras Interrompidas”. Inspirado no filme Almas no Escuro, que será lançado em agosto, o livro nos leva a acompanhar a dor de um pai depois da morte suspeita de sua única filha. Segredos serão desenterrados, feridas reabertas, e talvez a verdade crua seja mais dolorosa do que ele poderia suportar.

Relações familiares são complicadas, e quando a dor toma conta de todos os cômodos da casa, após a perda da mãe de Fernanda – sua amada esposa-, pai e filha se tornaram como estranhos. E foi essa sensação que Carlos teve ao ver o corpo da filha naquele necrotério. Ele não a reconhecia. Aquela menina de cabelos pretos com uma tatuagem estranha no ombro e cortes nos braços não era sua adorada bailarina, loira e sorridente. E essa não era a única coisa que ele não sabia sobre a filha.

Ao remexer em seus pertences Carlos descobre segredos de Fernanda e ainda a possibilidade de aquela morte não ter sido acidental, e a suspeita de que, antes, sua filha tenha sido violentada. Em busca de respostas, ele descobre que Fernanda estava envolvida com um rapaz, e frequentava uma boate sinistra chamada Clube Inferno. E é lá que sua jornada sombria começa.

Um suspense psicológico que vai te levar numa viagem perturbadora da relação turbulenta entre pai e filha, do limbo do luto, da desconfiança, e das raízes do mal.

 

Ficha Técnica

Título: Palavras Interrompidas

Nº de páginas: 144

Preço: ;R$39,90

 

Sobre o autor:

MARCOS DEBRITO sempre esteve envolvido na arte de contar histórias. Sua primeira devoção foi ao cinema, matéria em que se formou e continua a lhe render premiações a cada novo filme que ganha as telas do mundo. Ávido por diferentes tipos de narrativas e obstinado em levar para mais longe as suas palavras, ingressou na literatura e se tornou um dos principais autores do gênero no país. Autor do best-seller A casa dos pesadelos, Marcos retoma o estilo do seu grande sucesso ao abordar temas fortes neste suspense psicológico.

 

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Faro Editorial lança este mês livro da americana Jessie Ann Foley

Com inspiração numa das canções mais icônicas de Amy Whinehouse, livro fala sobre saúde mental, problemas de comportamento, bullying e outros temas tão relevantes na atualidade

 

Mia Dempsey é uma adolescente problemática, e ela sabe disso. Não, não é hipocrisia ou uma forma de chamar atenção. Ela não é a melhor aluna do colégio, apesar de ter sido “diagnosticada” como superdotada na infância. Ela abusa de bebidas, dorme com qualquer garoto, não respeita as regras e vive intensamente – ou loucamente – cada minuto. Até que num acesso de raiva ela agride sua madrasta e é mandada para um internato de meninas. Mas ela sabe que não é uma boa garota, e não está disposta a mudar.

A Faro Editorial lança este mês o quarto livro da autora americana Jessie Ann Foley, ganhadora de diversos prêmios, entre eles o Kirkus Reviews Awards. Nesse Young Adult, a autora mergulha na cabeça de uma adolescente cheia de traumas, de raiva, de anseios, de dor e medo, e nos traz uma belíssima história sobre amizade, aceitação e autodescoberta.

Mia sabia que ir para a Academia Red Oak, um internato terapêutico para garotas problemáticas, era o fim da linha. Ela tinha certeza de que desta vez tinha passado todos os limites, afinal, socar a cara de Alanna, sua madrasta, não tinha sido sua melhor decisão. Então ela nem resistiu quando vieram buscá-la. Mas Mia também não ia cair nessa baboseira de aprender com os erros que tentariam enfiar na cabeça dela.

E é lá na Red Oak que Mia conhece outras tantas meninas com diversos outros problemas, que ela julga serem mais graves do que os seus, mas que vão resgatar nela eventos do passado que Mia conseguiu apagar de sua memória, e que farão com que a jovem descubra afinal quem ela realmente é, e o porquê de ter se tornado essa bomba relógio ambulante.

Uma história visceral, tocante e humana sobre saúde mental, relações familiares, luto, violência, mas com uma mensagem poderosa se superação, amizade e amor.

 

Ficha Técnica

Título: Não sou uma boa garota

Nº de páginas: 256

Preço: R$44,90

 

Sobre a autora:

Jessie Ann Foley é uma autora premiada e seus livros aparecem como leitura obrigatória em escolas do mundo inteiro. Antes de se dedicar integralmente à escrita, Jessie trabalhou por dez anos como professora do ensino médio. É mãe de três filhos e viciada em listas, como ela mesma conta.

 

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Faro Editorial lança novo livro do autor Rodrigo de Oliveira em parceria com o quadrinista Pedro Ivo

“Entre Mundos” é thriller sobrenatural que nasce da tecnologia

 

E se você pudesse falar com os mortos?

Juntando peças de diversos equipamentos, Rubens, um engenheiro eletrônico bastante criativo, criou um protótipo de smartphone. Ao ligar, ele capta vozes estranhas como se fossem ondas de rádio, até notar algumas falas bastante perturbadoras… É quando percebe que seu invento ultrapassou as fronteiras entre vivos e mortos. Ele se comunica com o além.

A Faro Editorial lança este mês “Entre Mundos”, novo livro do autor Rodrigo de Oliveira em parceria com o quadrinista Pedro Ivo. Conhecido por suas histórias de terror, Rodrigo se une a Pedro para mesclar o lado sombrio com a tecnologia e nos traz uma história de crimes, segredos, drama e muito terror. Afinal, quem quer realmente saber o que os mortos têm a dizer?

Rubens era um garoto feliz, que tinha tantos planos para seu futuro, amava seus pais, e achava que a vida não podia ser melhor. Isso até que, após uma festa, sua família sofre um acidente de carro na estrada, e seu pai morre. Rubens passa a culpar a mãe pela morte de Miguel, deixa a cidade onde vivia e começa a enfrentar a vida de adulto aos 17 anos, trabalhando numa pequena loja de eletrônicos e vivendo numa edícula.

Mas sua vida começa a mudar quando num feriado, ele resolve brincar de Dr. Frankenstein e construir um celular com peças de aparelhos antigos, e essa geringonça começa a captar vozes. Vozes de pessoas que estão mortas e estão ali, com ele. Apesar do pânico, Rubens acaba ouvindo esses espíritos, ajuda a desvendar assassinatos, manda recado para familiares, e vê uma possibilidade única: criar um tipo de telefonia para os vivos se comunicarem com os mortos.

Rubens então reúne amigos e decide explorar o invento – afinal, quem não gostaria de contatar com algum ente querido que se foi? Se aperfeiçoado, o aparelho pode torná-los milionários. Mas quem disse que o controle das comunicações estaria nas mãos dos vivos?

O grupo se vê encurralado quando as mensagens agradáveis dão lugar a um contato agressivo, perigoso, vindo de seres inconcebíveis para a mente humana.

Como se tivesse aberto uma espécie de portal, aquele que seria o invento do século começa a promover um caos nas vidas do grupo, sinalizando o seu poder destruidor… e está nas mãos de seres capazes de desgraças bem reais aos vivos.

 

Ficha Técnica

Título: Entre Mundos

Nº de páginas: 288

Preço: R$54,90

 

Sobre os autores

Pedro Ivo é ator formado que desistiu dos palcos para se lançar escritor, roteirista e artista de quadrinhos. É autor do livro O Cidadão Incomum e dos quadrinhos Cidadão Incomum – A Ponta do Iceberg e Tito.

Rodrigo de Oliveira é gestor de TI, além de fã de ficção científica e dos clássicos de terror, em especial da obra de George Romero. A ideia para sua primeira série, As Crônicas dos Mortos, surgiu após um longo pesadelo que, de tão real, fez Rodrigo acordar e começar a escrever. Assim ele concluiu seu primeiro livro. Casado, com dois filhos, nasceu em São Paulo e vive entre a capital paulista e o Vale do Paraíba. Pela Faro Editorial lançou a saga As Crônicas dos Mortos e Vozes do Joelma.

 

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Avis Rara lança clássico do século 19 que debate o impacto da classe ociosa na sociedade, e quem a representa atualmente

Estudo nunca publicado no Brasil traçou um panorama sobre a aristocracia e suas influências sociais e como elas se relacionam com o nosso tempo

Vida de luxo e ostentação. Viagens, casas suntuosas, roupas caríssimas, mas nenhum emprego ou renda financeira tradicional. Isso te lembra alguma coisa? Parece a vida de muitas celebridades, bons vivants e dos influenciadores digitais. Mas também era assim que vivia a aristocracia do século XIX na Europa. Duas gerações completamente distantes, mais bastante parecidas, formadas por pessoas que não trabalhavam nos moldes tradicionais, que viviam de renda – e estabeleceram padrões de gastos absurdos, e que sempre despertaram interesse das demais pessoas por seu estilo de vida – resumido em  ócio, os prazeres e a riqueza.

A Faro Editorial lança este mês o livro “O impacto econômico da classe ociosa”, de Thorstein Veblen, livro que analisa de forma crítica e satírica os mecanismos que levam uma classe não produtiva – a classe ociosa – a se entregar ao consumo exacerbado, em uma evidente manifestação de ostentação, esnobismo e status social.

Publicado em 1899, sob o título A teoria da classe ociosa, o filósofo e economista Thorstein Veblen apresentou seu amplo estudo acerca das relações de consumo numa abordagem multidisciplinar que alcançou grande reputação, e que se estendeu muito além da esfera econômica e do mundo acadêmico.

Nesta obra, ele analisa a origem e o comportamento da classe ociosa, buscando evidências em dimensões culturais, crenças, hábitos e até instintos para investigar o lugar e o valor dessa classe como fator econômico importante da sociedade de consumo.

Por meio de uma prosa ágil e um humor sutil, Veblen proporciona insights admiráveis a respeito do fenômeno do consumismo e da evolução da estrutura de classes.

Passados mais de 130 anos, a obra se mantém surpreendente e incômoda perante a atualidade, que pode ser comparada também, por exemplo, à ação de celebridades digitais que, como típicos representantes da classe ociosa, utilizam o poder das redes sociais para direcionar o consumo, criar e matar marcas, e disseminar a ostentação do século XXI, ratificando as teses desenvolvidas por Veblen em seu trabalho.

 

Ficha Técnica

Título: O impacto econômico da classe ociosa

Nº de páginas: 304

Preço: R$49,90

 

Sobre o autor:

THORSTEIN VEBLEN (1857-1929), americano descendente de noruegueses, estudou filosofia, ciências sociais e economia nas universidades Johns Hopkins, Yale e Cornell. Posteriormente, lecionou nas universidades de Chicago, Missouri e Stanford. Veblen adotou uma abordagem darwinista para o estudo das instituições econômicas, com ênfase nos usos e nos costumes sociais, tornando-se, assim, um dos fundadores da escola de Economia Institucional.

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Papo Editorial com Pedro Almeida

Os nerds já não são mais os mesmos

NERD – Décadas atrás o termo era CDF (cu de ferro): Era uma pecha, um estigma, um defeito que geralmente se atribuía a um menino (sim, quase sempre era um menino – o bullying era de meninos para meninos) que era quieto na sala, prestava atenção nas aulas, sentava-se sempre mais à frente, estudava para as provas e, milagre! Tirava as melhores notas.

Isso criava admirações e revolta. Depois de um tempo, os malandros mais expertos aproximavam-se deles para conseguir que fizessem seus trabalhos ou cola nas provas. A relação de troca era por proteção do bullying, mesmo que fosse um acordo justamente com o agressor.

Depois, os CDFs evoluíram para outro estágio e foram chamados de nerds: culpa do imperialismo estadunidense… (o riso aqui é pro estadunidense mesmo), que exportou o termo.  Então os nerds evoluíram novamente: se formaram, conseguiram os melhores empregos (ou criaram empresas) e se tornaram os geeks, alguns deles, magnatas que se vingaram dos malandros obtendo uma renda melhor e, com sorte, empregando os valentões para os serviços braçais.

Parecia a desforra perfeita. Da desgraça para o estrelato em três décadas: isso ocorreu do final dos anos de 1970 pros anos 2000. Entre os maiores expoentes de geeks nessa época estão Steve Jobs e Bill Gates.

Uma mudança de imagem entre os nerds e geeks pode ser vista no Brasil na foto inserida na capa do primeiro livro publicado pela Editora Fundamento.

Como pode se ver, a rainha do baile não estava mais interessada no garoto tatuado que aos 16 fumava, praticava pequenos furtos e tomava pertences dos mais fracos. Ela sabia que era burrice ficar com cafajeste.

O livro ficou por alguns anos na lista dos mais vendidos e significa que a mensagem dessa capa fez sentido para MUITAS pessoas. O autor se tornou um importante colunista de alguns veículos de comunicação do país. Seu pós-doutorado foi do MIT, aos 34 anos!

Hoje, há muitos que gostam de ser chamados de nerds.  Mas tem muito nerd aí que não tem nada da raiz: compenetrado, estudioso, interessado em ciências e cultura geral. Uma grande parcela acha que é nerd porque sabe a ordem dos filmes Stars Wars. Ou tem a coleção dos gibis da Marvel e DC, das primeiras edições ou coleciona Funko.  Bem, tudo que vira moda atrai mais gente e isso não é nenhum problema, mas essas coisas não tornam a pessoa um nerd, por isso achei importante resgatar o conceito.

Aliás, lançamos um livro sobre isso: Pense como um nerd, de Bill Nye, talvez o maior representante da classe Nerd no mundo. Na obra, ele elenca as vantagens dos nerds sobre as demais pessoas, e como todos podem se valer desse lado mais curioso, inventor, para lidar e resolver com mais facilidade qualquer problema e situação.

Antes de publicar este texto pensei se valeria a pena entrar nessa treta. Hoje as pessoas estão tão raivosas que podem querer costurar sua foto pública na boca de um baby Yoda pra tentar ameaçar sua vida. Mas que desgraça eu estaria aqui, ocupando o seu tempo, em te fazer ler um texto se não fosse para discutir ideias, propor olhares diferentes?

Então lembro de um jornalista que publicou, no caderno de cultura de um grande veículo, uma matéria sobre George R.R. Martin. No mesmo dia, seu artigo foi metralhado com reclamações por conta de uma informação incorreta. Ele disse: escrevo algo sobre Cecília Meirelles e três pessoas comentam. Escrevo sobre alguém da Cultura Pop e recebo dezenas de comentários raivosos.  A Editora do Guerra dos Tronos respondeu: bem-vinda ao meu mundo!

O que sonho? Que os nerds recuperem seu lado inventivo. Há muitas formas em que a tecnologia permite que o conhecimento se torne mais democrático. Quantas pessoas não estão na internet postando vídeos e demonstrando como podemos solucionar pequenos ou grandes problemas sem necessitar de um serviço especializado, sem precisar de ferramentas especiais? Recordo-me de um post em que o cara reclamava que a tampa do reservatório de esguicho para o para-brisa de seu carro, de marca francesa, não durava mais que um ano (ressecava e quebrava) e ele tinha de comprar outra. Uma tampa de plástico que custava mais de 150 reais. Até que percebeu que a tampa de Gatorade era uma perfeita substituição e durava mais que a original. Quantas vezes não podemos resolver problemas assim?

Um pouco de conhecimento de química, física, mecânica, história natural e popular ajudam a entender o funcionamento das coisas e tornam a vida bem mais interessante. Ops. Ato falho. Confessei. Fui um CDF, mas ando medicado.

 

Até a próxima coluna!

 

 

Faro Editorial compra os direitos de série infantil publicada pela Gallimard

A Faro Editorial acaba de comprar, com intermédio da agente literária Patrícia Seibel, a série infanto-juvenil (14 livros) publicada pela Gallimard, e com os direitos vendidos para diversos países. A série, que no Brasil irá chamar Angelina Purpurina – como na versão espanhola -, Cucu la Praline, título original, é de autoria da francesa Fanny Joly, com ilustrações de Ronan Badel.

Angelina, uma menina de 8 anos que adora cantar, ama doces e seu leão de pelúcia, mas é infernizada o tempo todo pelos irmãos mais velhos que implicam com tudo o que ela faz. Angelina não tem nada de boba e sabe muito bem como colocar esses meninos no lugar deles.

Uma série divertida, educativa, que nos lembra e muito uma certa personagem dentucinha e invocada tão amada pelos pequenos leitores brasileiros. Os primeiros volumes serão publicados no primeiro semestre de 2022 pelo selo MilkShakespeare.

Dicas da Deia com Andrea Jocys

Livros para deixar o coração quentinho

 Não sei vocês, mas ultimamente tenho intercalado leituras pesadas com livros que me deixam com o coração quentinho. Sou uma leitora pessoa física de suspense, mas em tempos de pandemia, a gente quer o que? Notícia boa, final feliz! De coisa ruim já basta a vida real né non?

Então hoje eu vou indicar livros que vão te dar essa sensação de “Afinal nem tudo está perdido”, e podem ser boas pedidas para acabar com a ressaca literária também. Então só vem!

 

Fabíola Simões

E aqui tô indicando a Fabíola como conjunto da obra minha gente! Tudo que essa mulher escreve é maravilhoso, e eu tenho a sensação que todos os livros dela são pra mim, que Fabi entende minha alma e alguém conta pra ela meus perrengues todos, sabe? Porque as crônicas da Fabi são isso: um papo entre amigos.

Eu recomendo FORTEMENTE que vocês leiam os dois livros que nós publicamos dela aqui, “Deixei meu coração em modo avião” e “Textos para acalmar tempestades”. E ainda lanço o desafio, eu DUVIDO que você vai ler e não vai marcar metade das frases, querer fazer tatuagem, post no Instam, pintar na parede do quarto. É real!!!!

 

Victor Degasperi

Agora faz assim, pega tudo que eu disse sobre a Fabi, e adiciona aí o fato do autor ser um psicólogo clínico? Sentiu o drama? É praticamente uma sessão de terapia em forma de livro, com aquele tapa na cara que a gente precisa às vezes, para entrar nos eixos e ver que nós temos o poder de mudar nossa realidade.

Então de novo, recomendo a leitura dos dois livros do Vi, “O amor nas 4 estações” e o “A caminho das estrelas”. Mas leia degustando cada texto, tirando algo dali para a sua vida, para o seu momento. Manda pros amigues, manda pro mozão, extravasa!!!!

 

Julio Hermann

Ainnn Andrea sua mala, para de ficar fazendo a gente querer ler 452 livros! Não paro não, vai ler sim, e se reclamar, vai ler mais dois do Julio também hahahahahha.

É sério gente, tem um texto do livro “Tudo que acontece aqui dentro”, que até hoje eu lembro, e até hoje me dá três tapas na cara, que é sobre você não demonstrar sentimentos, e esperar que a outra pessoa adivinhe, e ainda escolha ficar, sendo que né, você no auge do orgulho não teve coragem de demonstrar todo valor que esse alguém tinha pra você. Sentiu aí a porrada? Às vezes, as coisas são até mais simples, mas a gente se impõe tantos nãos, tantas barreiras, e só quebra a cara.

Então já adiciona aí na listinha: “Tudo que acontece aqui dentro” e “Até onde o amor alcança”. Pra ontem!!!!

 

Contra todas as probabilidades do amor  – Rebekkah Crane

Quem aqui ama um YA? E quem aqui ama um YA que não trata adolescente como um ser bobo, exagerado, com dramas pequenos e vidas comuns? Pois “Contra todas as probabilidades do amor” é para você!

Aqui a gente conhece a Zander, que tem 16 anos, e foi mandada pelos pais para um acampamento para adolescentes desajustados. E ela tá p. da vida, porque acha que ali não é o lugar dela. Onde já se viu, peloamordedeus.

Só que com o passar da história, vamos ver Zander criando laços com outros jovens que estão lá, aprendendo a lidar com seus demônios internos, e descobrindo que a gente nem sempre tá essa Brastemp toda – e você que lute jovem pra entender a referência da piada dessa balzaquiana aqui!

A gente começa a ler esse livro pensado “Ainnn mais é só mais um livro de romance adolescente”, pode parar aí! Esse é um livro tão delicado, e tão profundo sobre aceitação, amizade, amor fraternal, e vai muito, mas muito além de apenas um romance. Vai por mim, vai te surpreender e te fazer acreditar no ser humano de novo!

 

Molly – Colin Butcher

Olha, se o livro tem bichinho e não tem final triste, eu já AMO sem nem saber. E sim gente, pode vir, que a Molly NÃO VAI MORRER NO FINAL, e isso não é spoiler, e acho um absurdo a gente cair inocente numa história que o cachorro vai morrer, e eu vou chorar por 1 semana sem parar, sem ter sido avisada. PRONTO FALEI!

Amantes de bichinhos, uni-vos para ler essa maravilha que é “Molly”. Imagina essa história: uma cachorrinha com probleminhas de adaptação, que já foi devolvida 785 vezes para a ong de adoção, e que um dia acha um dono e um emprego numa tacada só! Pois é, o Colin que adotou a Molly é um policial aposentado, que decidiu seguir na ativa, mas investigando sumiço de animais, então – pausa para o berro da fofura – a Molly virou uma cachorra detetive que acha animais perdidos!!!!!!

Sim, eu ouvi seu Ownnnnn daqui! Tem como ficar triste lendo uma história dessa? Só se você já for uma pessoa morta por dentro, sorry bebê!

Bom gente, essa foi minha lista de hoje, espero que um – OU TODOS – livro dessa lista te dê um up no ânimo, um refresh na esperança, e seguimos o baile né!

Até a próxima coluna!!!!

Dicas da Dea com Andrea Jocys

5 livros pra quem ama um hot

 

Já que essa será minha coluna pré dia dos namorados – and meu aniversário, mas e daí? – vou fazer uma listinha trabalhada na sensualidade, e indicar 5 livros hot ou com belíssimas cenas sensuais, que vão dar um calorzinho aí!!!! Bora pegar umas ideias e partir pra jogo Brasiiiiiiiil! Bora pra cachorrada que a gente merece!!!! (Nem que seja só na imaginação hahahahah)

Série Big Rock

Lauren Blakely rainha das nossas vidas, que nos traz os “mocinhos” hot mais divertidos que eu já li. Sim, tem muita cena de sexo, tem muitas conversinhas picantes de celular que a gente adora, e tudo na visão dos personagens masculinos. Quer mais o quê hein? Vou dizer que aqui tem pra todos os gostos: playboy, nerd gostosão, médico, carpinteiro, mecânico, tem até o boy sustentável/hipster que acampa e faz fogueira. Queeeeeeeeeima!!!!

 

Melhor que a encomenda

Ela de novo, tô falando que Lauren é a rainha da pegação nessa editora? Bom, nesse livro vamos conhecer a April e o Theo. April é uma maquiadora bem-sucedida de Nova York que vai passar aquele vexame anual em família do “Cadê os namoradinhos”, só que dessa vez, ela resolve arrumar um cara bem gato pra esfregar na cara da família toda. E é aí que entra o Theo. Um cara ferrado de grana, mas lindo que só Deus na causa, e que tá fazendo bico de namorado de aluguel – não, ele não é garoto de programa, ele só finge que é seu namorado pra te livrar dos BOs, quem nunca pensou nisso? Eu já, me julguem!!!! E aí minha gente, receita do sucesso né, dois solteiros, cheios de amor pra dar, tendo que fingir que estão juntos? Queimaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa hahahahahahah

 

Quase Rivais

Quem não gosta de uma história de rivais que se apaixonam? Eu adoro!!! E quando é escrita pela J. Sterling então, eu já tô lendo!!!! Neste romance curtinho – 160 páginas, dá pra ler numa sentada, e fica aí o duplo sentido do texto hahahahaah – teremos um Romeu e Julieta moderno e sem desgraça, a gente quer é amorzinho!!! Julia e James são filhos de duas famílias tradicionais do ramo de vinhos na Califórnia, e foram educados pra se odiar, mas né, tudo que é proibido é mais gostoso. E aí minha gente, é fogo no parquinho, quer dizer, nas videiras e na vinícola!

Onde mora o coração

Jill Shalvis super me enganou com esse livro, achei que seria só um romance fofinho – que também amo -, masssssss depois que esse casal sobe numa escadinha de incêndio pra um telhado, aí Brasiiiiiiiiiil!!!!! Willa e Keane se conheceram no colégio, mas ele não se lembra dela. E ainda por cima, foi o cara que partiu o coração dela no baile da escola. Desaforo em dose dupla né. Mas química é um negócio que não se explica, e por mais que Willa tente fugir dele, tá mais que comprovado que não dá pra enganar o coração! E ainda tem bichinhos na história, porque Willa tem um pet shop, não tem como não amar!

A lista que mudou minha vida

Não, o livro não é um romance hot, pelo contrário, é mais uma história de amor e amizade entre irmãs, mas gente, tem uma cena aqui que Jesus me abana!!!!! Georgia é a personagem principal desse livro, que vai cumprir uma lista de “desejos” da irmã que está com uma doença grave, e desafia Georgie a sair da zona de conforto. Pois bem, um dos “desafios” é ter um encontro do Tinder, porque a Georgia tá sem um date faz tempo – amiga me abraça. E aí que entra o Jack, e aí que a coisa começa a esquentar, e aí que os dois vão botar fogo na história. Eu amei!!!!

E aí, gostaram das dicas? Que tal dar uma esquentada no seu date do fim de semana? Pega umas dicas aí e bora. E pra quem não tá namorando, já vai anotando o que fazer quando o boy ou a girl aparecer, e eles que lutem hahahahahah

Até a próxima gente!!!!

Batendo emenda com Carla Sacrato

O tempo de produção dos livros

Eu falo que cada livro que chega da gráfica é como um filho que nasce. Algumas pessoas acham que é exagero, mas é sério! Enquanto uma gestação normal leva nove meses, tem livro que dura mais que o dobro disso. Então, o tema de hoje é: o tempo de produção de um livro!

Uma piada interna na Faro é que editora não é pastelaria. Livros não ficam prontos de uma hora para outra. É um processo longo e cheio de detalhes, ou seja, se você fica ansioso pelo livro do seu autor favorito saiba que não queremos matar você de nervoso. É que o caminho entre o autor escrever, a editora traduzir, editar, revisar, diagramar e imprimir é longo.

Tudo começa com a assinatura de um contrato. Na verdade, não hahaha

Antes o autor precisa escrever o livro. E o tempo que isso leva é algo que nem os maiores videntes da humanidade podem prever. Tem autor que escreve um livro por mês (ok, esses raramente prestam) e autores que trabalham por mais de uma década em um único título.

Bom, vamos partir do original escrito pelo autor! É comum a editora receber títulos para avaliação (não estamos recebendo no momento, não se aproveite do artigo). Isso pode ser feito por meio do próprio autor ou agências literárias, algumas que lidam com milhares de títulos. Livro recebido é hora da avaliação, como o volume de recebidos é grande, é normal a editora filtrar títulos que não tenha a ver com seu perfil. Se o livro for bem recebido pelo editorial é hora de fazer uma proposta para o autor e seguir para a parte de assinatura do contrato. Num cenário ideal podemos falar que esse processo, a partir da decisão da editora de contratar, leva de uma semana a quinze dias.

Com o contrato assinado recebemos a versão final do autor. Agora um ponto importante, se for um título estrangeiro tem a fase de tradução. Aí você pode pegar uma cadeira e se sentar para esperar porque isso leva tempo! Em média uma tradução leva de três a cinco meses.

Se for um título nacional, o material vai direto para uma primeira preparação. Alguns textos precisam de mais atenção do que outros. Podemos colocar de um a dois meses para um pente fino. Depois dessa primeira fase é normal o livro voltar para o autor. É o momento de aparar as arestas e discutir com o editor as soluções para as mudanças propostas.

Depois desse retorno do autor o editor analisa tudo que foi feito até ali. Na verdade, é comum o editor ir mexendo em cada fase. Inclusive, editor só para de mexer no texto a hora que o livro vai para a gráfica. E mesmo assim a gente sempre encontra algo no último momento, até depois de impresso! Para isso servem as reimpressões hahaha

Após a preparação e edição interna é hora de uma primeira revisão. Nesse momento é possível analisar se uma revisão vai bastar ou se precisaremos de algum reforço. Uma revisão pode levar de vinte a trinta dias. Quando o arquivo volta, dependendo do tanto de intervenções, analisamos se o material está pronto para seguir para a diagramação ou se precisa de mais uma revisão. Ou seja, com mais uma revisão, acrescente mais 20 dias no cronômetro.

Quando o arquivo de texto está redondo já pode seguir para a diagramação. Nesse momento lidamos com um profissional chamado designer. O editor explica para ele o que espera do projeto gráfico, ou seja, especifica formato, número de cores, público-alvo, etc. Munido dessas e outras informações cruciais, o designer se prepara para diagramar o livro. Há profissionais que fazem a capa e o miolo simultaneamente e casos em que separamos capa para um artista e miolo para outro.

Esse processo de diagramação pode levar de uma semana a mais de um mês. Depende da complexidade do projeto. Livros de texto são mais simples de serem executados e livros com ilustrações e outros detalhes exigem um tempo muito maior.

Vocês estão reparando que sempre falo “depende”. Falo isso porque é a verdade. Não há um tempo certo, todos esses números são estimativas, mas tudo pode variar com inúmeros fatores. Desde a qualidade do texto, como a rapidez dos profissionais envolvidos, e o desapego do autor em aceitar sugestões, influenciam no cronograma.

Depois que o designer entrega o miolo seguimos para mais uma revisão que pode levar até um mês. Autores estrangeiros não participam dessa fase do processo, mas autores nacionais recebem os livros diagramados para passarem o último pente fino. Enquanto isso, a capa está sendo feita… e isso é um caso a parte. Um dia faço um post só falando sobre o nascimento de uma capa!

Miolo revisado é hora das emendas! Lembra delas? Já falamos disso aqui. Como diz um amigo meu, emenda gera emenda! E também é nesse momento que o editor verifica se a quantidade de revisões está razoável ou se precisa de mais uma checagem. Esse processo de bater emendas entre editor e designer pode levar mais de uma semana. Quando tudo está redondo o designer faz o fechamento do arquivo e o livro FINALMENTE segue para a gráfica.

A parte gráfica também tem seu tempo e ele é variável. Em teoria, uma gráfica pode fazer um livro em até dez dias, mas para ter uma folga boa no cronograma nós enviamos os livros para impressão com mais de quarenta dias antes do lançamento.

Para você ter ideia, o livro de agosto precisa estar impresso na editora até o final de julho para os outros departamentos irem se familiarizando com o material. E para o livro estar em julho na editora o ideal é que o livro seja enviado no começo de junho para a gráfica! O cronograma sempre é feito de trás pra frente. Muito tempo né?

Podemos dizer que o período razoável para a produção de um livro é de oito meses a um ano. Mas a grande maioria leva mais de um ano. Há exceções? SEMPRE! Mas trabalhar com esse prazo maior nos ajuda a atuar de forma organizada e sem desespero.

Então, quando você pensar que o livro daquela série que ama está demorando lembre que ele está em uma dessas etapas aí de cima. Logo ele chega pra você!

 

Faro Editorial lança livro com mais 25 milhões de leitores e que será adaptado para os cinemas

Depois de um gigantesco sucesso em publicação independente, Alison Gervais foi disputada em leilões e livro será publicado em Junho no Brasil

 

A vida de Hadley era comum para uma garota rica do colégio JFK, até que uma tragédia virou de cabeça para baixo suas visões de mundo. Archer Morales, o solitário da escola, tirou a própria vida. Eles não eram amigos, mas aquilo mexe com Hadley. E se fossem? Tentando entender o que está sentindo, ela vai até o velório do colega, e lá é abordada por um homem estranho que diz ser a Morte, e que ela terá uma segunda chance de fazer diferença na vida de Archer. Será que ela consegue convencê-lo em 27 dias a mudar de ideia?

A Faro Editorial lança este mês o livro “27 dias”, da autora Alison Gervais, revelação da literatura YA no Wattpad, com mais de 25 milhões de leitores e adaptação para os cinemas já em negociação. Nessa história tocante, cheia de ação e auto descoberta, vamos acompanhar a missão de Hadley em impedir que um colega tire sua própria vida em apenas 27 dias.

Hadley Janison era a típica garota rica do Ensino Médio em Nova York. Alternando sua vida entre o colégio JFK, a rotina com seus amigos no Uper East Side e os conflitos com os pais ausentes. Até que uma tragédia faz com que Hadley mude completamente sua postura diante da vida. A morte abruta de um colega de escola.

Archer Morales não era dos garotos mais populares, quer dizer, ele não tinha sequer um amigo, mas parecia não se importar. Sendo o isolado no colégio, muitos ficaram sem entender, afinal de contas, o que causou essa decisão tão desesperada. Tentando achar respostas ou até acalmar o aperto inexplicável que sentia no peito, Hadley vai ao velório de Archer, e lá, a Morte faz uma proposta: salvar a vida de Archer em 27 dias.

E por que 27 dias? Porque esse foi o exato intervalo de tempo que fez Archer tomar essa decisão, e Hadley terá que voltar no tempo, se aproximar do garoto de alguma forma e impedi-lo. Mas entrar na mente de uma pessoa em desespero pode colocá-la igualmente em perigo, e existem forças que não querem que o curso das coisas seja alterado. Será mesmo que é possível fazer alguém escolher viver, apesar de tudo?

Um livro emocionante e sensível sobre saúde mental, amizade, família, bullying, acolhimento e amor.

Ficha técnica

Título: 27 dias

Nº de páginas: 288

Preço: R$54,90

 

Sobre a autora:

ALISON GERVAIS começou a escrever aos cinco anos de idade e ficou conhecida ao divulgar seu trabalho na plataforma Wattpad. Ela se formou como professora de Inglês, mas ainda está descobrindo o que gostaria de fazer na vida. Por enquanto, ela continua escrevendo, relendo Harry Potter e assistindo Supernatural. Alison vive com seu marido e dois gatos, Jane e Smoke.

 

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

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Duologia, que será adaptada por Amy Adams, vai ser lançada no Brasil

Série mescla fantasia com sustentabilidade de forma inédita chegará as plataformas de stream em 2022

Um universo fantástico em florestas sombrias, habitadas por um povo mágico e ancestral, que evita o contato com seres humanos a todo custo – “essas criaturas desprezíveis e destruidoras da natureza”. Willa é um desses seres da natureza, com poderes de se fundir a natureza com sua pele mágica, ela passeia entre os dois mundos, buscando coisas que os humanos não sentirão falta, na calada da noite. Até ela ser ferida por um homem, e descobrir que existem segredos dos líderes da aldeia de seu próprio povo, e que esse respeito pela natureza está ameaçado por aqueles que deviam protegê-la.

A Faro Editorial lança este mês mais uma série juvenil pelo selo MilkShakespeare, do autor best-seller Robert Beatty. “Willa, a garota da Floresta” também vai ganhar uma adaptação para as plataformas de streaming, produzida pela atriz Amy Adams, e a duologia já teve seus direitos de publicação vendidos para Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Espanha, entre muitos outros.

Neste livro, vamos conhecer os Faeran, um povo ancestral, que mora no coração da floresta, que tem o dom de conversar com as arvores e os animais, mas que estão perdendo essa essência e assumindo apenas o papel de ladrões noturnos. O Padaran, chefe do clã, diz que os humanos são cruéis, perigosos, e que sem os furtos das coisas dos humanos, eles não podem sobreviver. Willa sabe disso, afinal os humanos mataram seus pais e sua irmã.

Mas numa dessas incursões noturnas nas casas dos humanos, ela acaba se ferindo e ficando presa durante o dia em nosso mundo e precisará invocar forças ancestrais para retornar ao lar. É quando uma verdade sobre o que seus líderes fazem e se apresenta como a verdadeira ameaça à sobrevivência de seu povo.

Um livro mágico que vai levantar uma questão necessária sobre a relação dos homens com a natureza, mas que traz reflexões menos maniqueístas sobre o que significa, de fato, preservação: nem todo uso dos bens naturais são ruins, o que precisamos entender é o uso sustentável. E mostra que a natureza é nossa maior aliada, e esse equilíbrio precisa ser mantido.

 

Ficha Técnica

Título: Willa, a garota da Floresta

Nº de páginas: 304

Preço: R$54,90

Sobre o autor:

ROBERT BEATTY é mundialmente conhecido por suas histórias incríveis para leitores de todas as idades. Suas obras recebem prêmios, e esta, além de ter os direitos vendidos para muitos países, será adaptada para o cinema numa grande produção da Disney. O autor vive nos Estados Unidos com a esposa e três filhas, suas primeiras leitoras de cada livro, e que também o inspiram a escrever suas histórias.

 

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Faro Editorial lança livro de pastor americano que demonstrou como os ensinamentos cristãos podem ser aplicados ao mundo contemporâneo

Rob Bell, eleito um dos homens mais influentes do mundo pela Times, apresenta nesse livro uma nova forma de enxergar a ligação entre a vida física e a espiritual

 

A fé pode ser um porto seguro para as maiores incertezas da vida, mas também pode criar uma falsa sensação de que nada tem ligação com a vida terrena e somente o espiritual é importante. Mas então por que tantas pessoas sofrem de depressão? Por que o sofrimento é físico? Se o nosso espírito não está diretamente ligado ao nosso corpo, porque o fardo da vida tantas vezes é difícil de carregar, mesmo se agarrando a fé? Afinal, do que nós somos feitos? Existe sim uma resposta, porque todas as coisas estão conectadas! E tudo – absolutamente tudo – é espiritual.

A Faro Editorial lança este mês o mais novo livro do autor e pastor Rob Bell, um dos maiores pregadores do mundo cristão moderno, não só por sua visão moderna sobre alguns dos  dogmas cristãos, mas por entender que fé e ciência estão ligadas e fazem parte do que nos torna humanos.

Em “Tudo – absolutamente tudo – é espiritual”, o autor nos leva numa viagem de autoconhecimento, refletindo muitos dos ensinamentos que ele recebeu ao longo de sua vida.

Desde jovem, Bell tinha a sensação de que havia algo maior acontecendo aqui. Que o planeta não é um lugar frio ou morto, mas que está vivo e de maneira misteriosa. Este livro é sobre dar vazão a esse sentido: ouvir, seguir e confiar nele. Algumas vezes, essa busca pode ser devastadora; outras, emocionante, mas ambas fazem parte da compreensão sobre nós mesmos e crescimento individual.

Perceber todas as forças gigantescas que estão acontecendo ao nosso redor que afeta a nossa vida diária, como o movimento dos planetas, as rotações da terra, os ciclos da vida, é o convite que o autor nos faz. Descobrir as relações entre os eventos pessoais, os sentimentos, e suas conexões com o mundo. Entender essa ligação vai mudar sua forma de enxergar a vida, a fé e o universo.

“Rob Bell é capaz de pegar os antigos ensinamentos religiosos e a ciência moderna e combiná-los em uma sabedoria que faz bastante sentido. Suas reflexões mexem com meu intelecto, confortam meu coração e me fazem acreditar que em todo o caos assustador do universo ainda há um lugar sagrado. Seu trabalho é um presente para o mundo” – Elizabeth Gilbert – autora do best-seller “Comer, rezar, amar”

 

Ficha Técnica

Título: Tudo – absolutamente tudo – é espiritual

Nº de páginas: 208

Preço: R$44,90

 

Sobre o autor:

ROB BELL é autor de mais de dez livros, todos ocupando os primeiros lugares nas listas de mais vendidos. Seu podcast RobCast já foi eleito o melhor do ano pelo iTunes e a revista Time Magazine o elegeu como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Sua coragem de falar sobre temas polêmicos também é uma marca. Rob vive em Los Angeles com a esposa e três filhos.

 

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Faro Editorial lança clássico identifica o fanatismo presente nas ideologias políticas

Albert Mathiez, em seu estudo laureado pela Universidade de Sorbonne, analisa as principais revoluções de nossa história

 

Se os revolucionários de ontem falavam em neoliberalismo, reforma agrária, distribuição de renda e direitos do trabalhador, os de hoje concentram-se em questões de divisões identitárias: raciais e de gênero. Os de ontem combatiam intolerâncias, corrupção e perseguições políticas; os de hoje não se envergonham de fechar os olhos para os escândalos, se for para defender sua causa ideológica. Se é assim, que é que pode haver de comum entre eles? O que querem os revolucionários?

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara “Fanatismo Ideológico – As origens dos cultos revolucionários” do historiador Albert Mathiez. Neste clássico, publicado na França em 1904, Mathiez apresenta um profundo estudo sobre o fanatismo político, que foi a base para sua tese de Mestrado na Universidade de Sorbonne. Ao examinar os cultos das Revoluções Francesa e Bolchevique, sua obra consegue lançar luz sobre toda a política contemporânea.

Por maiores que sejam as diferenças de conteúdo discursivo entre o revolucionário que combatia o capitalismo com um fuzil e aquele que combate o machismo com um iPhone, a forma do culto que um e outro praticam é exatamente a mesma.

Quem acompanha o noticiário político e cultural observa a imensa variabilidade de formas com que o movimento revolucionário se faz presente. Embora haja, por exemplo, uma relação de identidade entre os antigos trabalhistas e os novos progressistas, o cerne dos respectivos discursos é bem diferente.

Quais são as crenças e práticas comuns dos revolucionários? Segundo Mathiez, todas elas derivam dos teóricos iluministas do século XVIII, principalmente Jean-Jacques Rousseau. E desde então, provou-se que o cerne da revolução é mais do apenas a questão social ou econômica, o poder e a ganância acabam transformando uma ideologia numa obsessão, quase uma nova religião.

Este livro é uma lanterna na selva escura. É uma ferramenta indispensável para quem deseja compreender a era em que vive, saber do que fala e agir com propriedade.

 

Ficha Técnica

Título: Fanatismo Ideológico – As origens dos cultos revolucionários

Nº de páginas: 176

Preço: R$39,90

 

Sobre o autor:

ALBERT MATHIEZ (1874 – 1932) foi um historiador francês, mais conhecido por sua interpretação marxista da Revolução Francesa. Polemista vigoroso, argumentou que o conflito de classes a partir da revolução iniciada em 1789 colocou a burguesia contra a aristocracia, e depois contra o proletariado. Mathiez viu a Revolução Francesa como o primeiro estágio crítico do que viria a fomentar, em muitas nações, uma ditadura em nome do proletariado. Ele traz neste trabalho as experiências de quem esteve envolvido com esses eventos, pois foi membro ativo no Partido Comunista Francês de 1920 a 1922. Em 1930, atacado por historiadores stalinistas, foi “condenado” como adversário da revolução proletária. Em sua própria defesa, depois desses eventos de 1930, ele apresentou uma crítica severa do stalinismo.

 

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Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

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“A Vingança de Gutemberg” com Diego Drumond

O post de hoje vai ser um pouco diferente. Há um artigo muito interessante sobre a força dos livros físicos que foi publicado em 2018 por uma conceituada consultoria americana e hoje eu trago a versão traduzida aqui. Vale a leitura!

 

A vingança de Gutenberg

Por que a venda de livros físicos é a única que está crescendo

Da imprensa escrita aos computadores pessoais, a indústria midiática e do entretenimento tem um longo histórico a aderir inovações disruptivas, mas a rápida mudança do físico para o digital na última década foi realmente revolucionária. No geral, as mídias físicas sofreram muito. Jornais e revistas impressos migraram para versões on-line, enquanto DVDs e CDs foram substituídos por streamings de filmes e música.

 

Já a mídia impressa mais antiga do mundo está se mantendo muito bem, obrigado. De acordo com uma pesquisa da PwC’s, o mercado consumidor de livros físicos e impressos está se mantendo firme em um mundo cada vez mais digital. Entre os anos de 2018 e 2022, espera-se que as vendas de mídias físicas de videogame, vídeo e música diminuam ano a ano, em alguns casos em porcentagem de dois dígitos. Em contraste, as vendas de livros físicos devem crescer, modestamente, cerca de 1% ao ano, todos os anos. Até 2022, é esperando que consumidores em todo o mundo gastem mais de 50 bilhões de dólares em livros de formato físico ou em áudio (ou seja, não e-books) em comparação com 47,8 bilhões de dólares gastos em 2017.

 

A Association of American Publishers (AAP) informou que nos Estados Unidos os livros impressos, principalmente os de capa dura, continuam sendo uma fonte de crescimento para as quase 1.200 editoras da associação. Um relatório revelou que a receita de livros trade aumentou de 96 milhões (1,3%) para 7,6 bilhões de 2016 a 2017. O crescimento foi atribuído a um aumento de 3% na categoria de livros adultos, que representa mais de 65% de todas as receitas de livros comerciais.

 

Ao mesmo tempo, o número de pessoas que aderem a dispositivos de leitura como kindle ao invés de livros físicos atingiu seu limite. De acordo com a AAP, as vendas de e-books em 2017 caíram pelo terceiro ano consecutivo, queda de 4,7% em relação a 2016, de 1,16 bilhões para 1,1 bilhão.

 

Qual a explicação? Vários fatores estão em jogo.

 

“As pessoas amam imprimir livros por alguns motivos” diz Marisa Bluestone, diretora de comunicações da AAP, citando a questão tátil dos livros em relação a outras mídias. “A sensação do papel nas suas mãos, o cheiro dos livros, exibir uma estante com seus livros em casa” são todos fatores importantes que sustentam o crescimento contínuo das vendas de livros impressos segundo Marisa.

 

Já Jim Milliot, diretor editorial da Publishers Weekly, aponta para um sintoma da vida cibernética conhecido como fadiga de tela. “As pessoas que ficam olhando para telas o dia todo no escritório não querem voltar para casa e olhar para outra tela. Elas ficam felizes em ler o bom e velho livro,” diz ele.

 

A demografia também desempenha um papel significativo, aponta James DePont, um auditor da PwC. “É um fato bem estabelecido que os livros impressos inclinam para um público com mais idade. Acrescentando que os babyboomers ficarão nessa faixa por um tempo, a indústria também foi impulsionada por um grupo demográfico mais jovem que compra livros vinculados a franquias de filmes de grande bilheteria, como Harry Potter e Jogos Vorazes”.

 

Os modelos de negócio, especialmente aqueles que reduzem os preços unitários por meio de modelos de streaming ou assinatura, também ajudam a explicar as diferentes trajetórias de livros e outras mídias físicas.

 

Veja como os mercados físicos de música e vídeo foram prejudicados por modelos de negócio disruptivos. O mundo evoluiu rapidamente para que os consumidores pudessem ter acesso a versões digitais idênticas da mídia física por uma pequena fração do custo. Após a confusão em torno da questão do download gratuito, como músicas no antigo Napster, a Apple montou o iTunes que vendia música por 99 centavos cada. Em seguida vieram os serviços de streaming à vontade como Spotify e outros que hoje oferecem versões gratuitas sem anúncios por apenas 10 dólares ao mês. Ou seja, os consumidores de música podem comprar muito mais música em sua forma digital por menos dinheiro do que na forma física.

 

A Netflix estimulou o modelo de locação de filmes enviando DVDs pelo correio, depois passar a fazer streaming de filmes e programas de TV até chegar ao ponto de desenvolver suas próprias produções. Hulu e Amazon seguiram o exemplo. Netflix e Amazon tem palnos de assinatura aa partir de oito dólares por mês, enquanto o Amazon Prime por 99 dólares ao ano inclui acesso a filmes, música e ainda frete grátis para produtos Amazon. Compare isso com uma assinatura de TV a cabo, por cerca de 100 dólares ao mês, ou a compra de DVDs por em média de 15 a 30 dólares cada, ou CDs por pelo menos 10 dólares. Não tem como negar que a economia para os consumidores é atraente.

 

Os e-books pareciam estar em um caminho semelhante quando chegaram ao cenário editorial há quase uma década. A Amazon abriu o caminho, oferecendo livros digitais por 10 dólares cada. A Apple também foi atrás de um pedaço dessa torta eletrônica, mas a preços de 13 a 15 dólares por título. A categoria ficou confusa, no entanto, quando o Departamento de Justiça dos EUA entrou com uma ação antitruste contra a Apple e as cinco grandes editoras de livros em 2012, alegando que eles haviam conspirado para aumentar o preço dos e-books. A Apple pagou uma multa de 450 milhões de dólares em 2016 e, no ano passado, a Amazon comandava mais de 83% do mercado de e-books.

 

Veja o ponto principal: hoje em dia, a diferença de preço entre um livro impresso e um e-book não é grande. Por exemplo, a Amazon oferece o best-seller The President Is Missing, de Bill Clinton e James Patterson, por 17,99 dólares em capa dura, 12,38 em brochura e 14,99 em e-book. Vale a pena mencionar, também, que surgiram modelos de “streaming” para e-books. Os dois principais são o Scribd (9 dólares por mês) e o Kindle Unlimited da Amazon (10 dólares por mês) – mas nenhum deles atingiu o nível de sucesso da Netflix ou do Spotify , uma possível razão é que títulos das cinco maiores editoras americanas não são oferecidos.

 

Um formato de livros eletrônicos, no entanto, está crescendo rapidamente. As vendas de audiolivros nos EUA aumentaram 29,5% no ano passado, de acordo com a AAP, de 265 milhões para 343 milhões de dólares em 2016. Isso ainda é apenas um pequeno nicho para editoras, mas “eles não têm tanto medo de canibalizar as vendas impressas como tinham com os e-books”, diz Milliot.

 

Há outro fator que continua a apoiar a venda de livros físicos: a sobrevivência teimosa dos livreiros, especialmente os independentes que sofreram uma série de ataques como grandes redes de livrarias e gigantes da internet como Amazon.

 

As livrarias independentes estão ganhando espaço. Como o professor da Universidade de Harvard Ryan Raffaelli escreveu na Harvard Business Review, a indústria de livrarias independentes está experimentando um “ressurgimento tecnológico”, já que o número de livrarias independentes nos EUA aumentou 35% entre 2009 e 2015, de 1.651 para 2.227.

 

Uma dinâmica semelhante, notavelmente, não ocorreu entre os varejistas de música e vídeos físicos. A Blockbuster está reduzida a uma única loja remanescente em Oregon. E as cadeias de lojas de música já se foram.  Livrarias independentes resistem expandindo além dos livros impressos para oferecer uma variedade de presentes e artigos de papelaria de alta qualidade, organizando eventos de autógrafos ou abrindo um café dentro da loja.

O artigo original você pode encontrar aqui: https://www.strategy-business.com/article/Gutenbergs-Revenge?gko=23435

 

Papo Editorial com Pedro Almeida

Adultos que gostam mais dos livros infantis que as crianças

Sou o único que pensa que há muito os livros infantis parecem terem sido criados para adultos? Ou, você já se deparou com um livro com toda a cara de infantil, mas com texto incompatível com a idade?

Bem, você não está sozinho, nem ficando louco! Há muitos desses livros. E geralmente são tão incensados que você acaba acreditando que realmente funcionam para as crianças.  Vou revelar uma coisa: elas não gostam. É que os que elogiam fazem muito barulho e passam a ideia de que tais livros são o que há de melhor para as crianças.

Se há uma coisa que aprendi participando como conselheiro e curador do Prêmio Jabuti é que os superespecialistas acadêmicos de uma área não são os melhores juízes para formação de leitores. Devem ser ótimos para apontar o novo, para quem tem interesse em estudos acadêmicos, mas para indicar o livro relevante para as pessoas, não, pois estão presos a aspectos técnicos.

Mas aí precisamos nos orientar sobre qual é o propósito de um livro infantil. Buscamos um livro infantil esperando que as crianças gostem e sejam, se possível, originais e interessantes, ou livros que soam bem pra nós, os adultos? Um tipo de livro ou tema que adultos acham importantes para as crianças?

Bem, encontro demais o segundo caso.  Não é à toa que, por quase 20 anos, as pesquisas sobre hábitos de leitura no país indiquem que não saímos da casa dos 50% de leitores. Mas, essa porcentagem precisa de análise: Se tirarmos os livros didáticos (que respondem pela metade dos leitores), leitores da Bíblia e as pessoas que mentem dizendo, por vergonha, que leram alguma coisa, deve sobrar uns 10% da população como leitora dos livros que não são obrigatórios ou devocionais.

É onde entra a prática dos livros para a criança.  O processo viciado é o seguinte:  Livro para um público que agrada APENAS quem os criou, os pares, os especialistas e imprensa, é a receita para afugentar leitores.

E isso, encontro também em livros para adultos.  Mas vou me ater aos voltados para crianças.

Quando um livro inadequado é enaltecido, passa-se uma mensagem ruim e que retroalimenta toda a cadeia: professores acreditam que aquilo é bom mesmo que discordem ou que não consigam animar uma aula; autores e editoras passam a alimentar o mercado com o mesmo tipo de literatura, e as crianças, público final, aprendem que livro é pior que droga.

João e Maria querem a droga do açúcar… e nós só oferecemos brócolis. Tem criança que gosta? Tem.  Mas deveria ser acompanhada por um psicólogo. Outro dia vi muita gente compartilhando, felizes, a reportagem de um menino prodígio que leu mais de 230 livros num ano. Um menino de 11 anos! (Podem procurar a reportagem). E todos os adultos felizes! Que desgraça. Se um menino de 11 anos está lendo tanto assim, ele só pode estar fugindo de algo: do bullying, da dificuldade de socialização ou, é tão carente de afeto, que tenta agradar aos pais e professores. Não é algo para ser valorizado por si. É provável que haja um problema.

E onde está nossa responsabilidade nisso?  Do tema que comentei no início. Adultos passando seus sonhos para crianças. No passado era a mãe querendo que a filha fosse bailarina, o pai que o filho fosse médico. Agora querem que leiam os livros que eles não gostavam. Se vingar nos adolescentes é a maldade do momento. Antigamente faziam isso registrando com nomes estranhos.

Eu tenho visto tanta coisa assim que precisei escrever esse artigo para me livrar de um câncer. Incômodo, quando não se coloca pra fora, passa pro corpo. Em mim, não!

Vi livro colorido de imagem, feito para crianças de 4 a 7 anos, falando de política, de ícones de movimentos sociais, alguns, estrangeiros, recebendo grande atenção e prêmios. Só podem estar brincando…

Voltemos a João e Maria? Pois é. Há outra lição para extrairmos dali. História de criança tem de ser como droga. Doce é droga. Oferece algo que pode atrair a criança e ela gosta tanto que se vicia.  Hoje, ajo como traficante. Vivo com livros no carro, na mochila, em sacolas… se acho alguém que não lê normalmente, eu saco da bolsa um livro. Geralmente tenho três para a chance de escolha e pergunto se a pessoa quer de graça (não me venham os leitores aqui chegarem perto achando que vão ganhar algo. Viciados têm de comprar!), quero é atrair, viciar e criar mercado pro futuro. É algo honroso? Não. Não é. Estou pensando só no meu futuro como editor.  Mas há efeitos colaterais: educação, formação de senso crítico, cidadania, reflexos positivos em todas as áreas da vida. Quero é aumentar esses 10%.

Não precisamos de pesquisas para entender que o caminho está errado.  Temos de ouvir o que as crianças nos ensinam quando olham para um livro e decidem folhear. Sem interferir. Dar liberdade de escolha até viciar. Depois, apresentar coisas novas, mais profundas, até enviesadas. Aos poucos. Logo, o processo se completa.

E quem sabe, este novo leitor, quando adulto, não se torne também um viciador em livros?

 

Dicas da Deia com Andrea Jocys

Livros com mulheres fortes

Dia das mães acabou de passar, e eu reencontrei a minha depois de muito tempo. E aí fiquei pensando, acho que deveria fazer uma lista de livros com personagens femininas fortes! Porque a gente sempre tem essa referência de uma grande mulher na nossa vida né, e isso se reflete na literatura. Então, hoje, vou indicar leituras em que a mulherada é a dona da p*hshs@ toda mesmo!!!!

A mulher com olhos de fogo – Nawal El Saadawi

Que livro senhoras e senhores!!! Nawal El Saadawi foi uma das principais autoras feministas do Egito, e nesse livro ela nos conta uma história que é ficção, mas foi inspirada em histórias reais que ela ouviu numa prisão feminina egípcia. Vamos conhecer o relato de Firdaus, uma mulher condenada a morte, e que vai contar para a autora como ela foi parar ali e porque ela vai aceitar seu destino de cabeça erguida. Gente, sério, ler os relatos do que é a vida das mulheres sob o islã, dói na alma. A gente aqui reclama de tanta coisa, mas ali, ser mulher é quase um castigo. Livraço!!!!!

Crianças da guerra – Viola Ardone

Apesar do livro ser pelo ponto de vista do pequeno Amérigo, aqui vamos ver duas mulheres extremamente fortes, cada uma em sua circunstância. O livro nos conta a história de um trem que levava crianças italianas para o Norte no pós-guerra. E vamos conhecer duas “mães” de Amérigo. Sua mãe biológica, que no meio da fome, da miséria, das injustiças da vida se vê renunciando a um filho para que ele tenha uma vida melhor. Uma mulher dura, muitas vezes fria para nós leitores, mas que soube o momento certo de ter uma linda atitude de amor e entrega. E do outro lado a mãe adotiva, uma mulher solteira, que decide dar ao garoto todo amor que ela guardava no peito e mal sabia ser capaz de oferecer a alguém que ela mal conhecida. Gente, separa o lencinho já.

Invisível – Tarryn Fisher

Mulher forte não é só para dar bom exemplo e segurar a bronca da sociedade não. Ela também pode virar no Giraya e resolver fazer justiça com as próprias mãos. E é o caso de Margô. Uma menina criada pelo abandono e a indiferença da mãe, num bairro violento, que depois da morte trágica de uma garotinha, resolve caçar um por um, os culpados por fazer tantos inocentes sofrerem. Margô usou a força que ela não achava que tinha para castigar aqueles que ela achava que mereciam. Olha, eu não julgo… o que será que cada um de nós faria numa situação extrema de violência?

Deixada para trás – Charlie Donlea

Apenas um minuto de silêncio para celebrar a maravilhosidade que é a Dra, Livia Cuty!

Sério, que personagem!!!! Lívia é a irmã de Nicole, uma garota que desapareceu misteriosamente há um ano, e não deixou rastros. Mas Nicole sumiu no mesmo dia que Megan, e ela conseguiu fugir do cativeiro. Livia quer respostas, e carrega com ela a culpa de não ter atendido o último telefonema da irmã antes de ser raptada. Agora, ela se especializou em medicina legal, porque não tem esperança de encontrar a irmã vida, e sabe que somente o corpo de Nicole vai dar as respostas que ela tanto busca. Vraaaaaaah

Gente, que mulher inteligente, decidida, corajosa, e na falta de um adjetivo melhor, FODA!!!! Por mim Charlie podia dedicar uma série de livros só pra Dra. Livia!

O vale dos mortos – Rodrigo de Oliveira

Eu vou falar de uma personagem só, mas ao longo de toda a série do Rodrigo de Oliveira teremos muitas mulheres poderosas sobrevivendo ao apocalipse zumbi, algumas delas inclusive vão mudar todo o rumo da história lá no meio da série, mas aí vocês vão ter que ler pra saber. Hoje eu vou falar da primeira mulher que vamos conhecer, e que vai ser uma das fortalezas dessa saga, que é a Estela.

Estela é uma mãe de família comum, que no desespero se torna uma leoa para proteger sua família e outras pessoas que vai encontrar pelo caminho. Imagina só você estar com a sua família num shopping e de repente as pessoas desmaiarem e acordarem atacando umas as outras? Estela e Ivan são o casal principal da saga, e de cidadãos comuns, vão virar dois guerreiros que ajudarão outros sobreviventes a enfrentar o apocalipse zumbi. Estela aprende a matar, a atirar, a fazer estratégias, a comandar uma comunidade, sem perder a doçura e o amor por cada um dos que estão ao seu lado. MULHERÃO!!!!

E você, qual a sua personagem feminina mais marcante? Conta pra gente aqui nos comentários. E logo eu volto com mais uma listinha!!!!

 

Faro Editorial compra os direitos de sua primeira série de fantasia, que vai misturar magia com a realidade

Um mundo mágico que existe atrás de um véu. O Reino Unido como o conhecemos, mas com o monarca Edward VIII no trono ao invés da rainha Elizabeth II. Uma batalha entre humanos e fadas. Uma garota de 12 anos vivendo entre os dois mundos paralelos em busca de sua mãe. E tudo isso misturado a magia, lutas feéricas, e o mundo real. Essa é a premissa da série fantástica “Hedgewitch Series”, da australiana Skye McKeena, que a Faro Editorial acaba de adquiria em preemptive.

Considerada uma promessa da fantasia para os próximos anos, e apresentando um mix entre a História sem Fim, O mundo sombrio de Sabrina, A sociedade secreta dos Sete e a saga Harry Potter, a autora nos leva para um universo onde os Tudor reais entraram em combate com as fadas, e um mistério gira em torno dessa batalha épica. Nos dias atuais, pouco se fala sobre essa lenda, mas crianças estão desaparecendo misteriosamente em todo o Reino Unido.

Quem vai nos contar essa história é a pequena Cassie Morgan, de apenas 12 anos, que vive em um internato desde os 5 anos, quando sua mãe desapareceu. Sempre em busca do paradeiro da mãe, lidando com o bullying dos colegas e ao mesmo tempo fascinada por essa história mística da Grã-Bretanha, Cassie vai descobrir durante uma fuga do colégio que na verdade esse mundo de fantasia é mais real do que parece, e as fadas não são nada como nos livros.

Cassie é uma bruxa, descendente de uma linhagem antiga de feiticeiras que protegem o balanço entre o mundo real e o feérico, e que estão investigando o desaparecimento das crianças. Disposta a encontrar a mãe, e ao mesmo tempo saber quem realmente é, Cassie vai começar a despertar a magia que existe nela, e também criaturas das trevas que a querem morta.

A série, composta de 5 livros, será lançada em 2022 nos Estados Unidos e também no Brasil, pelo selo Milk Shakespeare.

“A história da Filosofia” no podcast Página Cinco

Podcast Página Cinco do UOL indicou nossos volumes de “A história da Filosofia” de Will Durant, e Rodrigo Casarin bateu um papo com o Editor Pedro Almeida sobre essas publicações!

Faro Editorial vai lançar série infanto-juvenil para os fãs de videogames

Muitos fãs de jogos eletrônicos devem imaginar como seria se a vida fosse um videogame, com jetpacks, tanques de guerra, vidas infinitas e bônus, mas Jesse Rigsby, de 12 anos, sabe que ser sugado para um videogame não é tão divertido quanto você pensa.  A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de uma nova série infanto-juvenil para o selo MilkShakespeare, “Trapped in a Videogame”, de Dustin Brady.

Com ilustrações e aventuras que lembra em muito o game Minecraft, o autor nos mostra que talvez a vida num jogo não seja tão divertida quando parece, e pode ser tão perigoso quanto as pessoas que criam esses mundos.  Com muita ação, grandes reviravoltas e toneladas de humor, esta série fará com que seu fã de videogame implore por apenas mais um capítulo.

Rigsby, de 12 anos, agora odeia videogames – e por um bom motivo: um personagem de jogo está tentando matá-lo. Depois de ser sugado para o novo jogo Full Blast com seu melhor amigo Eric, Jesse rapidamente descobre que está sendo seguido por uma figura misteriosa. Se ele não descobrir o que está acontecendo rápido, ele ficará preso para sempre! Afinal, o que acontece quando seu jogo favorito se volta contra você?

A série de 5 livros deverá começar a ser lançada no Brasil em 2022.

Batendo Emenda com Carla Sacrato

Oi, pessoal!

Eu sou a Carla do departamento editorial da Faro e pra começar essa coluna vou contar um pouco do que eu faço!

Antes de tudo, você sabe o que o nome da coluna significa? Para quem é do meio a palavrinha “emenda” diz muita coisa e pode ser um pesadelo se vierem aos montes! Antes do livro chegar bonitinho pra você ler são feitas várias revisões! E, ao longo dessas revisões, são feitas diversas correções que nós chamamos do quê? Emendas!

As emendas podem ser feitas no arquivo de Word, PDF ou para os mais saudosistas em uma prova de papel mesmo (já já eu explico o que é uma prova). Num momento mais avançado do processo cabe ao designer fazer as emendas. E nós editores vamos bater as emendas, isso quer dizer que vamos verificar se as correções foram feitas.

Bater emenda pode ser um processo demorado porque você precisa checar uma por uma, é um pente fino pra ter certeza que não passou nenhum errinho.

 

Bom, agora que já expliquei o que é emenda, vamos falar das provas! A cada correção vai sendo gerada uma nova prova. Nós podemos ter as provas digitais que alguns chamam de ozalid ou temos as provas físicas que são impressas na própria editora numa impressora comum ou feita na gráfica e enviada para o escritório.

Termos como prova e emenda são corriqueiros na rotina de uma editora, mas isso é só uma parte pequenininha de todo o processo. O editorial lida com diversos setores da editora. O próprio nome diz! Dentro de uma editora tudo nasce do editorial.

Nós solicitamos ao departamento gráfico os orçamentos dos próximos livros, informando número de páginas, tipo de papel, quantidade de cores, acabamentos, etc. Passamos ao departamento comercial as informações cruciais para o sucesso do livro no mercado. Alinhamos com o departamento de comunicação e marketing a estratégia e público-alvo de cada publicação… calma que tem mais!

Lidamos com autores (afinal é dali que vêm os livros), com os agentes, designers, preparadores, revisores… é um universo de pessoas e atividades que entrelaçadas fazem os livros nascerem.

Podemos passar uma vida falando do processo de fazer livros e mesmo assim não teremos tempo suficiente, mas, aos pouquinhos, vamos mostrando mais do nosso mundo e dando pistas do que vem por aí!

Até a próxima (:

Faro Editorial lança “Super Performance” de Diógenes Lucca, especialista em formação de equipes de elite no Brasil

Obra identifica os atributos fundamentais das pessoas que buscam a excelência na atividade profissional

Quando a sociedade tem um problema ela chama a polícia, e quando a polícia tem um problema? Ela chama as tropas de elite. E nas empresas? Como e a quem recorrer nos momentos de crise ou de necessidade de aprimoramento, mais qualidade na produção e realinhamento de produtos e serviços? É aí que os profissionais de alta performance fazem toda a diferença, mas afinal, quais são as competências e como aprimorar esse potencial?

A Faro Editorial lança este mês o livro “Super Performance”, de Diógenes Lucca, um dos comandantes criadores do GATE – tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo -, um dos maiores negociadores da polícia brasileira, e professor de negociação na FIA. Na obra, Diógenes explica como os fundamentos das tropas de elite da polícia são aplicáveis no mundo corporativo para profissionais de elite.

Em todo o mundo, as equipes de elite têm como particularidade uma mesma característica: serem verdadeiras ilhas de excelência dentro das próprias instituições. Essas tropas são times que têm como obsessão a busca pelo erro zero, o trabalho perfeito, cliente feliz e o trabalho que que retroalimenta o ciclo pelo alto nível em todas as fases de uma atividade em equipe.

Com sua experiência no comando de tropas especiais em mais de uma década, Diógenes Lucca mostra como essas excelências exigidas podem ser aplicadas no mundo corporativo.

O autor oferece ferramentas comportamentais e indica quais atitudes precisam ser incorporadas para alcançar níveis de máxima performance. Quem deseja estar muito acima da média é necessário investir na mudança de mentalidade sobre como explorar a criatividade, trilhar caminhos novos, chegar sempre na frente e cumprir seu objetivo, sem queimar etapas.

 

Ficha Técnica

Título: Super Performance

Nº de páginas: 144

Preço: R$44,90

 

Sobre o autor:

DIÓGENES LUCCA foi um dos fundadores e comandante do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo). Com o apoio de sua equipe foi o responsável por uma mudança de paradigma que projetou o GATE em um nível que inspira outras equipes no país. Todo esse aprendizado atualmente é compartilhado nas suas palestras no mundo corporativo e nas redes sociais. Também atua como professor de Negociação do MBA da FIA/ USP, comentarista de segurança e sócio diretor da The First Consultoria.

 

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

andrea@agenciablogueria.com.br

+55 (11) 98146-2630

Faro Editorial lança edição do clássico “A Arte da Guerra” se Sun Tzu

O maior guia de estratégias de batalha em campo, que inspirou gerações de comandantes, empresários e personalidades ao redor do mundo

Escrito no século IV antes de Cristo, e um dos livros mais lidos e aclamados ao longo de milênios, os ensinamentos de Sun Tzu seguem inspirando pessoas em todo mundo por seu espírito atemporal. Como isso é possível? As táticas para vencer uma batalha, conhecer seu inimigo, o campo do combate e as consequências de suas escolhas, não mudam. O que muda é quem as coloca em prática e de que forma, essa é a verdadeira arte da guerra!

A Faro Editorial lança mais um clássico pelo selo Avis Rara, “A Arte da Guerra” de Sun Tzu. Uma das leituras obrigatórias para empreendedores, gestores de todas as áreas, militares e universitários, o livro apresenta táticas de batalha que são aplicáveis em todas as áreas da vida, e que seguem acompanhado gerações e gerações.

Hoje, seus ensinamentos foram transportados para longe dos campos de batalha, tornando-a uma das obras mais importantes sobre estratégia profissional, tanto para empresas quanto para indivíduos que desejam alcançar sucesso em qualquer área da vida.

Algumas das lições fundamentais de Sun Tzu sobre lutar e vencer todas as batalhas:

  • A excelência suprema consiste em minar a resistência do inimigo e vencê-lo sem que haja qualquer batalha.
  • Informação é crucial. Nunca vá para a batalha sem saber o que pode enfrentar.
  • Um líder comanda pelo exemplo, não pela força.
  • A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca mostra que ela é abundante.
  • A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.

 

Ficha Técnica

Título: A Arte da Guerra

Nº de páginas: 160

Preço: R$34,90

 

Sobre o autor:

Sun Tzu foi um estrategista, general e filósofo chinês que viveu há cerca de 2.500 anos. Este livro foi colocado no topo dos Clássicos Militares da China em 1080 pelo imperador Shenzong de Song e, desde então, tem sido o texto de estratégia mais influente no Leste Asiático. Descoberto nas últimas décadas pelo mundo ocidental, passou a influenciar o pensamento militar, as táticas de negócios, as estratégias de retórica e muito mais. Seus conselhos inspiram legiões de líderes a motivarem outros na busca do sucesso em qualquer empreendimento, por meio da persistência, paciência e tática adequada.

 

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Assessoria de Imprensa

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Avis Rara lança livro que debate a Guerra Cultural e a narrativa de desconstrução do Ocidente

Obra do filósofo canadense Stephen R.C Hicks explica as ideias que fundamentam o Marxismo Cultural

 

O pós-modernismo é definido por uma atitude de ceticismo, ironia ou rejeição aos estudos consagrados de toda a trajetória humana. É também extremamente crítico da racionalidade do Iluminismo e concentra seus esforços no papel da ideologia para a manutenção do poder político ou econômico. E em grande parte, é nele que tem se baseado o discurso da esquerda moderna, e é preciso entender o porquê dessa mudança e como isso atinge diversas camadas sociais.

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara “Guerra Cultural”, livro do filósofo canadense Stephen R.C Hicks, que explica o pós-modernismo e como ele se infiltrou na mídia, na cultura, na educação, na política e em outras esferas sociais.

O pós-modernismo frequentemente propõe a flexibilização de conceitos ou tenta ressignificar ideias, a fim de estabelecer suas narrativas, quase sempre, impossíveis de serem verificadas, afinal, sua proposta é manter-se no ambiente das incertezas. E essa é sua principal arma política.

Com base em uma detalhada análise filosófica, Stephen Hicks explica como determinadas ideias – a reação cética ao Iluminismo, as premissas coletivistas e a consciência da crise do socialismo real – serviram de fundação para a emergência da nova esquerda pós-moderna.

Essas ideias foram adotadas não apenas por motivos teóricos, mas também políticos: o relativismo e o niilismo presentes nas ideias pós-modernas permitem que a esquerda possa, de uma só vez, subjugar seus adversários e manter sua fé num projeto coletivista que a história já demonstrou inviável.

“Stephen Hicks detalha todo o percurso que culminou na estratégia pós-moderna da esquerda contemporânea” – GUSTAVO MAULTASCH, Diplomata, doutor em administração pública pela Universidade de Illinois-Chicago.

“Nossa cultura se encontra atualmente envolvida em uma guerra de ideias, e essas ideias precisam ser compreendidas” – JORDAN PETERSON autor de 12 regras para a vida

 

Ficha Técnica

Título: Guerra Cultural

Nº de páginas: 240

Preço: R$44,90

 

Sobre o autor:

Stephen Hicks é um filósofo canadense-americano. Ele leciona na Rockford University, onde também dirige o Center for Ethics and Entrepreneurship. Hicks obteve seu bacharelado e mestrado em artes pela University of Guelph, e seu doutorado em filosofia pela Indiana University Bloomington.

 

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Avis Rara lança livro sobre os 20 maiores nomes do liberalismo

De John Locke a Jordan Peterson, Rodrigo Constantino esmiuça as ideias e obras daqueles que formaram a escola Liberal ao longo dos séculos

O ambiente de ideias no Brasil se mostra bastante contaminado por conceitos errados e até mesmo bizarros. Segundo Rodrigo Constantino, uma névoa ofusca a razão dos brasileiros e reina no país um verdadeiro apagão intelectual. Na esperança de contribuir para reduzir esse blecaute mental, o autor fez uma grande análise da obra de vinte dos principais pensadores do liberalismo, desde os mais libertários até os mais conservadores, afinal, conhecimento é a melhor arma contra a desinformação.

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o novo livro do economista e articulista Rodrigo Constantino. Em “Pensadores da liberdade”, Constantino apresenta ao leitor o resultado de duas décadas de estudos dos grandes mestres do pensamento liberal, incluindo, entre outros, John Locke, David Hume, Adam Smith, Edmund Burke, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Ayn Rand e Karl Popper.

Analisando e sintetizando pensamentos que muitas vezes são bastante complexos de autores clássicos e contemporâneos, o autor expõe um panorama claro, preciso e bem formulado dos principais argumentos que constituem a base do liberalismo. Por meio da influência desses mestres, o livro oferece uma visão e um entendimento a respeito da liberdade e o que devemos fazer para chegarmos mais perto desse ideal.

O que Pensadores da liberdade oferece é matéria consistente para que cada pessoa possa construir a própria reflexão sobre os valores de uma sociedade verdadeiramente democrática.

 

Ficha Técnica

Título: Pensadores da Liberdade

Nº de páginas: 448

Preço: R$79,90

 

Sobre o autor:

Presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal e membro fundador do Instituto Millenium, RODRIGO CONSTANTINO nasceu no Rio de Janeiro, em 4 de julho de 1976. Formou-se em economia pela PUC-RJ em 1998 e obteve o MBA em finanças pelo IBMEC em 2000. Atuou no mercado financeiro de 1997 a 2013. Frequentemente polêmico, como articulista, colunista e comentarista, foi colaborador de importantes meios de comunicação, como Veja, Valor Econômico, O Globo, Istoé, Jovem Pan. Entre os vários livros que escreveu, incluem-se Esquerda caviar, Contra a maré vermelha e Confissões de um ex-libertário.

 

 

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Faro Editorial lança sobre capa especial para “O Escravo de Capela”

Em sua terceira reimpressão desde o lançamento em junho de 2017, o romance de terror do cineasta Marcos DeBrito volta para as livrarias este mês com uma sobrecapa especial comemorativa, focando também no público que ainda não conhece a obra e é atualmente o maior consumidor de livros: as mulheres.

O Escravo de Capela poderia muito bem ser um romance histórico, pois o drama principal são as relações entre os membros da família Cunha Vasconcelos e as consequências pelos longos anos de tratamento cruel dado aos escravos. Mas o autor é conhecido por entregar uma visão aterradora dos males reais que afetam o ser humano, trazendo terror às suas tramas como representação do pior que existe dentro de nós.

Sobre a nova arte de capa, o Publisher Pedro Almeida explica o motivo da escolha da nova ilustração “Decidimos fazer uma sobrecapa para comemorar a terceira reimpressão do livro com uma versão enigmática, mas em primeiro plano, do personagem principal em fuga – o seu momento crucial da história, antes dele se transformar na lenda do folclore brasileiro”.

O romance se passa no ano de 1792, auge da era colonial brasileira, quando a produção de açúcar nas fazendas de cana era controlada pelas mãos impiedosas dos senhores de engenho. Os homens acorrentados que não derramassem seu suor no canavial encontravam na dor de um lombo dilacerado o estímulo para o trabalho braçal. Não eram poucos os negros que recebiam no pelourinho a resposta truculenta para sua rebeldia. Pior ainda àqueles que, no desejo por liberdade, acabavam mutilados pelo gume de um terçado. No retorno de um morto que a terra deveria ter abraçado surge o pior dos pesadelos. E como se não bastasse o terror que assombra a casa-grande ao cair da noite, um conflito que parecia enterrado é reavivado, podendo destrancar um segredo capaz de levar todos à ruína.

Aqui nossas lendas não parecem fábulas para crianças. Aqui elas são muito mais próximas do real.

Faro editorial acaba de comprar mais um livro das autoras de “A Garota Anônima”

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de mais um livro das autoras Sarah Pekkanen e Greer Hendricks, o thriller “You are not alone”. Depois do lançamento bombástico do primeiro livro das autoras pela casa em janeiro de 2021, “A Garota Anônima”, que segue como um dos livros mais elogiados pelos leitores neste início de ano, mais uma história que vai mexer com os nervos dos fãs de um bom suspense.

Neste livro vamos conhecer duas histórias de vida completamente opostas, mas que vão se cruzar de uma forma sinistra e inesperada. Um thriller poderoso, tortuoso e emocional que investiga o lado sombrio das emoções humanas, a obsessão e as linhas tênues a serem cruzadas em nome da amizade e pertencimento.

Você provavelmente conhece alguém como Shay Miller. Ela quer encontrar o amor, mas nunca consegue um relacionamento que dure. Ela quer ser realizada, mas seu trabalho é um beco sem saída. Ela quer pertencer a algum grupo, mas sua vida está se tornando cada vez mais isolada.

E você provavelmente não conhece ninguém como as irmãs Moore. Eles têm um círculo de amigos sólido. Elas vivem uma vida de glamour e perfeição. Elas sempre conseguem o que desejam. Shay acha que ela quer a realidade delas. Mas o que as irmãs realmente querem é a vida de Shay, literalmente.

O livro deverá ser lançado no Brasil em 2021 e já teve os direitos de publicação vendidos para Itália, Coréia e Rússia.

No Prelo com Diego Drummond

O jeito Faro de fazer

Primeiro de tudo quero me apresentar para você leitor da Faro. Meu nome é Diego Drumond, atuo na área administrativa e operacional da editora. Eu sou daqueles por trás dos holofotes e na frente das máquinas, e faço parte da equipe que recebe o livro das mãos dos artistas para cumprirmos a missão de replicar inúmeras cópias e distribuirmos aos leitores.

Acho que muita gente que conhece a Faro, que compra e lê os nossos livros, já percebeu que existe um padrão Faro de qualidade nas nossas edições, e hoje eu resolvi contar para vocês um pouco sobre como nós criamos esse nosso modelo de editar e imprimir livros.

E aí vale relembrar o início mesmo da editora, lá em 2012, quando esse sonho começou a ganhar corpo. Quando a ideia de criar a Faro surgiu, o mundo estava mergulhado numa crise – a primeira de muitas que o mercado editorial, e o resto dos setores, iria enfrentar, lembra da marolinha? -, mas naquele momento, a criação de uma nova editora chamou atenção, tanto é que a manchete que saiu no Estadão anunciamos o lançamento da editora foi “Jovens ignoram crise e se unem para criar a Faro”.

Agora o “jovens” já não vale mais, e já estamos enfrentando a enésima crise. E naquele momento, o que nós buscávamos como profissionais que já estavam no mercado editorial há tempos, era algo que nos destacasse dos demais. Eu e o Pedro sempre tivemos o costume de nos encontrar em livrarias para conversar, fazer planejamentos, e ficávamos andando pelos corredores, pegando livros na mão e afirmando que a nossa editora faria algo diferente.

O que notamos nessas incursões é que muitas editoras estavam perdendo qualidade, talvez por desespero com o cenário desfavorável, usando papel mais fino nas capas, tirando verniz, laminações especiais, relevo… As editoras estavam removendo os acabamentos mais “luxuosos” das capas para baratear o livro. Papel não tem tabu. Se você reduz formatos economiza papel, se opta por uma gramatura mais fina, mais leve, diminui o custo – já que o papel do livro é pago por quilo -, usando papéis mais finos e de qualidade inferior, o gasto com a matéria prima era menor.

Percebemos que aquilo estava virando uma tendência de mercado naquele ponto – e era uma forma que as editoras acharam para economizar -, por isso nós decidimos ali algo que virou de certa forma a marca registrada da Faro, andar na contramão e fazer justamente o contrário: se algumas editoras precisaram reduzir a qualidade, nós vamos subir a nossa régua com os acabamentos e procurar o melhor papel para imprimir nossos livros. Começamos a pesquisar então qual papel tinha maior corpo para imprimir livro-texto no mercado, qual dava o melhor contraste com preto sem ofuscar a visão, para uma leitura menos cansativa… e foi aí que chegamos no Pólen Bold 90gr.

Esse é sem dúvida o melhor papel para impressão de livros, com um tom off-white, que aos olhos parece mais amarelado, e que permite a leitura por mais tempo do que a folha branca. Optamos por um papel de gramatura 90, quando a maioria dos livros é impresso com papel 70, 80… isso não apenas ajuda na leitura, mas deixa o livro mais encorpado, mais bonito.

E depois de escolher o papel ideal, decidimos que colocaríamos todos os efeitos possíveis e imagináveis, deixando os designers livres para usar a criatividade, tratando a capa como ela realmente é: a embalagem mais bonita possível para as histórias dos livros. Então foi aí que fizemos dezenas de testes com relevos e pantones especiais, até chegar no que temos hoje.

A ideia era justamente fazer um  livro para que o leitor desejasse aquela edição na sua estante, quisesse ter aquele exemplar nas mãos, que fosse um belo presente, era pra despertar a vontade de ter aquele material físico pelo excelente projeto gráfico e pela história contida nele. O pacote completo!

Então, naquele momento, eu e o Pedro decidimos por isso, e resolvemos seguir esses padrões na editora como forma de entregar um livro superior ao que era média de mercado naquele tempo. Nós hoje temos títulos com três tipos de hot stamping – que é um efeito especial metalizado, que onera de forma pesada o custo de impressão – na mesma capa, como se pode ver no livro Vozes do Joelma. Esse é um baita exemplo! Esse é o tipo de livro que pouca gente faz, e que desconhecemos similar em livros de alta tiragem, por que quem faria três hot stampings na capa de um livro só para dar o efeito de fogo?

Mas a gente entende que é justamente essa ousadia, essa liberdade de criação, e não o quanto vai custar, que fazem a diferença! É isso que permite que aquele livro vire realmente uma peça especial, que seja também uma obra de arte, que tenha muita criação ali, de um designer, de artistas, de pessoas que pensaram o livro também como um material diferenciado para se ter nas mãos, para se querer em casa.

Isso foi um dos grandes diferenciais que ajudaram a Faro a se destacar no mercado e ganhar muito espaço junto às livrarias e aos leitores, e é nosso maior trunfo no campo da produção gráfica: demos liberdade aos artistas e designers, sem limites estreitos vindos da área industrial, assim eles podem criar o que de mais bonito puderem para nossos leitores.

Todas as nossas edições possuem capas com orelhas, todos eles têm também uma impressão no verso da capa… A gente brinca que tem aversão a papel branco, papel foi feito para ser impresso, com arte. E aí o céu é o limite, optar por uma cor especial, tinta ouro, artes especiais, ilustrações, pintamos de acordo com a personalidade de cada livro.

Então essa vontade de transformar o livro numa obra de arte, numa peça para ser também admirada, para ser possuída, presenteada, fez com que criássemos essa personalidade da produção gráfica da Faro, toda diferente, toda especial.

Eu posso te desafiar a avaliar nossos livros! Não tem nenhuma edição aqui que você pega na mão e fala ‘nossa, é banal’. Você sempre verá nos livros nossa personalidade!

Acho que deu para entender um pouco como tudo começou, e logo eu volto pra falar mais sobre esses acabamentos especiais que eu citei, e que aposto que você leitor ficou curioso!

Até o próximo No Prelo!

Dicas da Deia com Andrea Jocys

Olá faroníacos!!!!

Pra quem ainda não me conhece, eu sou a Andrea da comunicação da Faro – aquela loirinha que vira e mexe tá no stories da editora. E a título de curiosidade, que ninguém perguntou, eu AMO uma lista!!! E Pedro Almeida sabendo disso, me incumbiu de fazer algumas para vocês com indicações de livros.

Então quinzenalmente virei aqui com listas temáticas e muitas leituras incríveis!!! E pra estrear essa coluna, nada melhor do que falar do nosso best-seller, o autor Charlie Donlea!!! Hoje o post é para você que amou os livros do nosso gênio supremo do suspense!

Vou falar de 5 livros que podem te interessar porque tem toques do que o Charlie nos apresenta em suas histórias, então bora conhecer outros thrillers??

Morte Lenta – Matthew Fitzsimmons

Este é um thriller policial INCRÍVEL! Super indicado pra quem gosta de livros com ação, porque gente, tem perseguição, tem complô político, tem segredos de família, tem morte, prisões injustas… tudo que a gente adora numa história dessas!

Vamos acompanhar a trama de dois personagens centrais: Gibson Vaughn e a Suzanne Lombardi. Os dois cresceram juntos, porque o pai do Gibson trabalhava com o da Suzanne, eles eram como irmãos. Mas rola uma treta, babado e confusão, e o pai do Gisbon é preso injustamente, e ele era aquele adolescente revoltado high tech que manja das coisas de TI, decide hackear uns documentos do Benjamin Lombardi, pra tentar provar a inocência do pai.

Mas gente, esse homem era APENAS um senador americano, então claro que o Gisbon se dá mal, e vai preso também. E nesse meio tempo, a Suzanne desaparece! A única pista da menina é um vídeo de um posto de gasolina, e parece que ela estava fugindo. De quem? Com quem? Pra onde? Não se sabe!

Voltamos para o presente, 10 anos se passaram, Gibson sai da prisão e Suzanne ainda é um mistério. E então ele resolve tentar descobrir o que afinal aconteceu com ela, com o pai dele, e aí… gritaria e ranger de dentes!!!! Um suspense envolvente que se desenrola nos bastidores da Casa Branca, onde todos podem ser suspeitos, e muito pouco pode ser dito. RECOMENTO FORTE!!!!

Rio Vermelho – Amy Lloyd

Aqui temos mais um thriller psicológico plus aquelas séries de mulheres que se apaixonam por criminosos, manja? O mote desse livro é um romance entre uma professora e um condenado pela morte de diversas mulheres.

Sam vive na Inglaterra, e ela é uma daquelas pessoas fissuradas por crimes sem solução. Nos fóruns de debate na internet ela conhece o caso de Dennis, um cara que foi condenado nos Estados Unidos pela morte de várias mulheres, mas que alega ser inocente. E como nenhum corpo foi encontrado, não tem nada que prove a culpa real dele nesses crimes.

Sam começa a se envolver nessa história, e a trocar cartas com ele. E aí minha gente, bota Britney para tocar: “Mama I’m in love by a criminal…”.

Ela se apaixona por ele, larga tudo e vai para os Estados Unidos encontrar o boy probleminha. Paralelo a esse romance, vamos conhecer a história do Dennis, que era um garoto confusão na cidade, e meio que foi acusado por tudo isso porque afinal, quem mais poderia ter sido além do encrenqueiro da região? E isso desperta o interesse de um daqueles cineastas que gostam de provar a inocência de pessoas enquanto ganham milhões com uma série documental.

Enfim, Dennis vai sair, Sam tá lá esperando o grande amor, mas minha gente, MINHA GENTE… a coisa começa a ficar estranha. Os dois vão pra uma cabana no meio da floresta, e começa a bater aquele arrependimento de #quequeeutofazendocomaminhavida na Sam… Quem é inocente e quem é culpado, é o que vocês têm que descobrir com a leitura!

Garota anônima – Greer Hendricks e Sarah Pekkanen

Nosso lançamento de janeiro, e uma das melhores leituras que fiz em 2021. SÉRIO!!! Sou fã de thriller psicológico e não nego, agora imagina um desses que realmente tem um psicólogo envolvido? Medo real!!!!

Nesse livro, não tem nenhum santo, já vou avisando!!! Jéssica, a personagem central, é uma quebrada!!! E ela entra num esquema de uma pesquisa da Universidade de Nova York sobre comportamento humano, se passando por outra pessoa. Começou bem hein Jess!

Só que ela desperta o interesse da pessoa que comanda esse estudo, porque ela é realmente #sincerona nas respostas, e isso faz com que ela seja chamada para mais conversas, e para mais testes. Mas a coisa vai ficando meio fora de controle, a pessoa por trás do estudo pode estar usando a Jess para outras cosias além de uma simples pesquisa comportamental, e ela começa a tentar entender o que está rolando ali.

Gente… mortes, mentiras, manipulação, chantagem… tem como não amar????

Stalker – Tarryn Fisher

O primeiro e mais importante ponto dessa história: ela é real!!!! Não totalmente, mas a Tarryn tem sim uma stalker, que era sim uma amiga dela, e fez grande parte das coisas que ela conta no livro. Então só aí, Deus me dibre!

O livro vai nos contar a história da Fig Coxburry, uma mulher amarga, invejosa, que vai entrar na vida de Jolene e fazer a maior confusão. Vamos ler pelo ponto de vista de três personagens: A Fig, Darius que é marido da Jolene – e um safado, sem vergonha naquela cara dele –  e a Jolene.

Não temos uma trama policial, nem assassinatos, mas o interessante é ver uma psicopata como a Fig se instalando na vida de gente comum, e conseguindo destruir laços de amor e amizade, apenas para satisfazer suas próprias vontades. Eu não boto minha mão no fogo de que seja desse jeito que os assassinos comecem a pegar gosto pela coisa viu… uma mentira ali, uma manipulação aqui, não pagar por um crime acolá… e aí, já viu.

Mas a Fig vai simplesmente cismar que quer a filha desse casal, a casa deles, as roupas da Jolene, as amigas, o jeito de falar, e por que não, a vida toda da Jolene! Cuidado com os migues hein!!!!

Colega de quarto – Victor Bonini

E por último, mas não menos importante, um thriller nacional, de um detetive que eu ADORO!! Colega de quarto é o primeiro livro do Bonini em que seremos apresentados ao detetive Conrado Bardelli, o Lyra. Nosso personagem é um ex-policial aposentado, que resolve abrir uma agência de detetives particular, e um belo dia recebe a visita de um garoto que o deixa perturbado. Eric é um menino de 21 anos, de uma família tradicional, que chega no escritório do Lyra meio que “mandando” ele resolver um mistério.

Oi, filhinho, senta lá vai…

Lyra não dá muita atenção para o Eric, porque a história parece mais um delírio de um cara mimado – e possivelmente a base de alguma droga. Onde já se viu, inventar que tem alguém morando no seu apartamento e você não vê a pessoa? Eric relata isso para o Lyra, de que existe um colega de quarto invisível em seu apartamento, deixando escova de dente no banheiro, chinelos no quarto, ligando micro-ondas à noite, dando descarga… e como Lyra não é um caça-fantasmas, ele manda o Eric embora. Só que, tchan, tchan, tchan, TCHAAAAAAAN… o Eric cai, ou pula, da janela do seu apartamento no 15º andar. E Lyra resolve entender, afinal, quem estava ali? Era delírio ou realmente esse garoto estava sendo perseguido?

Só leiam!!!

Bom, é isso gente, logo eu volto com mais uma lista pra vocês!!!

Boas leituras!

Sexto livro do autor best-seller Charlie Donlea será lançado pela Faro Editorial no segundo semestre

Com mais de meio milhão de exemplares comercializados no Brasil, há quase 2 anos na lista dos 10 livros mais vendidos no país, o autor Charlie Donlea acaba de entregar seu novo livro. “Twenty Years Later”, será lançado no segundo semestre de 2021 no Brasil e nos Estados Unidos e depois em mais de 20 países.

Com uma história cheia de reviravoltas, que levam seus personagens entre presente e passado, o romance inicia contando sobre um crime ocorrido em 2001, que teve seu desdobramento encerrado no maior ato terrorista da década, o atentado as Torres Gêmeas do WTC.

Uma mulher acusada de um assassinato brutal foi uma das vítimas do terror daquele 11 de setembro, e sua inocência – ou culpa – nunca foram provadas. E ao ter seus restos mortais encontrados nas cinzas daquela tragédia, eis que seu passado volta a ser notícia para a jornalista Avery Manson, âncora de um programa televisivo de crimes reais, que é procurada pela irmã de Victoria Ford, para investigar novamente – agora, com o desenvolvimento de técnicas mais avançadas.

Avery vai mergulhar numa investigação alucinante pela verdade, ao mesmo tempo em que vai tentar manter o seu próprio passado escondido dos holofotes. Afinal, que é vítima nessa história?

 

Papo Editorial com Pedro Almeida

A re-reinvenção do autor

Ok. O tema parece batido. E você está certo! Mas desde o início da pandemia ocorreram muitas mudanças no cenário editorial, na forma como as pessoas divulgam e promovem seus livros, mesmo numa grande editora. E essa parte, sim, é a novidade.

Em todo o país, especialmente nos grandes centros, as livrarias ficaram fechadas por muito tempo…. e ainda não há como prever quando voltaremos ao normal (normal significa: lojas abertas, comércio aberto, shoppings abertos).

Depois que abrirem, segundo o dataPedro, pelo menos 30% de todas as livrarias estarão quebradas e não retornarão mais. Penso que o mesmo percentual de editoras também quebrará, mas a notícia das editoras não se tornará pública. Quando uma livraria quebra, a notícia se espalha. A loja fecha as portas e o lugar fica vago.  Quando uma editora quebra, ela simplesmente para de publicar. Às vezes, fica num estado de inércia que pode durar anos, e até voltar ao jogo, ou definhar vendendo o estoque remanescente nos anos seguintes.

O fato é que acabaram os espaços para pilhas de livros, vitrines, tabloides, mostruários perto do caixa, livros expostos por temas e afinidades, e esse sempre foi o grande diferencial de comunicação dos lançamentos. Uma livraria .com não tem esse espaço de comunicação com os leitores. Elas vendem livros especialmente para os leitores que os autores já têm.

O horizonte está nublado. Mas não podemos ficar esperando que tudo volte ao normal.

A crise está acontecendo com todo tipo de empresa, mas quem estiver preparado sofrerá menos. O que quero dizer aos autores é que eles terão de encontrar mais formas de se comunicar com os leitores. Comunicar com leitores não é postar foto de comida ou transformar as redes num catálogo de exibicionismo hedonista ou de lacração a qualquer polêmica do mundo. Isso estará mais para um blogueiro do Big Brother ou para quem quer ser convidado para uma edição de programas como “Perdidos em Floripa”.

A comunicação de um escritor ocorre com textos. Podem ser os não verbais? Pode. Mas sem exagerar, a menos que o seu livro seja de linguagem corporal.  E recomendo textos que se comuniquem com o seu público, que façam os leitores desejarem ler mais. “Ah… mas as pessoas não leem nada nas redes sociais.”  Mas se você está lá para contatar seus leitores e só fica postando selfies, qual o propósito? Insultará quem inventou a internet!

Mas como divulgar livros quando a simples exposição nas lojas e os eventos presenciais de lançamentos não acontecem mais?  Lives? Não sei mais quem aguenta tantas lives. Se quiser um inimigo me convide para uma. Ok. Esse texto eu escrevi para me preparar para uma LIVE, para compartilhar algo que estou percebendo. Mas live toda hora não dá. Prefiro comer Jiló. Cada vez que me chamam para uma live desisto de avaliar um livro (tô de brinks). Ok. Cada vez que uma live acontece um anjo perde a asa. Mas apenas uma. Que se descola em pleno voo para o tombo ser filmado e virar meme “Oh no! Oh, no!”

O autor precisa escrever e alcançar o seu público. Opiniões fortes, hoje, estão fora de moda. Todos querem opiniões agradáveis, fofas. Se tem uma opinião forte, poste e deixe visível apenas para você. Por isso aconselho a todos os autores com quem trabalho a não postar nenhum assunto em suas contas profissionais que não sejam sobre seus livros. Eles ouvem?  Acho que não.  Apenas me bloqueiam para que eu não fique irritado. Pra mim, traição que eu não vejo, não me interessa. Não deixem que eu saiba, porque se eu descubro, rogo uma praga.

Marketing digital ainda é uma incógnita. O que se vende de livro não paga os impulsionamentos, mas é preciso fazer. Na verdade, até que seu nome esteja estampado na calçada da fama você precisará investir na comunicação tanto ou mais tempo do que investiu na escrita. Super tímidos não passarão, a não ser que a timidez seja tão extrema que se torne o diferencial.

Assim, se exponha. Dedique-se a comunicação digital. Hoje ela é a forma de seu livro ser descoberto. Comunicação digital é a nova imprensa, a nova forma de lembrar continuamente que seu livro existe. Afinal, um livro, fruto de tantos meses de dedicação, alguns, que são um resumo de todo o trabalho de uma vida inteira, não pode ficar esquecido um mês depois do lançamento.

Ah. Falando nisso… vou fazer uma live com o Sandro Bier, do canal, Café com Escritor no dia 23, sexta. Ele me convenceu de que tínhamos de celebrar o Dia Mundial do Livro e dos direitos do autor. Eu relutei, relutei…. mentira. Topei na hora. Quem não tiver programa melhor numa sexta-feira, dê uma espiada. Pode beber enquanto assiste.  Será aberto para perguntas.  O canal é: https://www.youtube.com/c/CafedoEscritor

Até a próxima coluna!!!!

Faro Editorial lança novo livro de Fabiola Simões “Textos para acalmar tempestades”

Crônicas partem de trechos e insights inspirados clássicos da Literatura que “conversam” com temas necessários de nossos tempos.

 

A solidão pode machucar e pode construir. A alegria pode durar dias ou apenas alguns segundos, mas mudar toda a sua vida. O importante de tudo isso é que a vida não no parecerá sempre justa, não é previsível e nosso papel é aprender a desfrutar de todos os momentos, sejam bons ou ruins, e tirar aprendizados que vão nos ajudar a seguir em frente. Afinal, toda tempestade tem um fim, e após ele a esperança de dias melhores está bem ali, na frente. E é esse o convite de Fabíola Simões: Acalmar as tempestades dentro de cada um de nós.

A Faro Editorial lança este mês o quinto livro da autora Fabíola Simões, “Textos para acalmar tempestades”. Conhecida por reflexões inspiradas, no tom de conversa pessoal e verdadeira que falam ao coração das milhares de pessoas pelas redes sociais, Fabiola nos leva nessa viagem de autoconhecimento, mesclando crônicas delicadas, com histórias e passagens contidas em livros clássicos, filmes e músicas.

De Charles Dieckens, Jane Austen, Emily Brontë, Milan Kundera a Ana Maria Machado, Clarice Lispector, Lya Luft e Caio Fernando Abreu, Fabiola fala sobre amores, família, solidão, autocrítica, sofrimento, autoestima e como esse período tão difícil na história nos modificou e continuará a mudar a nossa forma de interagir com o mundo e com nós mesmos.

Um livro sensível, verdadeiro, visceral, para aquecer os corações. Para ela, todos as respostas para nossas vidas estão nos clássicos…e essas ideias são apresentadas por meio de crônicas sobre o nosso cotidiano.

 

 

Ficha Técnica

Título: Textos para acalmar tempestades

Nº de páginas: 168

Preço: R$39,90

 

Sobre a autora

FABÍOLA SIMÕES é uma escritora brasileira contemporânea, criadora do blog A Soma de todos os Afetos. Há 8 anos começou a compartilhar seus pensamentos e escritos na web, e aquilo que parecia ser só mais um dia, um dia comum, foi o pontapé inicial de uma jornada sem volta: o sonho de menina de se tornar escritora ganhou contornos definitivos, e hoje já são quatro livros e milhares de seguidores nas redes sociais. Mineira de Itajubá, dentista e mãe de um adolescente, Fabíola mora em Campinas com o marido e o filho. Textos para acalmar tempestades é seu quarto livro, e foi uma forma que seu coração tempestuoso encontrou para transformar caos, dúvida e alegria em poesia. Pela Faro Editorial, também publicou Deixei meu coração em modo avião.

 

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

andrea@agenciablogueria.com.br

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Faro Editorial lança quinto volume da série “Os últimos jovens da Terra”

Adaptada para uma série da Netflix, saga de livros terá todos os volumes lançados no Brasil, incluindo os volumes June’s Wild Flight e o Guia do Sobrevivente

 

E se depois de tudo que Jack, Quint, June e Dirk passaram ao longo de toda a série acontecesse algo sobrenatural? Pois é, parece que o Fatiador de Jack é muito mais do que uma arma pós-apocalíptica irada, talvez o contato com o sangue de tantos monstros e criaturas sinistras possa ter transformado a arma de Jack em algo mais poderoso. E há alguma coisa estranha acontecendo com o Dirk… será que nossa turminha vai ter mais confusão enquanto tentam encontrar outros sobreviventes?

A Faro Editorial lança este mês “Os Últimos Jovens da Terra – A lâmina da meia-noite” o quinto livro da série criada por de Max Brallier, com ilustrações de Douglas Holgate e que já teve os três primeiros volumes adaptados pela Netflix com o título “Os 4 contra o apocalipse”, com Mark Hamill, o Luke Skywalker da série Star Wars, como um dos dubladores do projeto.

E os fãs da série já podem ficar tranquilos, que os direitos de todos os livros foram adquiridos pela Faro, que lançará os próximos volumes, “June’s Wild Flight”, com uma aventura solo da June, “Skeleton Road” – sexto e último livro da saga – e o Guia do Sobrevivente no apocalipse zumbi.

Em “A lâmina da meia-noite” nossos amigos estão aprendendo a lidar com Dirk, que depois de quase virar zumbi parece ter ficado um pouco estranho. Será Dirk não focou totalmente curado do veneno zumbi?

Além disso, Jack descobre que tem uma arma muito mais poderosa do que imagina, e o Fatiador pode esconder um segredo poderoso, que pode ajudar a turma a derrotar o mal que os assombra, mas também pode ser uma grande maldição se cair em mãos erradas. E eles ainda terão que resolver outros problemas antes de começar a jornada para encontrar mais sobreviventes.

Com um enredo que vai além da aventura, abordando temas como bullying, abandono familiar, igualdade, ciência, perdão, amizade e união, a série “Os últimos jovens da Terra” tem se destacado desde o primeiro volume e conquistado leitores de todas as idades.

“Terrivelmente divertido!  Uma série cheia emoções e risadas ainda maiores.” – Jeff Kinney, autor do best-seller Diário de um banana

 

Ficha Técnica

Título: Os últimos jovens da Terra – A lâmina da meia-noite

Nº de páginas: 304

Preço: R$44,90

 

Sobre os autores:

Max Brallier é autor de mais de vinte livros infantis e adultos e é designer de jogos. É o criador de Galactic Hot Dogs, uma série da web em andamento voltada para o ensino.

Douglas Holgate é um artista e ilustrador freelancer de quadrinhos, baseado em Melbourne na Austrália, há mais de 10 anos. Com trabalhos para a Image, Dynamite, Abrams e Penguin Randon House.

 

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Avis Rara lança “Tolerância Zero”, livro que aponta caminhos para a redução da criminalidade no Brasil

Programa criado a partir da teoria das “Janelas Quebradas”, que reduziu até 80% de crimes na cidade de Nova York, mostra que a redução da violência nas cidades só tem efeito com o fim da impunidade, até nos pequenos delitos.

 

Nova York, 1990. A cidade enfrentava uma onda de violência e drogas sem precedentes. Nada parecida com o cartão-postal e roteiro amado por turistas que vemos hoje. Como essa mudança aconteceu? Com a implementação de um programa segurança pública baseado na teoria das “Janelas Quebradas”, executado pelo prefeito da cidade Rudolph Giuliani. A não tolerância a qualquer tipo de desvio social tirou Nova York do limbo e a colocou no topo das cidades mais seguras do mundo. E será que a proposta poderia inspirar programas em outras partes do mundo?

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o livro “Tolerância Zero”, do capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo Davidson Abreu. Neste estudo, Davidson apresenta algumas possibilidades e caminhos para combater a criminalidade urbana e a corrupção, em todos os setores do nosso país.

A Teoria das Janelas quebradas foi apresentada pela primeira vez em 1982 por James Q. Wilson e George L. Kelling. E mostrava de forma simples o quanto a desordem atrai desordem, e a falta de repressão de pequenos delitos aumenta a criminalidade. Essa teoria foi baseada em um experimento realizado pelo professor Philip Zimbardo, da Universidade de Stantford, que colocou um veículo em duas localidades dos Estados Unidos, uma violenta, o Bronx em Nova York, e outra com histórico de segurança, Palo Alto na Califórnia. Em uma semana, o carro do Bronx havia sido depredado e vandalizado, e o em Palo Alto estava intacto. Zimbardo então quebrou uma das janelas deste veículo, e em poucos dias, o mesmo também estava destruído.

Davidson Abreu se debruçou sobre o programa, seus pontos fortes e as críticas sobre a legislação daquela época e a brasileira, para apresentar os seus princípios teóricos, diretrizes legais, sua aplicação tanto no ambiente escolar, onde a violência tanto compromete a segurança de professores e alunos quanto promove evasão, uma cultura de vandalismo e, consequentemente, aprendizado deficiente.  Mas ela pode ser aplicada em qualquer área. Uma delas, aponta como extremamente importante o combate ao tráfico, ao uso de drogas em espaços públicos e dentro do sistema penitenciário.

Em cada capítulo o autor expõe os problemas e caminhos questões como drogas, políticas de controle de armas, corrupção, vandalismo, e violência nas escolas, no ambiente doméstico e nas comunidades, com o olhar de quem vive esse cenário diariamente nas ruas da maior cidade do Brasil.

Mas o livro não trata de forma utópica. Propõe começar com passos para reduzir a prática de crimes ao trazer experiências de sucesso (inclusive no Brasil) e como elas poderiam ser aplicadas em estados e municípios do nosso país – e como muitas das nossas leis poderiam ser revistas para permitir a implantação de um programa mais efetivo de redução de crimes.

A democracia pode, e deve, conciliar a liberdade e a ordem. O brasileiro deseja uma política que reduza a violência criminal, que combata a impunidade e quer que o exemplo venha de cima.”

 

Ficha técnica

Título: Tolerância Zero

Nº de páginas: 176

Preço: R$44,90

 

Sobre o autor:

DAVIDSON ABREU é Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, palestrante e Professor do Curso Superior de Formação de Soldados e do Estágio de Aperfeiçoamento Profissional. É autor de livros técnicos na área de Segurança e também de ficção.

 

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Faro Editorial lança este mês “Virtuosismo moral”, livro que debate a era do cancelamento

Escrito por dois filósofos que estudaram o fenômeno que ganha força a cada dia, obra debate as origens – porque acontecem e o porquê está mais frequente, e os riscos desse comportamento a longo prazo.

 

Cancelar alguém e ser cancelado, eis a questão. Esse é um termo que tomou conta das redes sociais, da mídia, das conversas triviais e até de reality shows. Todo dia uma nova pessoa é cancelada na internet, e o julgamento moral da web se tornou uma máquina de humilhação, perseguição, que enfraquece debates pertinentes para a sociedade e inviabiliza a discussão saudável. Hoje muitos se apressam em julgar para não serem julgados. Mas será mesmo que aqueles que apontam o dedo, acreditam piamente no que dizem?

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o livro “Virtuosismo moral” dos filósofos Brandon Warmke e Justin Tosi. Defensor do livre discurso, Warmek, que também é professor na Bowling Green State University, começou a questionar se a defesa desenfreada de ideias é mesmo algo bom para a sociedade, e se não estávamos criando um dilema ético ao demonizar todas as ideias contrárias.

Até que ponto o debate, seja através de posts, artigos, vídeos e comentários nas mídias sociais é mesmo uma defesa dos ideais e pontos de vista e não apenas uma forma de chamar atenção ou de se dar algum status social? E será mesmo que as brigas e discussões na web ajudam a defender ideais ou servem para apontar quem são os heróis e vilões. Segundo os autores, esse debate moral está criando uma geração de pessoas arrogantes.

Hoje é comum atacarmos mais as pessoas que as ideias, seja na internet ou em conversas casuais sobre política, questões de gênero e sexualidade, e até mesmo sobre saúde e ciência. Difamamos aqueles de quem discordamos e fazemos afirmações mais ousadas do que poderíamos defender com argumentos. Queremos ser vistos como quem está numa posição moral elevada, com comprometimento e indignação. A ideia poderia até parecer boa, mas ultrapassou todos os limites.

Nesta obra, os autores escrevem extensivamente sobre a arrogância moral, essa superioridade que não é apenas irritante, mas perigosa. À medida em que a política fica cada vez mais polarizada, as pessoas em ambos os lados do espectro se distanciam cada vez mais, e permitem que a arrogância atrapalhe a cooperação, prejudicando mesmo as causas que defendes e impedindo debates necessários.

Analisando exemplos contemporâneos sob conceitos da psicologia, economia e ciência política, os autores mergulham profundamente na origem contemporânea de como nossa sociedade passou a se armar para um diálogo. Usando as ferramentas analíticas da filosofia moral, eles explicam o que nos leva a nos comportar dessa maneira e o que perdemos quando levarmos esse comportamento adiante. E o mais importante:  como reconhecer o problema e reconstruir um debate público do qual vale a pena participar.

 

Ficha Técnica

Título: Virtuosismo Moral

Nº de páginas: 256

Preço: 49,90

 

Sobre os autores:

Brandon Warmke atua nas áreas de filosofia e psicologia moral. Seus trabalhos já foram publicados em veículos como Scientific American, The Guardian e HuffPost. Possui PhD pela Universidade do Arizona.

Justin Tosi é professor de filosofia. Escreve sobre filosofia social, política, jurídica e moral, especialmente legitimidade do Estado e moralidade social.

 

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Faro Editorial lança este mês novo livro dos roteiristas de How I Met Your Mother

Os autores também lançaram “Des-grávida”, que já foi adaptado para a HBO Max e filme deve ser lançado no Brasil em junho deste ano

 

Cam Webber tem um grande problema para resolver. Além de ser um ativista ambiental, que  faz campanhas para libertar o tubarão branco do aquário da cidade, salvar o pântano e acabar com o uso dos canudos na escola, ele precisa tomar coragem de chamar Kaia para sair. Na verdade, ele precisa primeiro fazer Kaia terminar com Steve, o namorado babaca dela. Mas surgiu um pequeno detalhe que pode atrapalhar seus planos – bem, talvez não seja bem algo pequeno. Steve descobriu que tem um câncer, e agora Cam se meteu numa roubada ao propor uma campanha para levantar fundos para o tratamento do Steve, e quem sabe, fazer Kaia se apaixonar por ele no processo.

A Faro Editorial lança este mês “Estúpida Promessa”, segundo livro dos roteiristas de How I Met You Mother no Brasil. O primeiro, “Des-grávida”, lançado em 2020, já ganhou adaptação cinematográfica pela HBO Max, e estreará em breve no Brasil.

Nesta trama divertidíssima vamos conhecer o triângulo amoroso de Cam, Kaia e Steve. Cam e Kaia são amigos, participam dos mesmos grupos de militância na cidade, os mesmos clubes do colégio, e Kaia é a garota dos sonhos de Cam. Já Steve é o garoto babaca e popular do colégio, que não se preocupa com o meio ambiente, com o direito das mulheres e nem tem consciência de classe. Como é que Kaia se apaixonou por ele e não por Cam?

E para ajudar, Steve descobre um câncer. Como é que Cam vai competir com o senhor popularidade, que também é o cara que precisa de ajuda em “A culpa é das estrelas”?

Sem saber como lidar e, para chamar a atenção da garota, ele resolve encabeçar uma campanha de arrecadação de fundos para Steve, e quem sabe fazer Kaia perceber que, apesar da doença, o cara é mesmo um babaca. Mas o plano de Cam tinha uma barreira. Ele estava subestimando Steve, que descobre seu plano e ambos os rapazes começam uma batalha pelo amor da garota.

Um livro divertido sobre amizades, sobre primeiros amores, com diversos debates pertinentes ao universo jovem, causas sociais, e ainda por cima, Michelle Obama. Precisa de mais? Mergulhe nessa história que vai te garantir boas risadas e até algumas lágrimas.

Ficha técnica

Título: Estúpida Promessa

Nº de páginas: 256

Preço: R$49,90

 

Sobre os autores:

A mãe de Jenni Hendriks costumava reclamar que ela era muito “espertinha”, então, Jenni decidiu tornar desse talento sua carreira. Ela se mudou para Hollywood e trabalhou como roteirista da série de sucesso How I Met Your Mother. Formada em Cinema, a autora também se aventura, como cartunista, no mundo dos quadrinhos .

Ted Caplan trabalha na indústria cinematográfica há mais de vinte anos como roteirista, designer de som e editor de música. Ele também ajudou a criar trilhas sonoras para muitos filmes de sucesso como: Maze Runner, Logan e Deadpool.

 

 

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Nota de falecimento de Nawal El Saadawi no O Globo

Pioneira na luta pelos direitos das mulheres, Nawal El Saadawi nos deixou no último domingo, aos 89 anos. Conhecida como a Simone de Beauvoir do Oriente Médio, Nawal era conhecida por sua luta contra a mutilação genital feminina – terror que ela mesma sofreu na infância-, uma prática muito comum na África e em países árabes.

Era crítica do que chamava as prioridades atuais do movimento feminista ocidental. Com a Faro, lançou “A mulher com olhos de fogo”, um relato da luta de uma mulher, no corredor da morte, que precisou se defender e teve de fazer justiça com as próprias mãos.

Inspirado em fatos reais, esse relato comovente percorreu o mundo, relevando uma tragédia que ocorre ainda nos dias de hoje.

As palavras e a luta de Nawal seguem vivas em seus livros, em suas personagens marcantes e no grito por igualdade que jamais vai se calar!!!

Obrigada por tudo pequena grande mulher!

Para ler a nota na íntegra:

https://oglobo.globo.com/celina/nawal-el-saadawi-uma-das-mais-importantes-feministas-do-seculo-xx-morre-aos-89-anos-1-24936073

Faro Editorial lança este mês livro da italiana, Viola Ardone

Vendido para mais de 23 países, obra narra a história de crianças que foram separadas de suas famílias no período pós-guerra na Itália

 

Amerigo tinha apenas 6 anos e só um par de sapatos gastos. Não conheceu seu pai, ele teria ido para América fazer fortuna, dizia a mãe, e por isso os dois precisavam se virar como podiam. Era um bom menino, e fazia de tudo para que sua mãe não o vendesse para os russos, como ocorria com outras famílias. Ele não queria ser mandado no trem que trazia tantas histórias e levavam em troca muitas crianças. Mas a guerra, a miséria e a fome se tornaram insuportáveis, e Amerigo ia descobrir que existia uma outra vida ao norte do país.

A Faro Editorial lança este mês “Crianças da guerra”, romance aclamado da escritora italiana Viola Ardone, vendido para mais de 23 países, e que narra uma ficção baseada numa história real, a migração de crianças pobres na Itália durante o pós-guerra.

Assim como outras 70 mil crianças, Amerigo foi um dos muitos ajudados por associações e comitês humanitários entre 1945 e 1952 na Itália, resgatando crianças da fome e da pobreza e as levando para viver com outras famílias em diversas regiões italianas.

O pequeno Amerigo foi levado para Bolonha, onde conheceu a família que mudaria sua vida para sempre. Ao invés de trabalhar, como fazia em Nápoles, ele agora frequentava a escola e tinha aulas de violino. Mas havia chegado o momento de voltar para casa, e Amerigo não queria mais aquela vida de que se lembrava. Ao voltar para sua mãe e sua vida em Nápoles, Amerigo é obrigado a abandonar a escola e seu violino, e acaba fugindo daquele destino que não lhe pertence mais.

Muitos anos depois, com a morte da mãe, ele retorna a Nápoles como um violinista famoso e descobre que tem um irmão, que está preso, e um sobrinho, que o faz lembrar de si mesmo quando menino. E ele não pode ficar indiferente.

Um romance emocionante sobre a família, o abandono, os sonhos, a vida violenta na Itália do pós-guerra e acima de tudo, uma história sobre esperança, amor e arte, que está atravessando continentes para contar eventos poucos conhecidos sobre nossa última grande guerra.

Ficha Técnica

Título: Crianças da Guerra

Nº de páginas: 240

Preço: R$44,90

Sobre a autora:

VIOLA ARDONE nasceu em Nápoles em 1974. Formada em literatura, atua como professora de latim e italiano e trabalhou com publicação acadêmica. Crianças da Guerra é seu terceiro livro, já foi traduzido para mais de 25 idiomas.

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Faro Editorial lança best-seller francês que aborda a estupidez dos nossos tempos

Obra reuniu alguns dos grandes pensadores do nosso tempo como Dan Ariely, Antonio Damasio, Daniel Kahneman, Edgar Morin…

 

“O bom senso é o que há de mais universal no mundo”, escreveu Descartes. Mas e a estupidez? Quer transpire, quer borbulhe, quer goteje, quer se alastre, ela está em toda parte. Sem fronteiras, sem limites. Não há como escapar da estupidez humana, mas podemos tentar aprender algo com ela, afinal, lidamos com esse mal todos os dias e em todos os lugares. Estamos cercados de ignorantes e ignorados. Vivemos num mundo cheio de idiotas, afinal.

A Faro Editorial lança este mês o best-seller “A psicologia da estupidez”, editado pelo psicólogo e editor chefe do jornal Le Cercle Psy, Jean-François Marmion. O livro conta com textos de Dan Ariely, Antonio Damasio, Pascal Engel, Howard Gardner, Daniel Kahneman, Edgar Morin, e muitos outros.

Entender os idiotas é um desafio, algo que nunca foi realizado de forma profunda. Estudiosos e especialistas em comportamento humano se juntaram para tentar analisar como a estupidez se processa e quais seus mecanismos: entendê-la parece ser a melhor forma de combater sua disseminação. Isso parece ser o grande mal desse momento histórico.

Com ensaios de psicólogos, psicanalistas, filósofos, sociólogos e escritores de diversas partes do mundo, os textos deste livro discorrem sobre a estupidez humana e como é impossível um mundo sem ela. Um estudo que pode soar excêntrico e também necessário sobre o que é a estupidez e como identificá-la nos diversos momentos ao nosso redor.

O objetivo deste livro é preparar o leitor para esse juízo final de quem tem de aturar a estupidez continuamente. Afinal, como diria Nelson Rodrigues, “os idiotas vão dominar o mundo. Não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.

 

Ficha técnica

Título: A psicologia da estupidez

Nº de páginas: 320

Preço: R$59,90

 

Sobre o autor:

Jean-François Marmion nasceu na França, é jornalista científico da revista Sciences Humaines e editor-chefe do Cercle psy. Neste livro reuniu nomes como Edgar Morin, Daniel Kahneman, Dan Ariely, Antonio Damasio, Pascal Engel, Howard Gardner e Ryan Holiday para criar um verdadeiro tratado sobre a estupidez humana. Sim. Há esperanças.

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O humor Gabriel Tennyson chega ao catálogo da Faro Editorial

Obra é um roteiro de histórias divertidas sobre as durezas da vida do pobre

 

Ser pobre é uma escola da vida, mas ser pobre no Rio de Janeiro, num calor escaldante dentro do BRT não é para qualquer um. E se ainda for feio, a desgraça é completa, aí sim é preciso jogo de cintura e muita lábia para a sobrevivência. E Gabriel Tennyson mostra que já que se está na pior, melhor rir da sua desgraça, afinal, a gente é pobre sim, mas se diverte! Ou tenta!

A Faro Editorial lança este mês “Deu merda”, primeiro livro de humor Gabriel Tennyson, o coach da pobreza na internet. Conhecido por seu livro de fantasia, que está em fase de adaptação para cinema, Tennyson abre o coração sobre a vida do pobre carioca, com muito sarcasmo, sagacidade, e claro, um toque de maldade, porque ninguém é de ferro.

Tirando sarro de si e da própria falta de dinheiro, o autor começou a postar crônicas de humor no Facebook, seu habitat natural, onde passa o tempo livre gerando raiva em pessoas que levam política a sério demais. E depois de publicar uma dezena delas, surgiu o convite da Faro Editorial para transformar o humor ácido em livro que fala sobre a desgraça, o politicamente correto, a vida do jovem adulto moderno porém duro, e as “tretas” nas redes, sem se levar a sério demais.

Segundo o autor: Este seleto tratado de sociologia não vai mudar sua vida, mas vai ajudar o autor a comprar pastel com caldo de cana, já que ele foi registrado no SERASA quando nasceu. E a dívida só aumenta.

 

Rap do Vagão de Metrô

O projeto também terá um booktrailer diferente, com o rap de Ícaro Andrei, aka Chavo, um artista itinerante do metrô de São Paulo, que conhece de perto essa realidade que Tennyson reconta tão bem.

“Ao ser contratado para fazer a campanha “Deu merda”, a Faro Editorial conseguiu me tirar um sorriso em meio a pandemia, e ao mesmo tempo acender uma chama que jamais se apagará, porém ela precisa de lenha pra queimar e queimar…”, revela o artista

 

Ficha Técnica

Título: Deu merda

Nº de páginas: 160

Preço: R$34,90

 

Sobre o autor:

GABRIEL TENNYSON é escritor amador e pobre profissional. Quando não está irritando pessoas no Facebook, trabalha como publicitário, roteirista e procrastina a continuação de Deuses Caídos, seu primeiro romance, que teve os direitos vendidos para o cinema.

 

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Faro Editorial lança este mês “O essencial de Joseph Schumpeter”

Livro faz parte da coleção Biblioteca do Liberalismo em parceria com o canadense Fraser Institute, publicada pelo selo Avis Rara

 

Embora pouco conhecidas fora dos círculos acadêmicos, as teorias de Joseph Schumpeter se mantêm como farol para empreendedores do mundo inteiro mesmo décadas após o seu falecimento. Essas ideias influenciam os estudos dos economistas até hoje acerca do empreendedorismo, da inovação e do progresso econômico.

A Faro Editorial lança este mês “O essencial de Joseph Schumpeter”, pelo selo Avis Rara. A obra integra a coleção Biblioteca do Liberalismo, que já apresentou ao leitor brasileiro grandes pensadores do movimento liberal como Hayek, John Stuart Mill e Milton Frieadman.

Joseph Schumpeter é um dos grandes teóricos da Economia. Dentre suas muitas contribuições está sua pesquisa pioneira sobre empreendedorismo, uma das características primordiais de todas as economias de mercado. A sua descrição atemporal do processo empresarial como “destruição criativa” talvez só fique atrás do conceito de “mão invisível” de Adam Smith.

Schumpeter foi um dos pioneiros a prever que as inovações tecnológicas seriam o motor do desenvolvimento capitalista: algo claramente visível hoje, quando os rumos da economia mundial estão sendo ditados justamente pelas nações onde há concentração de investimentos, inovações, modernizações e revoluções constantes em tudo que envolve tecnologia

Conhecer os princípios dessa teoria nos oferece caminhos para entender os mecanismos do mundo, da visão empreendedora e sua busca constante por inovação, ocupação de espaços, competição, desenvolvimento tecnológico e o que deve surgir nas próximas décadas.

 

Fica técnica

Título: O essencial de Joseph Schumpeter

Nº de páginas: 96

Preço: R$24,90

 

 

Sobre os autores

JASON CLEMENS é vice-presidente executivo do Fraser Institute e presidente da Fraser Institute Foundation. Já publicou mais de 300 artigos que foram veiculados em jornais como Wall Street Journal, Investors Business Daily, Washington Post, Globe and Mail, National Post, e em diversos outros jornais dos Estados Unidos e Canadá.

RUSSELL S. SOBEL é professor de economia e empreendedorismo na Baker School of Business na Carolina do Sul (EUA). É autor e coautor de mais de 250 livros e artigos. Suas pesquisas já foram publicadas no The New York Times, Wall Street Journal e Washington Post.

 

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Faro Editorial lança “O rato trapaceiro”, obra inspirada no curta “A fábula da corrupção”

Livro é da produtora gaúcha Cartunaria, criadora de curta para a canal Disney

 

A corrupção, sabemos, está em todos os lugares. E sendo um dilema ético tão grande, trazer isso para o universo infantil e para ensinar as crianças dos malefícios desse comportamento é fundamental. E quem vai nos contar essa história é o João, dono de uma venda onde havia diversos animais e todos viviam em harmonia. Até a chegada de um rato, um grande trapaceiro que, com suas tramoias, convenceu todos de que mereciam mais e causou uma tremenda confusão! Mas que ratão malandro!

A Faro Editorial lança este mês pelo selo MilkShakespeare o livro “O Rato Trapaceiro”, de Lisandro Santos, com ilustrações de Maumau. “O rato trapaceiro” nasceu a partir da animação em curta-metragem “A fábula da corrupção” – projeto que foi contemplado em um edital da CGU e pelo Escritório das Nações Unidas (UNODC)-,  que ganhou dezenas de prêmios em festivais pelo país.

Inspirado nas fábulas de Esopo, em que personagens animais espelham as ações humanas, a história, toda rimada, surgiu com num estalo para o autor, que precisou de poucos ajustes para chegar ao resultado final. A opção da estética da animação, junto ao formato da fábula e ao estilo rimado, contribuiu para que temas complexos pudessem ser apresentados de forma leve e cativante às crianças.

João, o dono do armazém.
não fazia mal a ninguém.

Vivia com o Cão e o Gato,
E a cooperação era um trato.

Até que o Rato ali chegou,
E um plano sujo bolou.
Acabou com o dinheiro e a comida,
E do patrão arruinou a vida.

 

Ficha Técnica

Título: O Rato Trapaceiro

Nº de páginas: 36 – 4 cores

Preço: R$29,90

 

Sobre os autores:

Lisandro Santos começou a trabalhar com animação em 1990. Desde então, fez animações para cinema e internet, participou do primeiro longa– metragem gaúcho de animação, criou vídeos institucionais, séries e comerciais para TV, além de ilustrar para o mercado publicitário e editorial. Em 2002, criou a Cartunaria Desenhos, produtora de animação sediada em Porto Alegre/RS. Entre seus principais trabalhos como roteirista e diretor estão os curtas- – metragens Cidade fantasma, A fábula da corrupção e X-coração, que virou uma série exibida na Disney XD e na TV Brasil.

O ilustrador Maumau é também animador, quadrinista, designer de jogos e professor; além de mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Como editor e coautor da revista Adeus, Tia Chica!, foi indicado ao Prêmio HQMix em 2009. Desenvolveu cenários para os curtas- -metragens de animação O retorno de Saturno, A fábula da corrupção e Os sustentáveis, todos de autoria da Cartunaria Desenhos.

 

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Faro Editorial lança pelo selo Avis Rara, “O renascimento do Liberalismo” de F.A. Hayek

Um livro com caráter profético, que chega no tempo em que todas as suas previsões se confirmaram

 

  1. A. Hayek, um dos maiores economistas de todos os tempos, foi laureado com o prêmio Nobel em 1974, quando se tornou mundialmente conhecido por sua filosofia social e política. Em particular, por sua previsão do colapso do socialismo quando muitos ainda olhavam para o regime com otimismo. Mas não se refere àquele momento histórico. Ele vem sendo redescoberto num momento em que a liberdade se tornou um tema mais importante também nas discussões políticas no ocidente.

A Faro Editorial lança este mês “O renascimento do Liberalismo” do economista F.A Hayek. Neste livro o autor traça as raízes intelectuais para a Escola Austríaca, a tradição centenária fundada na Universidade de Viena e o renascimento do pensamento liberal clássico. Hayek continua a fornecer lições inestimáveis para o desenvolvimento do mundo.

Por décadas, seus vaticínios foram ignorados e a academia escolheu pautar o Ocidente pela proposta de Keynes, onde havia a defesa da atuação forte do Estado na Economia. Milton Friedman, apesar de conciliar em seus estudos as atuações de ambos, Keynes e Hayek, identificava-se com o liberalismo de Hayek, avaliando que a intervenção do Estado reduzia a capacidade do mercado de criar riqueza.

Desde as últimas três décadas, vimos a ascensão econômica de nações com economia mais liberal e a ruína das que mantiveram o Estado como tutor dos cidadãos. E, como consequência, o surgimento de ditaduras. E, depois de tantos exemplos, o Liberalismo real, como pensou Hayek, parece encontrar terreno mais fértil em todo o mundo.

Ficha Técnica

Título: O renascimento do Liberalismo

Nº de páginas: 272

Preço: R$49,90

 

Sobre o autor

  1. A. HAYEK(Viena, 1899 – Alemanha, 1992) estudou na Universidade de Viena, onde fez doutorado em Direito e Ciência Política. Após vários anos no serviço público, foi nomeado diretor do Instituto Austríaco para Pesquisas dos Ciclos Econômicos. Em 1931, atuou como professor de Economia e Estatística na London School of Economics, e em 1950 tornou-se professor de Ciências Sociais e Morais na Universidade de Chicago. Retornou à Europa em 1962 para assumir a cátedra de Economia na Universidade de Friburgo, onde recebeu o título de Professor Emérito em 1967. Membro da Academia Britânica, Hayek foi agraciado com o Prêmio Nobel de Economia em 1974. É autor de mais de 15 livros, entre os quais O caminho da servidão, The Constitution of Liberty and Law, Legislation and Liberty. Hayek visitou o Brasil por três vezes, entre os anos de 1977 e 1981. Em pleno regime militar, Hayek foi ignorado tanto pelos governantes quanto pelos intelectuais do país, apesar de ter concedido inúmeras entrevistas à imprensa. Faleceu em Freiburg, aos 92 anos. Pela Faro Editorial também publicou Os erros fatais do socialismo e, em breve virão mais 4 livros.

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Faro Editorial lança este mês livro de roteirista de Bob Esponja

A obra faz parte de uma série com três livros que serão lançados nos Estados Unidos, Espanha, Hungria, Brasil, entre outros países.

 

Ser adolescente já é complicado. Começar o Ensino Médio então, nem se fala. Agora imagina ter que fazer tudo isso e ainda ser meio vampiro, meio lobisomem e meio zumbi? Pois é, essa é a vida de Tom, que além de esconder uma espinha feia, vai ter que dar um jeito de ninguém no colégio perceber que ele é um transmorfo. Tá bem fácil mesmo ser o Tom…

A Faro Editorial lança este mês “Vambizomem”, o primeiro livro da trilogia “Mordidas na escola” criada por Steve Craig Banks, roteirista do mundialmente famoso personagem Bob Esponja. A série infanto-juvenil, com ilustrações ao estilo cartoon feitas por Mark Fearing, será lançada pelo selo MilkShakespeare, e também teve os direitos adquiridos por diversos países.

Tom está prestes a ingressar no Ensino Médio e vive o dilema de todo garoto da idade dele, ou quase. Porque para Tom, além de lidar com a nova escola, com o possível bullying e com os estudos, ele tem de tentar esconder um traço de sua personalidade, digamos, um tanto inusitada: Tom é um meio vampiro-lobisomem-zumbi.

Isso mesmo, Tom, teve num período de 24 horas uma série desafortunada de mordidas desses monstros e se tornou um metamorfo, quase um mutante, um milkshake de monstros, mas ainda precisa parecer um adolescente comum e, para seu melhor amigo, Zeke, vai ser super tranquilo – pelo menos para ele que quer tirar alguma vantagem de ter um amigo desses ao seu lado. Mas será que o colégio Hamilton está mesmo pronto para essa aventura?

“A primeira mordida que levei foi às 2h54 da madrugada, quando eu dormia na minha cama. A segunda veio três horas depois, durante a minha corrida por uma estrada escura na floresta. E a terceira, naquela tarde, em um trailer velho e abandonado de circo. Tudo aconteceu no segundo pior momento do ano — o último dia das férias de verão…”

Ficha Técnica

Título: Vambizomem – Mordidas na Escola

Nº de páginas: 304

Preço: R$49,90

Sobre os autores:

STEVEN BANKS é escritor e já colaborou para diversos sucessos infantojuvenis como Bob Esponja, As Aventuras de Jimmy Neutron e CatDog. Banks vive na Califórnia com a esposa. Uma vez ele foi mordido por um burro, mas, por sorte, não se tornou um.

MARK FEARING nunca foi mordido por um lobisomem, um zumbi ou um vampiro. Já ilustrou diversos livros que foram vendidos para o mundo todo. Ele mora em Oregon com a família.

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Faro Editorial lança clássico que detalha vida e obra dos maiores filósofos da nossa história

Obra escrita pelo historiador Will Durant apresenta a origem, a formação e as principais ideias, de Platão a John Dewey.

 

Dos primórdios da filosofia com Platão, Sócrates e Aristóteles, seguindo ao encontro dos maiores pensadores da humanidade como Francis Bacon, Espinosa e Voltaire, passando por Kant e o idealismo alemão, Schopenhauer, Nietzsche e outros filósofos contemporâneos, o historiador Will Durant nos apresenta um registro extraordinário dos mais importantes filósofos de nossa história.

A Faro Editorial lança este mês a coleção “A História da Filosofia” volumes 1 e 2, do historiador Will Durant, que esmiúça as ideias, a origem e a formação dos maiores pensadores da nossa história. O primeiro volume, nos apresenta os clássicos, de Platão a Voltaire, e o segundo volume traz autores mais contemporâneos, indo de Kant a John Dewey.

O grande diferencial do trabalho de Durant é o estudo da vida dessas figuras. Ele faz a relação entre as experiências, trajetória e o que os fizeram elaborar suas propostas filosóficas. Das mentes notáveis desses filósofos, Durant extrai um material conciso e brilhante para leitores e estudiosos e oferece obras que podem ser lidas em sequência ou por capítulos aleatórios e utilizadas como referência.

Trata-se de uma coleção-chave para qualquer leitor que deseja pesquisar a história e o desenvolvimento das ideias filosóficas no mundo ocidental. Poucos escrevem para o não especialista como Will Durant: a visão e a inteligência em suas análises nunca deixam de impressionar. O autor viajou o mundo para conhecer, na prática, como todas as manifestações culturais e filosóficas interagem com o conhecimento que adquirimos no decorrer dos séculos.

“A ciência nos dá conhecimento, mas só a filosofia pode nos oferecer sabedoria.” – WILL DURANT

 

Ficha Técnica

Título: A História da Filosofia – Volume 1: De Platão a Voltaire

Nº de páginas: 288

Preço: R$49,90

Título: A História da Filosofia – Volume 2: De Kant a Nietzsche

Nº de páginas: 320

Preço: R$49,90

 

Sobre o autor:

Filósofo e escritor, WILL DURANT (1885 – 1981) está entre os maiores historiadores de todos os tempos, tendo recebido inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, dentre eles o Pulitzer, em 1968. Um dos grandes feitos de Durant é levar a um público mais amplo o conhecimento que antes estava restrito ao ambiente acadêmico. Em companhia da esposa, Ariel Durant (1898 – 1981), escreveu mais de 20 livros, dentre eles “12 lições da História”, publicado pela Faro Editorial.

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Livro mostra drama psicológico, que aproxima dois irmãos, sobre um evento que não pode ser verbalizado.

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de publicação de um drama psicológico, recheado de mistério, tragédias, mentiras e busca por justiça, “The Damage”, livro de estreia de Caitlin Wahrer.

Com previsão de lançamento nos Estados Unidos no segundo semestre de 2021, e vendido para vários países, o romance parte de uma tragédia familiar, numa pequena cidade da Nova Inglaterra, a luta por justiça.

Os Hall são uma família um tanto disfuncional, que já enfrenta seus próprios dilemas até que se vê em mais uma tragédia. Nick, o irmão mais novo, chega em casa depois de sofrer abuso e, com o apoio de todos, decide denunciar o agressor.

O tema, forte, é tratado com discrição – Ninguém está confortável em falar sobre o assunto -, e a história vai ganhando tons sombrios quando o acusado é preso, indiciado, está disposto a se vingar das acusações feitas por Nick. Sua família, agora presa àquele evento, está disposta às últimas consequências para que o rapaz não fique impune, seja pela lei, seja por suas próprias mãos.

O livro de estreia de Caitlin mergulha no drama narrativo da violência sexual masculina, os traumas e tabus que isso traz, a dificuldade em se falar sobre o assunto e se fazer justiça.  Muitos têm comparado ao Moonlight, pela aridez do tema, sobre como os personagens, constrangidos, tentam lidar com o assunto que se apresenta grave diante da fragilidade masculina.

 

 

Faro Editorial vai lançar o romance Float Plan no Brasil

Considerado um dos romances mais tocantes sobre segundas chances e autodescoberta, e com os direitos de tradução vendido para mais de 8 países, a Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de “Float Plan” de Trish Doller, que deverá ser publicado no Brasil em 2021.

Trata-se de uma narrativa sobre vidas que tiveram seus destinos mudados de formas trágicas, e que em meio a dor, encontraram caminho para voltar a viver. E esse caminho foi trilhado em alto-mar.

Desde que perdeu seu noivo, Ben, Anna passou o último ano mergulhada em tristeza e dor, incapaz de seguir em frente. Mas o lembrete de uma viagem a Porto Rico, planejada um anos antes por Bem, a traz de volta para tudo que foi perdido.  Anna decide, repentinamente, que fará essa viagem sozinha. Familiares e amigos ficam bastante preocupados com os riscos da viagem. Mas ela parte num veleiro disposta a viver tudo o que havia planejado com o homem de sua vida.

Sem experiência em velejar sozinha, Anna aceita que precisará de ajuda para cumprir seu objetivo, e talvez assim vencer a dor que a afoga dia após dia. E é nesse momento que Keane entra em sua vida. Também enfrentando seus próprios demônios, uma história que pesa sobre seus ombros, ele tem motivos para aceitar a proposta. Vê, com convite de Anna, uma maneira tirar o foco daqueles problemas. E embarca numa viagem que pode mudar a vida dos dois.

Thriller mostra como um grupo de amigos se desfaz diante do instinto de sobrevivência

Às vésperas da maior feira de negociações de direitos do primeiro semestre, a London Book Fair, a Faro editorial acaba de adquirir em preemptive, via agência Riff, os direitos de publicação do thriller “Gap Mountain”, da autora americana Jennifer Lynn Alvarez. O livro, que será lançado nos Estados Unidos em 2021, mostra uma pequena mentira tomando proporções gigantescas e, nesse caminho, destruindo tudo pela frente. Inclusive a relação de um grupo de jovens amigos – os protagonistas da história.

Nele vamos conhecer Hannah Warner, filha da xerife da cidade de Gap Mountain, na Califórnia. Uma jovem de 18 anos que sonha em trabalhar no FBI e que é uma das moradoras da cidade mais engajadas no combate e conscientização sobre os incêndios florestais, comuns naquela região, ainda mais no verão.

Mas num dia de farra com os amigos perto do lago Mountain, Hannah acaba se tornando uma dessas pessoas incautas, e o grupo provoca um incêndio. O que, a princípio não parece ser grande coisa, vai se alastrando, destruindo casas, matando pessoas e atingindo a reserva do Parque Nacional de Yosemite. E aquele simples descuido, ganha proporções catastróficas.

Logo no início do pequeno incêndio, com receio das autoridades, Hannah e seus amigos decidem manter silêncio sobre o que realmente aconteceu. Mas quando uma das garotas que estava disposta a contar a verdade desaparece, a história toma contornos diferentes. E mostra como os sentimentos aflorados vão descobrindo camadas e camadas perversas fundadas no primitivo sentido de sobrevivência.

Faro Editorial compra os direitos de best-seller sobre a exibição do virtuosismo digital, do filósofo Brandon Warmek

A Faro Editorial adquiriu os direitos do livro “Virtuosismo Moral” do filósofo Brandon Warmek, em parceria com o também pensador social Justin Tosi. Defensor do livre discurso, Warmek, que também é professor na Bowling Green State University, começou a questionar a defesa desenfreada de ideias é mesmo algo bom para a sociedade, e se não estávamos criando um dilema ético ao demonizar tudo e todos na web.

Até que ponto o debate digital nas mídias sociais é mesmo apenas uma defesa dos ideais e pontos de vista e não apenas uma forma de chamar atenção ou de se dar algum tipo de status social? E será mesmo que as brigas e discussões na web ajudam a defender ideais ou polarizam ainda mais os debates, dividindo as opiniões apenas em heróis e vilões. Na verdade, esse debate moral pode estar nos tornando uma geração de arrogantes.

Hoje é comum nos atacarmos, seja na internet ou em conversas casuais sobre política, questões de gênero e sexualidade, e até mesmo sobre saúde e ciência. Difamamos aqueles de quem discordamos e fazemos afirmações mais ousadas do que poderíamos defender. Queremos ser vistos como tendo uma posição moral elevada, com comprometimento e indignação. Mas, infelizmente, estamos exagerando.

Nesta obra, que será ser publicada no primeiro semestre de 2021, os autores escrevem extensivamente sobre a arrogância moral, essa superioridade, que não é apenas irritante, mas perigosa. À medida em que a política fica cada vez mais polarizada, as pessoas em ambos os lados do espectro se distanciam cada vez mais, e permitem que a arrogância atrapalhe a cooperação, prejudicando as causas e debates necessários.

Analisando exemplos contemporâneos sob conceitos da psicologia, economia e ciência política, os autores mergulham profundamente em porque e como nossa sociedade passou a se apresentar em um diálogo. Usando as ferramentas analíticas da filosofia moral, eles explicam o que nos leva a nos comportar dessa maneira e o que perdemos quando levarmos esse comportamento adiante. E o mais importante:  como reconhecer o problema e reconstruir um debate público do qual vale a pena participar.

Faro Editorial lança, pelo selo Avis Rara, livro que mergulha nos ideais de Milton Friedman

Obra faz parte da coleção Biblioteca Liberal, que apresenta grandes pensadores do liberalismo

 

Milton Friedman é um dos nomes mais conhecidos da economia moderna. Além de economista por formação, era estatístico, e esse seu conhecimento o levou a embasar seu trabalho analisando o consumo, seja ele individual, empresarial e até governamental. E muito do que Friedman apontou, moldou a forma como os economistas passaram a enxergar os impactos do mercado financeiro na vida do cidadão comum. Afinal, muito mais do que movimentar bolsa de valores e mercados cambiais, as mudanças econômicas afetam a nossa vida, todos os dias.

A Faro Editorial lança este mês, pelo selo Avis Rara, o livro “O essencial de Milton Friedman”, escrito pelo professor e economista Steven E. Landsburg. A obra é uma introdução e uma síntese do trabalho desenvolvido pelo célebre economista, estatístico e escritor norte-americano, ganhador do Nobel de Economia, Milton Friedman.

A influência de Friedman se estendeu além dos economistas. Ele foi o principal defensor da liberdade econômica e pessoal. Por meio de seus escritos e aparições na mídia, ele educou milhões sobre como os mercados funcionam e como os governos frequentemente falham. Ele restaurou a respeitabilidade das noções liberais clássicas que haviam caído em desgraça, e não o fez mediante propaganda engenhosa, mas transmitindo uma compreensão profunda e duradoura das próprias ideias.

Ele revolucionou a maneira como os economistas pensam sobre consumo, dinheiro, política de estabilização e desemprego. Friedman demonstrou o poder de se comprometer com algumas suposições simples sobre o comportamento humano e então perseguir implacavelmente suas implicações lógicas.

Em mais de 60 anos de carreira, desenvolveu e ensinou novas maneiras de interpretar dados, testando suas teorias por meio de sua capacidade de explicar vários fenômenos díspares. Seriam necessários vários volumes para fazer justiça às contribuições extraordinárias de Friedman para a teoria, prática e política econômicas, mas aqui o leitor tem uma síntese delas.

“Uma sociedade que coloca igualdade antes da liberdade acabará por ficar sem nenhuma. A sociedade que coloca liberdade antes da igualdade acabará com uma boa medida de ambas.”

MILTON FRIEDMAN

 

Ficha técnica

Título: O essencial de Milton Friedman

Nº de páginas: 112

Preço: R$29,90

 

Sobre o autor:

STEVEN E. LANDSBURG é professor de economia da Universidade de Rochester. Ele é autor de diversos livros sobre economia, matemática e filosofia. Escreve regularmente para a revista Forbes, The Wall Street Journal, The New York Times e outras publicações.

Prêmio Nobel de Economia e principal nome da escola de Chicago, MILTON FRIEDMAN foi um economista, estatístico e escritor norte-americano. É conhecido por sua pesquisa sobre a análise do consumo, a teoria e história monetária, bem como por sua demonstração da complexidade da política de estabilização.

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Faro Editorial lança este mês o suspense “Oito detetives”

Um autor que fez sucesso com uma “fórmula” para thrillers ou um diário de pistas sobre crimes reais?

 

Riqueza de detalhes. Requintes de crueldade. Uma vítima. Um suspeito. Um detetive. Essa parece ser a fórmula para criar uma boa história de assassinato, e foi o que o matemático Grant McAllister fez em seus 7 contos de crimes baseados nessa máxima. Mas quando a editora Julia Hart decide reeditar esse material e entender algumas inconsistências do texto de Grant, ela começa a perceber que essa conta pode ser baseada em muito mais do que cálculos, e podem revelar crimes reais.

A Faro Editorial lança este mês o livro “Oito detetives” do autor estreante Alex Pavesi, que teve os direitos vendidos para mais de uma dezena de países e reuniu uma série de elogios de escritores e jornalistas pelo mundo. Um thriller alucinante sobre um autor, suas histórias, uma editora ambiciosa, e uma série de assassinatos que nunca foram resolvidos.

Existem regras para mistérios de assassinato. Uma vítima, um suspeito e um detetive. O restante é apenas embaralhar a sequência de fatos para enganar o leitor. E foi essa lógica que o matemático Grant McAllister usou para escrever sete histórias de detetive, calculando as diferentes ordens e possibilidades. E, por trinta anos, essas histórias pareceram perfeitas aos olhos de quem as lia. Mas depois de um grande sucesso, e como o autor não criou mais nenhuma obra, o livro foi esquecido no fundo das prateleiras dos sebos.

Agora, vivendo recluso numa remota ilha do Mediterrâneo, vendo a vida passar, o autor aceita um encontro marcado com Julia Hart, uma editora ambiciosa e extremamente sagaz. Julia quer reeditar o livro de Grant, mas nota muitos pontos inconsistentes, quase propositais. Aos olhos de uma profissional, parecem falhas que um escritor tão dedicado não cometeria, e lembram mais confissões do que suposições. E ela decide investigar, se afinal essas histórias não foram baseadas em fatos reais.

Em uma batalha intelectual com um adversário perigosamente inteligente, Júlia percebe que há um mistério maior por trás dos livros. Grant deixou as pistas para conectar os livros ou assassinatos verdadeiros? Será que Julia está correndo perigo ou sua mente inquieta está sendo manipulada por um autor genial? Uma leitura que irá pegar em cheio fãs de Agatha Christie e Arthur Conan Doyle.

“As reviravoltas acontecem sem parar, até o fim.” – The New York Times

“Este foi um dos romances policiais mais divertidos dos últimos tempos.” – Sunday Times

“Quando você leu pela última vez um thriller genuinamente original? Aqui está a sua chance.” – A. J. Finn

 

Ficha Técnica

Título: Oito detetives

Nº de páginas: 288

Preço: R$49,90

 

Sobre o autor:

Alex Pavesi mora em Londres, onde escreve em tempo integral. Trabalhou como engenheiro de software e, antes disso, obteve doutorado em matemática. Ele gosta de quebra-cabeças e longas caminhadas. “Oito detetives” é o seu primeiro livro e foi aclamado pelos maiores autores do gênero.

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Faro Editorial lança este mês o livro que revelou o maior escândalo do esporte mundial

Escrito pelo químico Dr. Grigory Rodchenkov, a obra revela todo esquema de manipulação de doping feito com aprovação do governo russo

Sochi, 2014. Um esquema quase que hollywoodiano para burlar o sistema de antidoping dos Jogos Olímpicos de Inverno começa a se desenrolar. Sistema criado pelo governo russo e encabeçado pelo Dr. Grigory Rodchenkov, o químico responsável pelo laboratório antidoping autorizado pelo COI para fiscalizar justamente os atletas russos. Um esquema para “melhorar” a performance dos atletas do país, que estava tão bem estruturado, que era capaz de produzir recordes mundiais, levando a Rússia a alcançar o topo das competições de elite. Esse era o protocolo!

A Faro Editorial lança este mês o livro “O protocolo russo”, escrito pelo Dr. Grigory Rodchenkov, químico responsável pelo maior esquema de doping da história do esporte mundial. Neste relato, Dr. Rodchenkov conta como que a Rússia foi banida dos próximos Jogos Olímpicos em Tóquio, e como os recordes e medalhas dos esportistas do país podem ter sido maculados pelo uso estratégico de anabolizantes e esteroides.

Dr. Grigory Rodchenkov, foi um atleta universitário, que conheceu os anabolizantes como esportista, e posteriormente, como químico. Ele sabia as reações fisiológicas no rendimento do atleta e como essas substâncias “sumiam” no organismo. E foi com esse conhecimento prático e técnico que ele começou a montar um sistema de doping “responsável”. Era simples. Como representante oficial de antidoping do COI na Rússia, ele sabia quais substâncias poderiam ser “pegas” nos testes, e então estudou a forma de “limpar” os atletas antes das competições.

E toda essa estratégia era feita embaixo do nariz dos diretores da WADA (Agência Mundial Antidoping), do COI (Comitê Olímpico Internacional) e com proposta pelo governo Putin. Um protocolo que levou diversos atletas a quebrar recordes e angariar diversas medalhas de ouro. E que, ao ser denunciado, tirou a possibilidade dos esportistas russos de representarem seu país nos Jogos Olímpicos, na Copa do Mundo e em outros eventos esportivos nos próximos quatro anos.

Um livro que revela os bastidores de uma fraude mundial, que mancha a história do esporte de alta performance, a corrupção de um país que queria se manter no topo a qualquer custo, e de atletas que aceitaram se tornar “cobaias” para garantir premiações e privilégios. E também a história de um homem que hoje se tornou o inimigo mais procurado de seu país e está condenado a viver na clandestinidade e pagar o preço de sua ambição.

“O livro do ano!” – The Guardian

“O caso de amor da Rússia com o doping.” – The Times

Ficha Técnica

Título: O protocolo russo

Nº de páginas: 224

Preço: R$44,90

Sobre o autor:

Dr. Grigory Rodchenkov levou mais de três anos para escrever este relato. Atualmente ele vive com a família nos Estados Unidos, com um nome falso e escondido pelo sistema de proteção a testemunhas. Putin colocou todo o serviço de espionagem internacional atrás dele. Sua vida se resume a manter-se anônimo, com todas as consequências sociais e emocionais que resultaram da decisão de contar o fato. Não se trata apenas de uma simples delação, mas de revelar um sistema que criava uma competição corrupta que deixou um rastro de destruição na formação de atletas da Rússia.

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“O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo chega às livrarias este mês

Obra analisa os acontecimentos que marcaram o ano de 2020, escondidos pelos debates enviesados e pelas discussões ideológicas

Quem poderia imaginar um ano em que tudo parou? A canção profética de Raul Seixas sempre pareceu a todos nós como uma fantasia divertida. Mas não foi. Uma pandemia se espalhou pelo planeta, matou mais de um milhão e meio de pessoas e impôs regras de confinamento social a populações inteiras, gerando recessão e desemprego em uma escala inimaginável. Mas isso não foi a única tragédia de 2020. Será esse o pior ano de todos os tempos?

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara, “O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo. O autor analisou os principais fatos que marcaram o ano, e conecta a feitos e eventos de outras épocas que nos oferecem um cenário do que realmente aconteceu, e como isso nos afetará nos anos vindouros.

Um ano que também ficará marcado pela escalada da insanidade provocada pela polarização política e pela consolidação de uma agenda que inclui a defesa da censura, a perseguição a adversários e, na prática, a ditadura de pequenos grupos de poder – tudo isso em nome da defesa da democracia.

Neste livro, Luciano Trigo examina o que há por trás das diferentes manifestações desse fenômeno na vida cotidiana, sempre buscando apontar caminhos para a sua superação. E alerta para os riscos decorrentes da erosão dos valores compartilhados, sem os quais nenhuma sociedade consegue sobreviver.

Uma leitura necessária para entender os tempos muito estranhos que estamos vivendo – e para manter o equilíbrio e a sanidade em meio à nova guerra de narrativas.

O autor responde:

Podemos afirmar que 2020 foi o pior ano de todos os tempos?

Seguramente houve muitos anos piores na História, em termos de volume de mortes e de sofrimento humano, bastando citar os anos do Holocausto nazista, do Holodomor stalinista e da Grande Fome chinesa, isso para ficarmos só nos genocídios do século 20. O que 2020 teve de peculiar foi lembrar à humanidade que, no fundo, ela não tem controle sobre nada nem garantia de nada, que a qualquer momento uma pandemia pode parar o planeta e provocar a morte de milhões de pessoas. A Covid-19 é um tapa na cara de uma sociedade que não passou por nenhuma das tragédias citadas acima e desaprendeu a lidar com o aspecto trágico da existência, daí o seu impacto psicológico e emocional brutal sobre as pessoas.

Acha que esse cenário ainda deve continuar? E quais seriam as piores consequências?

Vivemos um momento de grande otimismo em relação às vacinas, mas só o tempo dirá se elas são realmente eficazes e por quanto tempo, se surgirão novas mutações do coronavírus etc. Acho que o vírus não vai desaparecer, e que algumas mudanças vieram para ficar. Certamente vamos nos acomodar em algum tipo de normalidade, que será diferente da anterior, talvez isso seja questão de meses. Mas muito provavelmente a Covid-19 vai continuar fazendo vítimas, como outras doenças que não existiam até poucas décadas atrás, e com as quais aprendemos a conviver. O ser humano se adapta a tudo. Entre as consequências negativas está o aumento do controle da sociedade pelos governos, suprimindo-se liberdades individuais com o pretexto do combate à pandemia.

O que podemos esperar da sociedade daqui para frente?

O problema é que a pandemia de Copvid-19 não foi a única tragédia de 2020, ano que também ficou marcado pelo acirramento insano da polarização política, pela cultura do cancelamento, pela defesa da censura, pelo “ódio do bem”, pela vandalização de monumentos históricos e pelo que se convencionou chamar de “lacração”. Hoje vivemos uma verdadeira ditadura de grupos minoritários barulhentos, que impõem suas agendas a uma maioria silenciosa. A razão de viver desses grupos é impor sua vontade no grito, perseguindo e esfolando todos aqueles que discordarem.

Estudando possíveis cenários, o que você acha possível acontecer em 2021?

Ainda que contem com o apoio da grande mídia e do meio acadêmico, que continua totalmente dominado pelo pensamento de esquerda e progressista, muitas dessas agendas – as bandeiras identitárias, por exemplo – pela forma agressiva e intolerante como estão sendo conduzidas, podem acabar provocando uma reação das pessoas comuns, que estão vendo seus valores e crenças serem diariamente atacados. A eleição de Bolsonaro já foi, em parte, uma reação do Brasil real a pautas no campo dos costumes que são rejeitadas pela maioria dos brasileiros. O Brasil real é muito diferente da timeline das redes sociais dos professores, intelectuais e artistas. Mas é claro que o futuro desse governo e a possível reeleição de Bolsonaro dependerão, fundamentalmente, do desempenho da economia, como aliás acontece com todos os governos.

 

Ficha Técnica

Título: O ano em que a Terra parou

Nº de páginas: 256

Preço: R$ 49,90

 

Sobre o autor

Luciano Trigo é jornalista e escritor. É autor dos ensaios “O viajante imóvel – Machado de Assis e o Rio de Janeiro de seu tempo”, “Engenho e Memória – O Nordeste do açúcar na ficção de José Lins do Rego (premiado pela Academia Brasileira de Letras), “A grande feira – Uma reação ao vale-tudo na arte contemporânea” e “Guerra de narrativas – A crise política e a luta pelo controle do imaginário”. Também escreveu obras de ficção, de poesia e livros infantis. Mantém atualmente uma coluna sobre cultura e política na “Gazeta do Povo”, o fascismo ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo. Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

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Faro Editorial lança “A garota anônima” das autoras Greer Hendricks e Sarah Pekkanen

Conhecidas dos leitores brasileiros com o thriller “A mulher entre nós”, livro narra um suspense psicológico de tirar o folego

Jéssica Farris é uma mulher que beira a mediocridade. Sua vida não é o que ela sonhou, e ser apenas uma maquiadora artística não é bem o que ela quer para o futuro mudar. É quando surge uma oportunidade. Jéssica se inscreve numa espécie de estudo psicológico, com uma renomada psiquiatra, que promete manter o anonimato dos participantes e trazer excelentes recompensas. E o propósito parecia nobre: tratava-se de uma pesquisa que poderia mudar a vida de outras pessoas, e ainda ganharia dinheiro com isso. O que poderia dar errado?

A Faro Editorial lança este mês o novo livro de Greer Handricks e Sarah Pekkanen, “A garota anônima”, que já teve seus direitos de publicação vendidos para mais de 20 países. As autoras são conhecidas do leitor brasileiro com o best-seller “A mulher entre nós”, publicado em 2018.

Neste novo thriller, elas nos apresentam o encontro entre Jéssica Farris e a psiquiatra Dr. Lydia Shields. Tudo parecia ser perfeito: Jessica responderia a algumas perguntas, faria alguns testes de personalidade, ganharia receberia seu cheque e iria embora. Mas à medida em que as perguntas ficam mais invasivas, Jess começa a sentir como se soubessem o que ela está pensando… e, pior, o que está escondendo.

E o que parecia um simples estudo sobre moralidade e ética começa a tomar rumos estranhos, quando Jessica percebe que Dra. Shield sabe exatamente o que ela está pensando e está manipulando suas ações. É quando ela começa a duvidar de tudo, inclusive de si mesma.

Um thriller alucinante que trata de inúmeros assuntos escondidos na mente humana.

Ficha Técnica

Título: A garota anônima

Nº de páginas: 268

Preço: R$ 59,90

 

Sobre as autoras:

Greer Hendricks mora em Manhattan com o marido e dois filhos. Antes de se tornar escritora, Greer foi vice-presidente e editora da Simon & Schuster. Seus textos já foram publicados no The New York Times e na revista Publishers Weekly.

Sarah Pekkanen vive com o marido e os três filhos em Maryland, nos Estados Unidos. Seus livros sempre ocupam as listas de mais vendidos. Já escreveu para vários jornais e revistas como People e Washington Post.

 

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Faro Editorial lança nova edição do clássico “Amor de Perdição”

Obra original de Camilo Castelo Branco vertida para vocabulário moderno do Português

 

Um dos grandes clássicos da literatura portuguesa, releitura de Romeu e Julieta foi inspirado nas dores do próprio autor. Uma história de amor, de perda e desilusão. Simão amava Teresa, mas esse sentimento não poderia jamais existir. Mariana amava Simão, mas seu coração seria morada vazia… a paixão os rondava, mas ali ninguém seria feliz para viver um grande romance. O amor proibido por todas as famílias. E os amantes estavam dispostos a pagar o preço.

A Faro Editorial lança este mês “Amor de Perdição” do autor português Camilo Castelo Branco. Uma obra atemporal, que ganha uma edição integral, adaptada para o português moderno.

Em mais de 160 anos de mudanças linguísticas em nosso português, a edição da Faro busca aproximar o leitor do clássico, sem modificar a característica narrativa do autor. Um livro que trará o romantismo de Castelo Branco para o leitor moderno de forma cativante, capaz de ser compreendido em cada linha.

Considerada uma das principais obras do movimento ultrarromântico, marcado por idealizações do amor, paixões arrebatadoras e dores que afetam intensamente a alma, este romance atravessa décadas com a jovialidade de seus protagonistas: Simão, Teresa e Mariana.

Simão, um jovem de 16 anos, comete um crime contra o pretendente de sua amada. É jogado na cadeia enquanto espera sua pena: prisão ou exílio nas Índias. Teresa é igualmente afetada, posta em clausura, e Mariana, a jovem humilde que alimenta secretamente uma paixão por Simão, vive todas as emoções de um amor platônico, devotado, com fios de esperança de um dia ser correspondida.

“Lembro quando tu me dizias dos teus sonhos de felicidade! Que mal faria a Deus os nossos inocentes desejos?”

 

Exemplos do trabalho feito nessa edição de modo a mantê-la viva nas mãos de todos os leitores, especialmente jovens. Experimente ler os negritos sem um dicionário de termos antigos ao lado.

 

  • Parece que a fidalguia de Lamego, em todo o tempo orgulhosa de uma antiguidade que principia na aclamação de Almacave, desdenhou

 

  • Parece que a fidalguia de Lamego, em todo o tempo orgulhosa da sua própria origem e antiguidade, desdenhou

 

  • A rapariga, como ouviu os passos do pai, saiu lestamente por outra
  • A rapariga, como ouviu os passos do pai, saiu rapidamente por outra porta.

 

  • Salte do cavalo, que há de haver mostarda
  • Salte do cavalo, que há de haver confronto

 

 

Ficha Técnica

Título: Amor de Perdição

Nº de páginas: 208

Preço: R$39,90

 

Sobre o autor:

CAMILO CASTELO BRANCO nasceu em Lisboa, em 1825. Romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor, tornou-se um dos maiores escritores portugueses do século XIX. Amor de perdição é sua obra mais conhecida.

 

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Faro Editorial lança edição do clássico “A Revolução dos Bichos” de George Orwell

Obra sairá pelo selo Avis Rara e capa inspirada na alegoria real de Orwell

 Uma fazenda se revolta contra seu dono. Animais cansados do que consideravam descaso do homem, resolvem tomar o poder a força e viver de acordo com suas regras, dividindo a comida, as tarefas e vivendo em harmonia com a terra. Bem… era o que pensavam no início, mas quando o poder muda de mãos, também mudam os comandantes da partida, e o que parecia ser a utopia de uma sociedade justa, se torna uma nova disputa de classes. A revolução dos bichos discute mitos que continuamente pairam em nossa sociedade, e foi escrito depois de um processo de desencanto de Orwell, quando esteve na linha de frente do projeto socialista.

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o clássico, “A revolução dos bichos” de George Orwell. Publicado 75 anos atrás, a obra mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. Mas ao longo dos anos, os fatos que inspiraram o autor acabaram perdendo o protagonismo: a crítica contundente ao socialismo real que foi posto em prática por Stálin, e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky.

Gerações e gerações de leitores conhecem a fábula política de George Orwell que mostra a revolta dos animais da fazenda contra os humanos, uma retomada do poder pela força de trabalho dos bichos. Mas o que parecia ser a utopia perfeita, acaba se virando contra os revolucionários, que apenas transferiram o poder a um novo tirano.

Os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento e condensa em poucas palavras como a disputa pelo poder pode se esconder até mesmo nas causas mais nobres.

Sátira política devastadora e fábula moral na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire.

“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”

Ficha Técnica

Título: A revolução dos bichos

Nº de páginas: 160

Preço: R$34,90

 

Sobre o autor

Autor de seis romances, além de inúmeros ensaios e artigos, George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair, nasceu em 1903, na Índia, onde seu pai era alto funcionário do governo britânico. De 1917 a 1921, cursou como bolsista o tradicional e aristocrático Eton College. Porém, depois disso, rompeu com seu passado burguês, trabalhou como operário, lavador de pratos e professor e, em 1937, lutou contra o fascismo na Guerra Civil Espanhola, ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas até se desencantar com os crimes cometidos em nome da revolução. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo fosse de qualquer ideologia. “A verdade, é claro, é que os inúmeros intelectuais ingleses que beijam o traseiro de Stálin não diferem da minoria que é fiel a Hitler ou Mussolini (…). Todos eles estão cultuando o poder e a crueldade bem-sucedida”.   Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

 

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A Tal Felicidade – SEJA FELIZ, PENSE NEGATIVO!

“Você tem que olhar no espelho e dizer: eu vou conseguir, vou atingir minha meta, vou chegar lá”, afirmou um guru motivacional em um evento que participei. No mundo da autoajuda, uma das crenças mais enraizadas é a de que pensar positivo faz maravilhas por nós. Segundo os profissionais da área, pensamentos têm frequências magnéticas e, uma vez que o objeto de seu desejo receba esta frequência, a “lei de atração” fará com que ele se mova em sua direção. No entanto, a Ferrari a qual eu transmiti meus pensamentos positivos continua na loja. Será que estou pensando positivo de forma errada, ou será que errado é pensar positivo?

Por mais de vinte anos, a cientista Gabrielle Oettingen da New York University fez descobertas que deixarão os fãs de O Segredo decepciona- dos. em uma de suas pesquisas, estudantes universitários do último ano deveriam informar quão positivo pensavam em encontrar um emprego. dois anos mais tarde, Oettingen descobriu que aqueles que pensavam positivo frequentemente eram os que tinham menos chances em estar empregados.

Resulta- dos similares ocorreram quando a cientista avaliou a probabilidade de pessoas iniciarem um relacionamento amoroso, tirar nota alta em uma prova e recuperar-se de uma cirurgia: quanto mais pensamento positivo, menos sucesso elas obtinham. Oettingen revela que o pensamento positivo gera uma redução na pressão sistólica do coração um sinal de relaxamento. evidências apontam relação direta entre pressão sistólica e motivação, portanto, quem pensa positivo perde o combustível que faria com que agisse em direção aos seus objetivos. Não por acaso, os universitários que fantasiavam frequentemente em encontrar emprego enviaram menos currículos!

infelizmente, o mundo da autoajuda está repleto de “gurus” que lucram alto vendendo aquilo que as pessoas gostariam que fosse verdade: é sedutor acreditar que o poder do pensamento traz Ferraris e cura o câncer. O ser humano é obcecado por atalhos para o sucesso, tornando-se presa fácil para charlatões com promessas milagrosas – os únicos a conseguir Ferraris, compradas à vista, é claro. É interessante perceber que, quando as pessoas não alcançam seus desejos mesmo após pensarem positivo e pagarem fortunas por livros, seminários, consultas e remédios, os gurus jogam a culpa na vítima: “você não está pensando positivo direito”. É óbvio: se você não

conseguiu a Ferrari ou curou-se do câncer, a culpa é toda sua, nunca do método ensinado pelo charlatão.

No entanto, seu caminho para a felicidade pode se tornar livre de furadas caso você siga outro método: o científico. Os experimentos de Oettingen revelam que “o segredo” para alcançar objetivos é, pasme, pensar negativo! Quando pensamos nas dificuldades a enfrentar para chegar onde almejamos, a peque- na carga de estresse gera melhor planejamento, aumento na motivação e, consequentemente, na probabilidade de agirmos. Portanto, quando estiver frente ao espelho, faça o seguinte exercício: Será que eu vou conseguir? como vencerei os obstáculos para atingir minha meta? O que pode me impedir de chegar lá? duvidar de si mesmo, por mais contraditório que pareça, é a ação que trará a felicidade que você tanto busca.

Fonte: Veja São Paulo

 

 

Uma vacina para o estresse

cientistas liderados por tali Sharot, da University college, organizaram um estudo onde participantes deveriam dar a sua opinião sobre a probabilidade de eventos negativos acontecerem com eles (ser roubado, sofrer um acidente de carro, etc). em seguida, era revelada a real probabilidade desses eventos acontecerem. Posteriormente, os cientistas pediam as pessoas reverem suas opiniões iniciais sobre estes riscos. Sharot descobriu que, quando estressadas, as pessoas acreditam ter um risco maior de sofrer com eventos negativos do que a real probabilidade indica.

Um estudo que analisou o impacto do estresse em 1 552 irmãs gêmeas revelou que quando uma das irmãs sofre mais com o estres- se, suas células aparentam ser sete anos mais velhas. Outros estudos apontam o estresse como o causador de doença cardíaca, câncer, diabetes, obesidade e outras condições. Já a neurocientista Rajita Sinha da Yale nos alerta que o acúmulo de estresse pode resultar em uma redução no volume do córtex pré-frontal do cérebro; uma área responsável pela resolução de problemas complexos, tomada de decisão, criatividade, linguagem, planejamento, raciocínio e projeção do futuro. Anos de pesquisa revelam que emoções negativas provocam a liberação do hormônio cortisol, cuja uma das funções é o desligamento do córtex pré-frontal, o que explica nossa dificuldade em raciocinar adequadamente em momentos de estresse.

Momentos de estresse, como o que estamos vivendo atual- mente, têm o poder de fazer com que acredite que a probabilidade de eventos ruins lhe atingirem é maior do que a chance real, aumentam suas chances de envelhecer antes do tempo e desenvolver doenças graves, diminuem o volume do seu cérebro e reduzem sua capacidade cognitiva.

Por outro lado, um grande corpo de estudos revela que emoções positivas liberam o hormônio ocitocina, que causa aumentos em nossa motivação, visão periférica, atenção e criatividade por estimular a atividade do córtex pré frontal. Além disso, estas emoções melhoram o sistema imunológico e fazem com que sejamos mais otimistas.

Apesar de todos desejarem a felicidade, existe um inimigo natural para ela, o Viés da Negatividade. Nossos ancestrais tinham de estar 100% do tempo atentos aos fatos negativos que poderiam acontecer com eles na selva, assim, nosso cérebro foi moldado pela evolução a ficar mais atento aos fatos negativos, que garantiam nossa sobrevivência. existem momentos incontroláveis em nossas vidas que acentuam o estresse, e o Viés da Negatividade piora a situação fazendo com muitos escolham se afundar ainda mais em notícias ruins.

felizmente, existe uma vacina para o estresse. depois de duas décadas de pesquisas, a cientista Barbara fredrickson descobriu a Pro- porção da Positividade. fredrickson revela que para cada emoção negativa diária, devemos buscar três emoções positivas. Assim a negatividade começa a ser cancelada, passamos a ter uma sensação maior de controle e colhemos todos os frutos da liberação da ocitocina. Não podemos controlar o coronavírus, por exemplo, mas podemos controlar as notícias que nos expomos. A qual lado tem escolhido se expor durante a quarentena? lembre-se: o lado que você escolhe se torna a sua realidade.

Livro de estreia de autora australiana foi arrematado em leilão pela Faro

Existe um fascínio estranho sobre a morte em si, mas um ainda maior sobre as histórias de garotas assassinadas. Seja pela trágica maneira em que são mortas, ou a forma como são encontradas; o caso é que esses crimes costumam a atrair a atenção não apenas da polícia, mas de curiosos, como narra a autora australiana Jacqueline Bublitz em seu romance de estreia “Before You Knew My Name”, o peso das lembranças, que será publicado pela Faro Editorial.

O Livro que passeia entre o mistério e sobrenatural, vai contar a história de Alice Lee, uma garota destemida, que sempre enfrentou a vida de peito aberto, mas que encontrou a morte prematuramente em Nova York. Mas ninguém sabe disso, porque Alice foi encontrada, mas não reconhecida, ela é somente mais um corpo no necrotério da cidade.

E a única pessoa que realmente quer entender o que aconteceu com Alice é Ruby Jones, a solitária mulher que encontrou o corpo durante uma corrida e ficou obcecada em saber quem era aquela garota.

Presa num limbo entre a vida e a morte, Alice vai achar uma forma de se conectar a sua “salvadora” e dizer quem ela realmente era e o que aconteceu, mas quem é que vai acreditar numa mulher como Ruby?

O livro tem sido destacado pela narrativa, muitas vezes lírica, revelando uma escritora de talento que, a partir de agora deve ser muito observada pela indústria editorial.

O livro deverá ser publicado no Brasil no segundo semestre de 2021.

SUA VIDA NÃO MERECE SER UM “E SE”

(Leia este texto ao som de Saving Grace)

As suas noites de solidão terão mais sentido quando você se deixar tocar pelos primeiros raios de sol da manhã. As cobertas vão pesar menos sobre o seu corpo, você vai perder a sensação de falta de ar que geralmente fica quando seu peito sente medo e não sabe exatamente para onde correr e fugir da escuridão.

Você não aproveita estes momentos, ou os aproveita pouco. Mas eu te entendo: também jogo horas de crescimento fora por estar sofrendo por situações que fogem do meu alcance. Penso em como seria a vida se, o que aconteceria comigo se, o que eu poderia fazer no futuro se… Sempre “se”, como se eles fossem verdadeiramente importantes para quem eu sou agora.

Sua vida vai ser repleta de decisões que vão mudar a direção para qual você caminha. Você merece ser feliz do modo que sonha, é verdade, mas a felicidade sempre se encontrará agora e em frente, nunca nas portas que você fechou ali atrás. Ponderar, calcular, entender os processos e essas coisas é fundamental, mas nunca pode ser o motivo dos seus sonhos se perderem na escuridão do quarto.

A proposta de emprego que você deixou passar, a demissão que você não pediu, a prova em que você precisaria ter ido apenas um pouco melhor, o amor que você não declarou para quem partiu cedo demais dessa vida são coisas que não voltam mais. É triste, mas infelizmente não volta. E isso pode se tornar perigoso se você continuar remoendo uma realidade que já não está ao seu alcance.

Se sentir dificuldades para descansar quando repousar a cabeça no travesseiro, peça perdão, confesse seus erros, levante a cabeça e busque o caminho outra vez. Existem coisas que só você pode fazer por você, e lutar é uma delas. Mas não tema: a responsabilidade ser sua não é motivo para ter medo; antes, é uma força a mais para você encontrar dentro do seu coração.

Lembra que um dia você quis estar exatamente onde está agora? Talvez não seja ainda o fim do seu caminho, mas é o decorrer dele. Aproveite o percurso.

Ficar pulando de “e se” em “e se” é perigoso porque a gente cai na ilusão de estar vivendo, quando só está inventando. A vida acontece agora. O seu presente não merece se tornar um “e se eu tivesse feito diferente” no futuro. Você também não merece.

Mas essa escolha só cabe a uma pessoa. E seu coração sabe quem é. 

Fonte: Julio Hermann 

 

Pedro Ivo entra para o time da Faro Editorial em livro escrito com Rodrigo de Oliveira

A Faro Editorial acaba de fechar contrato com mais um escritor nacional de ficção, o autor e ilustrador Pedro Ivo, num projeto escrito em parceria com o autor Rodrigo de Oliveira, criador da maior série de ficção brasileira, “As crônicas dos mortos”, e negociado via Agência Authoria.

O novo livro já está em fase de produção e será lançado pela editora até o final de 2020, e conta a história de um jovem genial, mas com uma vida medíocre, que movido pelo luto pela perda do pai, acaba criando uma forma de se comunicar com os mortos.

Rubens trabalha consertando smartphones, e sua habilidade parte para o campo das invenções. Ao desenvolver um protótipo de celular, percebe que ele está captando umas vozes e descobre que são de pessoas que já morreram… talvez esse seja o momento de conseguir respostas!

Sobre o projeto, Pedro Ivo conta como tudo começou. “A ideia surgiu depois que assisti a um desses filmes de terror e pensei: Por que os fantasmas simplesmente não dizem o que querem, em vez de só gritar e assustar todo mundo? O que os mortos diriam se pudessem conversar com os vivos e houvesse um meio de isso acontecer? Achei que era uma boa história e chamei o Rodrigo, um escritor experiente em causar medo nos leitores, para me ajudar a construir esse livro”, revela.

Já para Rodrigo de Oliveira, a ideia chegou no momento certo “Conheci o Pedro Ivo pelas redes sociais e depois pessoalmente na CCXP. Em plena véspera de ano novo, ele me mandou três áudios contando a ideia, e antes do fim do primeiro eu já tinha topado, pois achei fascinante unir tecnologia com a reflexão do que acontece depois da morte, tendo como pano de fundo os dramas de uma geração acostumada com internet, velocidade de informação, mas tendo que lidar com dramas universais, como perda, amor, luto, dor e intolerância”.

Série infanto-juvenil que será adaptada por Amy Adams vai ser lançada no Brasil

 

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de mais uma série juvenil para o seu novo selo MilkShakespeare, do autor best-seller Robert Beatty. “Willa of the Woods” também vai ganhar uma adaptação para a TV, produzida pela atriz Amy Adams, e já teve seus direitos de publicação vendidos para Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Espanha, entre muitos outros. No Brasil, a negociação aconteceu por intermédio da agência literária Villas-Boas & Moss

Neste livro, vamos conhecer um universo fantástico nas florestas sombrias de Great Smoky Mountains, habitadas por um povo mágico e ancestral, que evita o contato com seres humanos a todo custo – “essas criaturas desprezíveis e destruidoras da natureza”.

Willa é um desses seres noturnos da natureza, que passeia entre os dois mundos, buscando coisas que os humanos não sentirão falta, na calada da noite.

Mas quando a curiosidade de Willa sobre os humanos aumenta, ela acaba se ferindo e ficando presa durante o dia em nosso mundo e precisará invocar forças ancestrais para retornar ao lar, que vão lhe revelar uma verdade sobre o seu povo e a grande ameaça a sua sobrevivência.

Um livro mágico que vai levantar uma questão necessária sobre a relação dos homens com a natureza, mas que traz reflexões menos maniqueístas sobre o que significa, de fato, preservação: nem todo uso dos bens naturais são ruins, o que precisamos entender é o uso sustentável.

O livro será lançado no Brasil no segundo semestre de 2020 e a série está em produção.

Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de publicação do novo livro das autoras do best-seller “A mulher entre nós”

A Faro Editorial é a nova casa das autoras Greer Handricks e Sarah Pekkanen, autoras do best-seller “A mulher entre nós”, publicado em 2018. Pela Faro as autoras vão lançar seu mais novo suspense psicológico “An Anonymous Girl”, que já teve seus direitos de publicação vendidos para mais de 20 países.

Neste novo thriller as autoras nos apresentam Jéssica Farris, uma maquiadora artística, que tem uma vida beirando a mediocridade, mas que vê uma chance de mudar isso ao se inscrever para um experimento psicológico coordenado pela renomada psiquiatra Dr. Lydia Shields. O projeto promete total anonimato e excelentes recompensas financeiras, o que faz Jessica aceitar a oferta sem titubear.

Mas o que parecia um simples estudo sobre moralidade e ética começa a tomar rumos estranhos quando Jessica percebe que Dra. Shield sabe exatamente o que ela está pensando e está manipulando suas ações. Será mesmo que é possível confiar em um estranho?

Um thriller alucinante que fala sobre distribuídos de personalidade, paixões, manipulação e confiança e claro, sobre o poder da mentira na mente humana.

Os direitos de adaptação cinematográfica já estão em andamento e o livro deve ser publicado no Brasil em janeiro de 2020.

Coluna Babel

Criadora do blog “A soma de todos os afetos” é a nova autora da Faro Editorial

A Faro Editorial acaba de fechar o contrato de publicação do novo livro de Fabíola Simões, criadora de do blog “A soma de todos os afetos”, uma das páginas mais populares do Facebook, com mais de 2,5 milhões de seguidores.

Conhecida por seus textos que mexem fundo com o coração dos leitores e falam sobre amor, perda, relacionamentos, amizade, família, autoestima e aceitação, Fabiola lançará seu terceiro livro pela Faro Editorial.

O novo livro propõe a reflexão acerca do mundo moderno e das relações que permeiam o nosso tempo, e é destinado jovens adultos.

“Minha proposta ao escrever estas crônicas foi de convidar as pessoas a rever passos da sua vida, dar mais chances ao amor-próprio, ao autocuidado, perdoar a vida e sentir-se perdoado por ela.” Revela Fabíola.

A obra é composta por 88 crônicas que propõem ao leitor aprofundar-se em si mesmo, reconciliar-se com suas aflições, aprender a se divertir com mais frequência e buscar mais as coisas que fazem seus olhos brilharem. Nas crônicas ela registra as dificuldades da vida, mas aponta que todos temos de buscar nossos próprios caminhos para que ela seja boa. Tem que ter encanto, alegria, dança sem música e coração bobo. Cada texto traz uma reflexão singular, atinando sobre a relação que temos com o tempo, com a tecnologia, com as pressas, para que possamos dar valor as coisas que realmente nos tornam mais felizes.

A obra será publicada no primeiro semestre de 2020.