“O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo chega às livrarias este mês

Obra analisa os acontecimentos que marcaram o ano de 2020, escondidos pelos debates enviesados e pelas discussões ideológicas

Quem poderia imaginar um ano em que tudo parou? A canção profética de Raul Seixas sempre pareceu a todos nós como uma fantasia divertida. Mas não foi. Uma pandemia se espalhou pelo planeta, matou mais de um milhão e meio de pessoas e impôs regras de confinamento social a populações inteiras, gerando recessão e desemprego em uma escala inimaginável. Mas isso não foi a única tragédia de 2020. Será esse o pior ano de todos os tempos?

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara, “O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo. O autor analisou os principais fatos que marcaram o ano, e conecta a feitos e eventos de outras épocas que nos oferecem um cenário do que realmente aconteceu, e como isso nos afetará nos anos vindouros.

Um ano que também ficará marcado pela escalada da insanidade provocada pela polarização política e pela consolidação de uma agenda que inclui a defesa da censura, a perseguição a adversários e, na prática, a ditadura de pequenos grupos de poder – tudo isso em nome da defesa da democracia.

Neste livro, Luciano Trigo examina o que há por trás das diferentes manifestações desse fenômeno na vida cotidiana, sempre buscando apontar caminhos para a sua superação. E alerta para os riscos decorrentes da erosão dos valores compartilhados, sem os quais nenhuma sociedade consegue sobreviver.

Uma leitura necessária para entender os tempos muito estranhos que estamos vivendo – e para manter o equilíbrio e a sanidade em meio à nova guerra de narrativas.

O autor responde:

Podemos afirmar que 2020 foi o pior ano de todos os tempos?

Seguramente houve muitos anos piores na História, em termos de volume de mortes e de sofrimento humano, bastando citar os anos do Holocausto nazista, do Holodomor stalinista e da Grande Fome chinesa, isso para ficarmos só nos genocídios do século 20. O que 2020 teve de peculiar foi lembrar à humanidade que, no fundo, ela não tem controle sobre nada nem garantia de nada, que a qualquer momento uma pandemia pode parar o planeta e provocar a morte de milhões de pessoas. A Covid-19 é um tapa na cara de uma sociedade que não passou por nenhuma das tragédias citadas acima e desaprendeu a lidar com o aspecto trágico da existência, daí o seu impacto psicológico e emocional brutal sobre as pessoas.

Acha que esse cenário ainda deve continuar? E quais seriam as piores consequências?

Vivemos um momento de grande otimismo em relação às vacinas, mas só o tempo dirá se elas são realmente eficazes e por quanto tempo, se surgirão novas mutações do coronavírus etc. Acho que o vírus não vai desaparecer, e que algumas mudanças vieram para ficar. Certamente vamos nos acomodar em algum tipo de normalidade, que será diferente da anterior, talvez isso seja questão de meses. Mas muito provavelmente a Covid-19 vai continuar fazendo vítimas, como outras doenças que não existiam até poucas décadas atrás, e com as quais aprendemos a conviver. O ser humano se adapta a tudo. Entre as consequências negativas está o aumento do controle da sociedade pelos governos, suprimindo-se liberdades individuais com o pretexto do combate à pandemia.

O que podemos esperar da sociedade daqui para frente?

O problema é que a pandemia de Copvid-19 não foi a única tragédia de 2020, ano que também ficou marcado pelo acirramento insano da polarização política, pela cultura do cancelamento, pela defesa da censura, pelo “ódio do bem”, pela vandalização de monumentos históricos e pelo que se convencionou chamar de “lacração”. Hoje vivemos uma verdadeira ditadura de grupos minoritários barulhentos, que impõem suas agendas a uma maioria silenciosa. A razão de viver desses grupos é impor sua vontade no grito, perseguindo e esfolando todos aqueles que discordarem.

Estudando possíveis cenários, o que você acha possível acontecer em 2021?

Ainda que contem com o apoio da grande mídia e do meio acadêmico, que continua totalmente dominado pelo pensamento de esquerda e progressista, muitas dessas agendas – as bandeiras identitárias, por exemplo – pela forma agressiva e intolerante como estão sendo conduzidas, podem acabar provocando uma reação das pessoas comuns, que estão vendo seus valores e crenças serem diariamente atacados. A eleição de Bolsonaro já foi, em parte, uma reação do Brasil real a pautas no campo dos costumes que são rejeitadas pela maioria dos brasileiros. O Brasil real é muito diferente da timeline das redes sociais dos professores, intelectuais e artistas. Mas é claro que o futuro desse governo e a possível reeleição de Bolsonaro dependerão, fundamentalmente, do desempenho da economia, como aliás acontece com todos os governos.

 

Ficha Técnica

Título: O ano em que a Terra parou

Nº de páginas: 256

Preço: R$ 49,90

 

Sobre o autor

Luciano Trigo é jornalista e escritor. É autor dos ensaios “O viajante imóvel – Machado de Assis e o Rio de Janeiro de seu tempo”, “Engenho e Memória – O Nordeste do açúcar na ficção de José Lins do Rego (premiado pela Academia Brasileira de Letras), “A grande feira – Uma reação ao vale-tudo na arte contemporânea” e “Guerra de narrativas – A crise política e a luta pelo controle do imaginário”. Também escreveu obras de ficção, de poesia e livros infantis. Mantém atualmente uma coluna sobre cultura e política na “Gazeta do Povo”, o fascismo ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo. Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

andrea@agenciablogueria.com.br

+55 (11) 98146-2630

Faro Editorial lança “A garota anônima” das autoras Greer Hendricks e Sarah Pekkanen

Conhecidas dos leitores brasileiros com o thriller “A mulher entre nós”, livro narra um suspense psicológico de tirar o folego

Jéssica Farris é uma mulher que beira a mediocridade. Sua vida não é o que ela sonhou, e ser apenas uma maquiadora artística não é bem o que ela quer para o futuro mudar. É quando surge uma oportunidade. Jéssica se inscreve numa espécie de estudo psicológico, com uma renomada psiquiatra, que promete manter o anonimato dos participantes e trazer excelentes recompensas. E o propósito parecia nobre: tratava-se de uma pesquisa que poderia mudar a vida de outras pessoas, e ainda ganharia dinheiro com isso. O que poderia dar errado?

A Faro Editorial lança este mês o novo livro de Greer Handricks e Sarah Pekkanen, “A garota anônima”, que já teve seus direitos de publicação vendidos para mais de 20 países. As autoras são conhecidas do leitor brasileiro com o best-seller “A mulher entre nós”, publicado em 2018.

Neste novo thriller, elas nos apresentam o encontro entre Jéssica Farris e a psiquiatra Dr. Lydia Shields. Tudo parecia ser perfeito: Jessica responderia a algumas perguntas, faria alguns testes de personalidade, ganharia receberia seu cheque e iria embora. Mas à medida em que as perguntas ficam mais invasivas, Jess começa a sentir como se soubessem o que ela está pensando… e, pior, o que está escondendo.

E o que parecia um simples estudo sobre moralidade e ética começa a tomar rumos estranhos, quando Jessica percebe que Dra. Shield sabe exatamente o que ela está pensando e está manipulando suas ações. É quando ela começa a duvidar de tudo, inclusive de si mesma.

Um thriller alucinante que trata de inúmeros assuntos escondidos na mente humana.

Ficha Técnica

Título: A garota anônima

Nº de páginas: 268

Preço: R$ 59,90

 

Sobre as autoras:

Greer Hendricks mora em Manhattan com o marido e dois filhos. Antes de se tornar escritora, Greer foi vice-presidente e editora da Simon & Schuster. Seus textos já foram publicados no The New York Times e na revista Publishers Weekly.

Sarah Pekkanen vive com o marido e os três filhos em Maryland, nos Estados Unidos. Seus livros sempre ocupam as listas de mais vendidos. Já escreveu para vários jornais e revistas como People e Washington Post.

 

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Faro Editorial lança nova edição do clássico “Amor de Perdição”

Obra original de Camilo Castelo Branco vertida para vocabulário moderno do Português

 

Um dos grandes clássicos da literatura portuguesa, releitura de Romeu e Julieta foi inspirado nas dores do próprio autor. Uma história de amor, de perda e desilusão. Simão amava Teresa, mas esse sentimento não poderia jamais existir. Mariana amava Simão, mas seu coração seria morada vazia… a paixão os rondava, mas ali ninguém seria feliz para viver um grande romance. O amor proibido por todas as famílias. E os amantes estavam dispostos a pagar o preço.

A Faro Editorial lança este mês “Amor de Perdição” do autor português Camilo Castelo Branco. Uma obra atemporal, que ganha uma edição integral, adaptada para o português moderno.

Em mais de 160 anos de mudanças linguísticas em nosso português, a edição da Faro busca aproximar o leitor do clássico, sem modificar a característica narrativa do autor. Um livro que trará o romantismo de Castelo Branco para o leitor moderno de forma cativante, capaz de ser compreendido em cada linha.

Considerada uma das principais obras do movimento ultrarromântico, marcado por idealizações do amor, paixões arrebatadoras e dores que afetam intensamente a alma, este romance atravessa décadas com a jovialidade de seus protagonistas: Simão, Teresa e Mariana.

Simão, um jovem de 16 anos, comete um crime contra o pretendente de sua amada. É jogado na cadeia enquanto espera sua pena: prisão ou exílio nas Índias. Teresa é igualmente afetada, posta em clausura, e Mariana, a jovem humilde que alimenta secretamente uma paixão por Simão, vive todas as emoções de um amor platônico, devotado, com fios de esperança de um dia ser correspondida.

“Lembro quando tu me dizias dos teus sonhos de felicidade! Que mal faria a Deus os nossos inocentes desejos?”

 

Exemplos do trabalho feito nessa edição de modo a mantê-la viva nas mãos de todos os leitores, especialmente jovens. Experimente ler os negritos sem um dicionário de termos antigos ao lado.

 

  • Parece que a fidalguia de Lamego, em todo o tempo orgulhosa de uma antiguidade que principia na aclamação de Almacave, desdenhou

 

  • Parece que a fidalguia de Lamego, em todo o tempo orgulhosa da sua própria origem e antiguidade, desdenhou

 

  • A rapariga, como ouviu os passos do pai, saiu lestamente por outra
  • A rapariga, como ouviu os passos do pai, saiu rapidamente por outra porta.

 

  • Salte do cavalo, que há de haver mostarda
  • Salte do cavalo, que há de haver confronto

 

 

Ficha Técnica

Título: Amor de Perdição

Nº de páginas: 208

Preço: R$39,90

 

Sobre o autor:

CAMILO CASTELO BRANCO nasceu em Lisboa, em 1825. Romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor, tornou-se um dos maiores escritores portugueses do século XIX. Amor de perdição é sua obra mais conhecida.

 

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Faro Editorial lança edição do clássico “A Revolução dos Bichos” de George Orwell

Obra sairá pelo selo Avis Rara e capa inspirada na alegoria real de Orwell

 Uma fazenda se revolta contra seu dono. Animais cansados do que consideravam descaso do homem, resolvem tomar o poder a força e viver de acordo com suas regras, dividindo a comida, as tarefas e vivendo em harmonia com a terra. Bem… era o que pensavam no início, mas quando o poder muda de mãos, também mudam os comandantes da partida, e o que parecia ser a utopia de uma sociedade justa, se torna uma nova disputa de classes. A revolução dos bichos discute mitos que continuamente pairam em nossa sociedade, e foi escrito depois de um processo de desencanto de Orwell, quando esteve na linha de frente do projeto socialista.

A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o clássico, “A revolução dos bichos” de George Orwell. Publicado 75 anos atrás, a obra mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. Mas ao longo dos anos, os fatos que inspiraram o autor acabaram perdendo o protagonismo: a crítica contundente ao socialismo real que foi posto em prática por Stálin, e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky.

Gerações e gerações de leitores conhecem a fábula política de George Orwell que mostra a revolta dos animais da fazenda contra os humanos, uma retomada do poder pela força de trabalho dos bichos. Mas o que parecia ser a utopia perfeita, acaba se virando contra os revolucionários, que apenas transferiram o poder a um novo tirano.

Os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento e condensa em poucas palavras como a disputa pelo poder pode se esconder até mesmo nas causas mais nobres.

Sátira política devastadora e fábula moral na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire.

“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”

Ficha Técnica

Título: A revolução dos bichos

Nº de páginas: 160

Preço: R$34,90

 

Sobre o autor

Autor de seis romances, além de inúmeros ensaios e artigos, George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair, nasceu em 1903, na Índia, onde seu pai era alto funcionário do governo britânico. De 1917 a 1921, cursou como bolsista o tradicional e aristocrático Eton College. Porém, depois disso, rompeu com seu passado burguês, trabalhou como operário, lavador de pratos e professor e, em 1937, lutou contra o fascismo na Guerra Civil Espanhola, ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas até se desencantar com os crimes cometidos em nome da revolução. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo fosse de qualquer ideologia. “A verdade, é claro, é que os inúmeros intelectuais ingleses que beijam o traseiro de Stálin não diferem da minoria que é fiel a Hitler ou Mussolini (…). Todos eles estão cultuando o poder e a crueldade bem-sucedida”.   Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

 

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A Tal Felicidade – SEJA FELIZ, PENSE NEGATIVO!

“Você tem que olhar no espelho e dizer: eu vou conseguir, vou atingir minha meta, vou chegar lá”, afirmou um guru motivacional em um evento que participei. No mundo da autoajuda, uma das crenças mais enraizadas é a de que pensar positivo faz maravilhas por nós. Segundo os profissionais da área, pensamentos têm frequências magnéticas e, uma vez que o objeto de seu desejo receba esta frequência, a “lei de atração” fará com que ele se mova em sua direção. No entanto, a Ferrari a qual eu transmiti meus pensamentos positivos continua na loja. Será que estou pensando positivo de forma errada, ou será que errado é pensar positivo?

Por mais de vinte anos, a cientista Gabrielle Oettingen da New York University fez descobertas que deixarão os fãs de O Segredo decepciona- dos. em uma de suas pesquisas, estudantes universitários do último ano deveriam informar quão positivo pensavam em encontrar um emprego. dois anos mais tarde, Oettingen descobriu que aqueles que pensavam positivo frequentemente eram os que tinham menos chances em estar empregados.

Resulta- dos similares ocorreram quando a cientista avaliou a probabilidade de pessoas iniciarem um relacionamento amoroso, tirar nota alta em uma prova e recuperar-se de uma cirurgia: quanto mais pensamento positivo, menos sucesso elas obtinham. Oettingen revela que o pensamento positivo gera uma redução na pressão sistólica do coração um sinal de relaxamento. evidências apontam relação direta entre pressão sistólica e motivação, portanto, quem pensa positivo perde o combustível que faria com que agisse em direção aos seus objetivos. Não por acaso, os universitários que fantasiavam frequentemente em encontrar emprego enviaram menos currículos!

infelizmente, o mundo da autoajuda está repleto de “gurus” que lucram alto vendendo aquilo que as pessoas gostariam que fosse verdade: é sedutor acreditar que o poder do pensamento traz Ferraris e cura o câncer. O ser humano é obcecado por atalhos para o sucesso, tornando-se presa fácil para charlatões com promessas milagrosas – os únicos a conseguir Ferraris, compradas à vista, é claro. É interessante perceber que, quando as pessoas não alcançam seus desejos mesmo após pensarem positivo e pagarem fortunas por livros, seminários, consultas e remédios, os gurus jogam a culpa na vítima: “você não está pensando positivo direito”. É óbvio: se você não

conseguiu a Ferrari ou curou-se do câncer, a culpa é toda sua, nunca do método ensinado pelo charlatão.

No entanto, seu caminho para a felicidade pode se tornar livre de furadas caso você siga outro método: o científico. Os experimentos de Oettingen revelam que “o segredo” para alcançar objetivos é, pasme, pensar negativo! Quando pensamos nas dificuldades a enfrentar para chegar onde almejamos, a peque- na carga de estresse gera melhor planejamento, aumento na motivação e, consequentemente, na probabilidade de agirmos. Portanto, quando estiver frente ao espelho, faça o seguinte exercício: Será que eu vou conseguir? como vencerei os obstáculos para atingir minha meta? O que pode me impedir de chegar lá? duvidar de si mesmo, por mais contraditório que pareça, é a ação que trará a felicidade que você tanto busca.

Fonte: Veja São Paulo

 

 

Uma vacina para o estresse

cientistas liderados por tali Sharot, da University college, organizaram um estudo onde participantes deveriam dar a sua opinião sobre a probabilidade de eventos negativos acontecerem com eles (ser roubado, sofrer um acidente de carro, etc). em seguida, era revelada a real probabilidade desses eventos acontecerem. Posteriormente, os cientistas pediam as pessoas reverem suas opiniões iniciais sobre estes riscos. Sharot descobriu que, quando estressadas, as pessoas acreditam ter um risco maior de sofrer com eventos negativos do que a real probabilidade indica.

Um estudo que analisou o impacto do estresse em 1 552 irmãs gêmeas revelou que quando uma das irmãs sofre mais com o estres- se, suas células aparentam ser sete anos mais velhas. Outros estudos apontam o estresse como o causador de doença cardíaca, câncer, diabetes, obesidade e outras condições. Já a neurocientista Rajita Sinha da Yale nos alerta que o acúmulo de estresse pode resultar em uma redução no volume do córtex pré-frontal do cérebro; uma área responsável pela resolução de problemas complexos, tomada de decisão, criatividade, linguagem, planejamento, raciocínio e projeção do futuro. Anos de pesquisa revelam que emoções negativas provocam a liberação do hormônio cortisol, cuja uma das funções é o desligamento do córtex pré-frontal, o que explica nossa dificuldade em raciocinar adequadamente em momentos de estresse.

Momentos de estresse, como o que estamos vivendo atual- mente, têm o poder de fazer com que acredite que a probabilidade de eventos ruins lhe atingirem é maior do que a chance real, aumentam suas chances de envelhecer antes do tempo e desenvolver doenças graves, diminuem o volume do seu cérebro e reduzem sua capacidade cognitiva.

Por outro lado, um grande corpo de estudos revela que emoções positivas liberam o hormônio ocitocina, que causa aumentos em nossa motivação, visão periférica, atenção e criatividade por estimular a atividade do córtex pré frontal. Além disso, estas emoções melhoram o sistema imunológico e fazem com que sejamos mais otimistas.

Apesar de todos desejarem a felicidade, existe um inimigo natural para ela, o Viés da Negatividade. Nossos ancestrais tinham de estar 100% do tempo atentos aos fatos negativos que poderiam acontecer com eles na selva, assim, nosso cérebro foi moldado pela evolução a ficar mais atento aos fatos negativos, que garantiam nossa sobrevivência. existem momentos incontroláveis em nossas vidas que acentuam o estresse, e o Viés da Negatividade piora a situação fazendo com muitos escolham se afundar ainda mais em notícias ruins.

felizmente, existe uma vacina para o estresse. depois de duas décadas de pesquisas, a cientista Barbara fredrickson descobriu a Pro- porção da Positividade. fredrickson revela que para cada emoção negativa diária, devemos buscar três emoções positivas. Assim a negatividade começa a ser cancelada, passamos a ter uma sensação maior de controle e colhemos todos os frutos da liberação da ocitocina. Não podemos controlar o coronavírus, por exemplo, mas podemos controlar as notícias que nos expomos. A qual lado tem escolhido se expor durante a quarentena? lembre-se: o lado que você escolhe se torna a sua realidade.

Livro de estreia de autora australiana foi arrematado em leilão pela Faro

Existe um fascínio estranho sobre a morte em si, mas um ainda maior sobre as histórias de garotas assassinadas. Seja pela trágica maneira em que são mortas, ou a forma como são encontradas; o caso é que esses crimes costumam a atrair a atenção não apenas da polícia, mas de curiosos, como narra a autora australiana Jacqueline Bublitz em seu romance de estreia “Before You Knew My Name”, o peso das lembranças, que será publicado pela Faro Editorial.

O Livro que passeia entre o mistério e sobrenatural, vai contar a história de Alice Lee, uma garota destemida, que sempre enfrentou a vida de peito aberto, mas que encontrou a morte prematuramente em Nova York. Mas ninguém sabe disso, porque Alice foi encontrada, mas não reconhecida, ela é somente mais um corpo no necrotério da cidade.

E a única pessoa que realmente quer entender o que aconteceu com Alice é Ruby Jones, a solitária mulher que encontrou o corpo durante uma corrida e ficou obcecada em saber quem era aquela garota.

Presa num limbo entre a vida e a morte, Alice vai achar uma forma de se conectar a sua “salvadora” e dizer quem ela realmente era e o que aconteceu, mas quem é que vai acreditar numa mulher como Ruby?

O livro tem sido destacado pela narrativa, muitas vezes lírica, revelando uma escritora de talento que, a partir de agora deve ser muito observada pela indústria editorial.

O livro deverá ser publicado no Brasil no segundo semestre de 2021.

SUA VIDA NÃO MERECE SER UM “E SE”

(Leia este texto ao som de Saving Grace)

As suas noites de solidão terão mais sentido quando você se deixar tocar pelos primeiros raios de sol da manhã. As cobertas vão pesar menos sobre o seu corpo, você vai perder a sensação de falta de ar que geralmente fica quando seu peito sente medo e não sabe exatamente para onde correr e fugir da escuridão.

Você não aproveita estes momentos, ou os aproveita pouco. Mas eu te entendo: também jogo horas de crescimento fora por estar sofrendo por situações que fogem do meu alcance. Penso em como seria a vida se, o que aconteceria comigo se, o que eu poderia fazer no futuro se… Sempre “se”, como se eles fossem verdadeiramente importantes para quem eu sou agora.

Sua vida vai ser repleta de decisões que vão mudar a direção para qual você caminha. Você merece ser feliz do modo que sonha, é verdade, mas a felicidade sempre se encontrará agora e em frente, nunca nas portas que você fechou ali atrás. Ponderar, calcular, entender os processos e essas coisas é fundamental, mas nunca pode ser o motivo dos seus sonhos se perderem na escuridão do quarto.

A proposta de emprego que você deixou passar, a demissão que você não pediu, a prova em que você precisaria ter ido apenas um pouco melhor, o amor que você não declarou para quem partiu cedo demais dessa vida são coisas que não voltam mais. É triste, mas infelizmente não volta. E isso pode se tornar perigoso se você continuar remoendo uma realidade que já não está ao seu alcance.

Se sentir dificuldades para descansar quando repousar a cabeça no travesseiro, peça perdão, confesse seus erros, levante a cabeça e busque o caminho outra vez. Existem coisas que só você pode fazer por você, e lutar é uma delas. Mas não tema: a responsabilidade ser sua não é motivo para ter medo; antes, é uma força a mais para você encontrar dentro do seu coração.

Lembra que um dia você quis estar exatamente onde está agora? Talvez não seja ainda o fim do seu caminho, mas é o decorrer dele. Aproveite o percurso.

Ficar pulando de “e se” em “e se” é perigoso porque a gente cai na ilusão de estar vivendo, quando só está inventando. A vida acontece agora. O seu presente não merece se tornar um “e se eu tivesse feito diferente” no futuro. Você também não merece.

Mas essa escolha só cabe a uma pessoa. E seu coração sabe quem é. 

Fonte: Julio Hermann 

 

Pedro Ivo entra para o time da Faro Editorial em livro escrito com Rodrigo de Oliveira

A Faro Editorial acaba de fechar contrato com mais um escritor nacional de ficção, o autor e ilustrador Pedro Ivo, num projeto escrito em parceria com o autor Rodrigo de Oliveira, criador da maior série de ficção brasileira, “As crônicas dos mortos”, e negociado via Agência Authoria.

O novo livro já está em fase de produção e será lançado pela editora até o final de 2020, e conta a história de um jovem genial, mas com uma vida medíocre, que movido pelo luto pela perda do pai, acaba criando uma forma de se comunicar com os mortos.

Rubens trabalha consertando smartphones, e sua habilidade parte para o campo das invenções. Ao desenvolver um protótipo de celular, percebe que ele está captando umas vozes e descobre que são de pessoas que já morreram… talvez esse seja o momento de conseguir respostas!

Sobre o projeto, Pedro Ivo conta como tudo começou. “A ideia surgiu depois que assisti a um desses filmes de terror e pensei: Por que os fantasmas simplesmente não dizem o que querem, em vez de só gritar e assustar todo mundo? O que os mortos diriam se pudessem conversar com os vivos e houvesse um meio de isso acontecer? Achei que era uma boa história e chamei o Rodrigo, um escritor experiente em causar medo nos leitores, para me ajudar a construir esse livro”, revela.

Já para Rodrigo de Oliveira, a ideia chegou no momento certo “Conheci o Pedro Ivo pelas redes sociais e depois pessoalmente na CCXP. Em plena véspera de ano novo, ele me mandou três áudios contando a ideia, e antes do fim do primeiro eu já tinha topado, pois achei fascinante unir tecnologia com a reflexão do que acontece depois da morte, tendo como pano de fundo os dramas de uma geração acostumada com internet, velocidade de informação, mas tendo que lidar com dramas universais, como perda, amor, luto, dor e intolerância”.

Série infanto-juvenil que será adaptada por Amy Adams vai ser lançada no Brasil

 

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de mais uma série juvenil para o seu novo selo MilkShakespeare, do autor best-seller Robert Beatty. “Willa of the Woods” também vai ganhar uma adaptação para a TV, produzida pela atriz Amy Adams, e já teve seus direitos de publicação vendidos para Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Espanha, entre muitos outros. No Brasil, a negociação aconteceu por intermédio da agência literária Villas-Boas & Moss

Neste livro, vamos conhecer um universo fantástico nas florestas sombrias de Great Smoky Mountains, habitadas por um povo mágico e ancestral, que evita o contato com seres humanos a todo custo – “essas criaturas desprezíveis e destruidoras da natureza”.

Willa é um desses seres noturnos da natureza, que passeia entre os dois mundos, buscando coisas que os humanos não sentirão falta, na calada da noite.

Mas quando a curiosidade de Willa sobre os humanos aumenta, ela acaba se ferindo e ficando presa durante o dia em nosso mundo e precisará invocar forças ancestrais para retornar ao lar, que vão lhe revelar uma verdade sobre o seu povo e a grande ameaça a sua sobrevivência.

Um livro mágico que vai levantar uma questão necessária sobre a relação dos homens com a natureza, mas que traz reflexões menos maniqueístas sobre o que significa, de fato, preservação: nem todo uso dos bens naturais são ruins, o que precisamos entender é o uso sustentável.

O livro será lançado no Brasil no segundo semestre de 2020 e a série está em produção.

Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de publicação do novo livro das autoras do best-seller “A mulher entre nós”

A Faro Editorial é a nova casa das autoras Greer Handricks e Sarah Pekkanen, autoras do best-seller “A mulher entre nós”, publicado em 2018. Pela Faro as autoras vão lançar seu mais novo suspense psicológico “An Anonymous Girl”, que já teve seus direitos de publicação vendidos para mais de 20 países.

Neste novo thriller as autoras nos apresentam Jéssica Farris, uma maquiadora artística, que tem uma vida beirando a mediocridade, mas que vê uma chance de mudar isso ao se inscrever para um experimento psicológico coordenado pela renomada psiquiatra Dr. Lydia Shields. O projeto promete total anonimato e excelentes recompensas financeiras, o que faz Jessica aceitar a oferta sem titubear.

Mas o que parecia um simples estudo sobre moralidade e ética começa a tomar rumos estranhos quando Jessica percebe que Dra. Shield sabe exatamente o que ela está pensando e está manipulando suas ações. Será mesmo que é possível confiar em um estranho?

Um thriller alucinante que fala sobre distribuídos de personalidade, paixões, manipulação e confiança e claro, sobre o poder da mentira na mente humana.

Os direitos de adaptação cinematográfica já estão em andamento e o livro deve ser publicado no Brasil em janeiro de 2020.

Coluna Babel

Criadora do blog “A soma de todos os afetos” é a nova autora da Faro Editorial

A Faro Editorial acaba de fechar o contrato de publicação do novo livro de Fabíola Simões, criadora de do blog “A soma de todos os afetos”, uma das páginas mais populares do Facebook, com mais de 2,5 milhões de seguidores.

Conhecida por seus textos que mexem fundo com o coração dos leitores e falam sobre amor, perda, relacionamentos, amizade, família, autoestima e aceitação, Fabiola lançará seu terceiro livro pela Faro Editorial.

O novo livro propõe a reflexão acerca do mundo moderno e das relações que permeiam o nosso tempo, e é destinado jovens adultos.

“Minha proposta ao escrever estas crônicas foi de convidar as pessoas a rever passos da sua vida, dar mais chances ao amor-próprio, ao autocuidado, perdoar a vida e sentir-se perdoado por ela.” Revela Fabíola.

A obra é composta por 88 crônicas que propõem ao leitor aprofundar-se em si mesmo, reconciliar-se com suas aflições, aprender a se divertir com mais frequência e buscar mais as coisas que fazem seus olhos brilharem. Nas crônicas ela registra as dificuldades da vida, mas aponta que todos temos de buscar nossos próprios caminhos para que ela seja boa. Tem que ter encanto, alegria, dança sem música e coração bobo. Cada texto traz uma reflexão singular, atinando sobre a relação que temos com o tempo, com a tecnologia, com as pressas, para que possamos dar valor as coisas que realmente nos tornam mais felizes.

A obra será publicada no primeiro semestre de 2020.

 

Faro Editorial vai publicar best-seller francês sobre a “Psicologia da Estupidez”

“O bom senso é o que há de mais universal no mundo”, escreveu Descartes. Mas e a estupidez? Quer transpire, quer borbulhe; quer goteje, quer se alastre; ela está em toda parte. Sem fronteiras, sem limites. Não há como escapar da estupidez humana.

Com mais de 60 mil de exemplares vendidos na França desde janeiro, a obra chegará ao Brasil pela Faro Editorial, que acaba de vencer um leilão com outras 4 editoras comandado pela Agência Literária, Villas-Boas & Moss. O livro apresenta um panorama de que infelizmente, o mundo nunca ficará livre da estupidez, mas podemos aprender a lidar com ela.

Editado pelo psicólogo e editor chefe do jornal Le Cercle Psy, Jean-François Marmion, o livro conta com textos de Dan Ariely, Antonio Damasio, Pascal Engel, Howard Gardner, Daniel Kahneman, Edgar Morin, e muitos outros.

“Cada um de nós vê, entende e lê estupidez, todos os dias, sem exceção. Ao mesmo tempo, cada um de nós faz, pensa, rumina e fala coisas estúpidas. Todos somos estúpidos ocasionais, que, de tempos em tempos, regurgitamos estupidez sem ligarmos para as consequências. A questão é conscientizar-se e arrepender-se, já que um erro é humano e admiti-lo é meio caminho andado para o perdão. Somos sempre o estúpido de alguém, mas muito raramente de nós mesmos…”, diz o autor na apresentação da obra.

Com ensaios de psicólogos, psicanalistas, filósofos, sociólogos e escritores de diversas partes do mundo, os textos deste livro discorrem sobre a estupidez humana e como é impossível um mundo sem ela. Um estudo divertido, nunca antes realizado, sobre o que é a burrice e como defini-la socialmente.

“Não contente em gerar a infelicidade alheia, o estúpido inoportuno ficará contente consigo mesmo. Inabalável. Imune à hesitação. Certo de estar no seu direito. O imbecil feliz não se importa em perturbar os outros. O estúpido considera suas crenças como verdades gravadas no mármore, embora todo o saber esteja alicerçado na areia. A dúvida enlouquece, a certeza estupidifica, é preciso escolher um lado. O estúpido sabe mais que todo mundo, inclusive o que se deve pensar, sentir, expressar e como se deve votar.”

No Brasil, o livro será lançado no segundo semestre de 2019.

 

Faro Editorial adquire direitos de thriller que será adaptado pela Fox

Vendido para mais de 33 países, e com adaptação para ao cinema confirmada sob as mãos de Scott Frank ( Logan), o thriller No Exit, de Taylor Adams, acaba de ser arrematado pela Faro Editorial em disputado leilão comandado pela agência Villas-Boas & Moss.

O livro narra a história de Darby Thorne, uma estudante universitária que está a caminho de visitar sua mãe em estado quase terminal, mas fica presa em uma nevasca nas montanhas do Colorado. Sem saída, ela estaciona em uma parada remota. Dentro estão algumas máquinas de venda automática, uma cafeteira e quatro completos estranhos.

Desesperada para encontrar sinal para o celular, Darby sai do local e volta para a tempestade… mas faz uma descoberta horrível. Na parte de trás da van estacionada ao lado de seu carro, uma menina está trancada em uma caixa de animais.

Sem sinal de telefone, internet e no meio do nada? Um de seus companheiros de viagem é um sequestrador. Mas qual deles?

Presa em uma situação cada vez mais perigosa, com a vida de uma criança e a dela em risco, Darby precisa encontrar uma maneira de tirar a garota da van e escapar.

Com um ritmo requintadamente controlado, Taylor Adams aumenta a tensão diabolicamente em todas as páginas e cria um suspense alucinante e de tirar o folego, onde cada minuto perdido diminui as chances de Darby salvar a menina e ainda se tornar sua próxima vítima.

O livro foi lançado nos Estados Unidos em janeiro e já é o Livro do Mês de mistério e suspense pela Amazon, além de ter recebido críticas elogiosas tanto da mídia quando de outros autores best-sellers como A.J Finn e Joe Hill.

O livro será ser lançado pela Faro no segundo semestre de 2019 e os produtores da Fox já estão trabalhando no roteiro!

Folha de São Paulo – Textos inéditos de Charlote Brontê serão publicados em 2019.

DO BAÚ A Faro editorial comprou os direitos de dois manuscritos inéditos de Charlotte Brontë encontrados, em 2015, dentro de um livro que pertenceu à mãe da autora e foi recuperado, em um leilão, pela Brontë Society. Os manuscritos trazem um texto em prosa e outro em 77 versos.

Coluna painel das letras – Maurício Meirelles

Faro Editorial compra direitos de manuscritos inéditos de Charlotte Brontë

Em novembro de 1812, um barco que transportava um baú de pertences de Maria Bradwell, colidiu com outra embarcação em Plymouth, e quase tudo se perdeu. Encalhado na costa de Devonshire, o baú foi praticamente despedaçado com a violência do mar e quase tudo o que tinha foi levado para o fundo do mar.

Maria Branwell havia deixado a cidade de Penzance no início do ano, para ficar com uma tia, e em sua casa conheceu o amigo do tio com quem viera a se casar.

Em uma carta escrita a Patrick  Brontë, pouco antes de seu casamento, Maria o informou:

Eu suponho que você nunca esperou ser muito mais rico, mas lamento informar que ainda sou mais pobre do que eu pensava. Eu mencionei ter enviado meus livros e roupas para cá por barco, mas recebi uma carta da minha irmã informando que o navio onde estava meu baú naufragou e quase todos os meus pertences foram engolidos pelo mar profundo.

Um dos poucos artigos recuperados foi um exemplar do livro “The Remains of Henry Kirke White”, de Robert Southey, publicado em 1810. Livros eram algo altamente valorizados na casa dos Brontë e quando Maria morreu, nove anos depois, este livro tornou-se a mais preciosa posse da família.

Com o passar dos anos, o pai de Charlote adicionou inscrições em latim, registrando o fato de que o livro pertenceu a sua querida esposa, e afirmando que tinha sido “salvo da ondas” e deveria ser preservado para sempre. O livro era muito amado pelas crianças, e anotações foram adicionadas por eles, incluindo um texto do filho, Branwell, que morreu aos 31 anos.

No entanto, a maior surpresa foi ter encontrado nas páginas do livro dois manuscritos desconhecidos de Charlotte Brontë. Trata-se de um texto em prosa e outro de 77 versos.

O Sr. Brontë teve uma vida longa, mais que de todos os seus seis filhos. Quando morreu, em 1861, os livros da família e objetos da casa foram vendidos em leilão. O paradeiro de muitos dos objetos permanecem desconhecidos. O catálogo manuscrito da venda de 1861 registra que um livro foi comprado por Rev. J. H. Wood, o ministro batista de Haworth, e agora sabemos que o livro que ele adquiriu foi a obra de Robert Southey. Recentemente a Brontë Society o recomprou.  Com as descobertas dos manuscritos nele contido, decidiu editá-los em um livro,  que será lançado no Brasil pela Faro Editorial.

“The Lost Manuscripts” celebra a descoberta desse material nunca publicado, um dos tesouros da família Brontë.

Além dos manuscritos inéditos, incluindo anotações do pai de Charlotte e esboços de Branwell,  a obra trará textos dos principais especialistas em Brontë no Reino Unido, contextualizando a descoberta para a obra da autora e as suas influencias no mundo literário.

O livro será publicado na Inglaterra no final do ano e no Brasil em 2019.

 

 

Faro acaba de adquirir o livro de uma das maiores vozes feministas do mundo árabe: Nawal El Saadawi

Publicado na Coluna Babel, Estadão, por Maria Fernanda Rodrigues

ROMANCE
Baseado em fatos reais
Publicado em 1973, Woman at Point Zero chega ao País pela Faro no início de 2019. Com os direitos sendo negociados para o cinema, o romance da feminista Nawal El Saadawi, de 86 anos, uma das principais intelectuais do Egito e chamada de Simone de Beauvoir do mundo árabe, é baseado em fatos reais e fala sobre uma camponesa que, após uma vida de abuso, toma uma ação drástica contra os homens que a dominaram e acaba numa prisão no Cairo.

 

Faro Editorial acaba de adquirir o livro de uma das maiores vozes feministas do mundo árabe: Nawal El Saadawi 

 

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos do livro atrávés da Agente Patricia Seibl , do livro“Woman at point zero”da veterana feminista egípcia Nawal El Saadawi. Aclamada como a Simone de Beauvoir do mundo árabe, Nawal é conhecida por sua luta contra a mutilação genital feminina – terror que ela mesma sofreu na infância-, uma prática muito comum na África e em países árabes e no embate contra a falsa luta feminista ocidental.

Para El Saadawi muitas lutas defendidas pelas feministas deixam de lado temas que são verdadeiramente difíceis e que precisam de apoio global. Levanta a bandeira de que o feminismo não deve apagar a diversidade da luta das mulheres em culturas diferentes, e que muitas vezes os níveis de opressão sofridos pelas mulheres em países dominados pela religião e o patriarcado não podem ser tratados com um discurso raso. Que a luta feminista é muito maior, mais dura e urgente do que defendemos hoje.

No romance feminsta “Woman at point zero” conhecemos a vida de Firdaus, uma camponesa egípcia, que em sua infância é vítima de uma crueldade incompreensível e da negligência até terminar numa cela de prisão no Cairo. Desde suas primeiras lembranças, Firdaus sofreu nas mãos dos homens – primeiro seu pai violento, depois seu marido violento e muito mais velho, até finalmente seu enganoso namorado que virou cafetão. Após uma vida inteira de abuso, ela finalmente toma uma ação drástica contra os homens que governam sua vida.

O livro deve sair no Brasil no ínicio de 2019 e já está com os direitos sendo negociados para o cinema.

Faro traz para a Bienal uma novidade de arrepiar

Fundada há cinco anos, a Faro Editorial se consolida como editora que investe fortemente em nacionais e traz uma surpresa para visitantes da feira.

Um projeto de série gigante, composto por 7 livros, criado em 2012 pela mente do analista de sistemas depois de um pesadelo, e rascunhado na viagem diária que faz da casa, em São José dos Campos, para o trabalho, em São Paulo, chega a sua conclusão na Bienal do livro de São Paulo.

Maquete do trono. O espaço contará com cenário e até objetos interativos para o público da Bienal.

No ano profetizado pela série para acontecer o Apocalipse Zumbi na Terra(2018), a Faro Editorial preparou um clímax e uma surpresa para os fãs de “As crônicas dos mortos”, um cenário assustador que vai marcar a Bienal Internacional do Livro de São Paulo: o trono de ossos de Jezebel!

“E no meio desse morro viase um trono imenso, muito pesado e com aparência antiga. E então, sentada nessa poltrona, uma criatura singular de aparência horrenda, disforme. Em seu rosto e seu cabelo haviam danos causados por extensas queimaduras. Seu corpo era coberto de escaras pútridas. Quando se aproximou, ele se deu conta do que eram as inúmeras peças brancas que cercavam o pequeno trono sobre o qual a aberração se sentava. Eram crânios e ossos humanos, espalhados de forma displicente no entorno daquele lugar. Aquele monstro os deixara ali como troféus, meras peças de decoração do seu trono doentio.”

Leonardo Bueno

É assim que o autor Rodrigo de Oliveira descreve a maligna personagem, Jezebel no livro “A Ilha dos Mortos”, sentada no “Trono do Anticristo”.  Jezebel, quando humana, era uma mulher que possuída poderes psíquicos. Ao ser contaminada por zumbis, ela se revoltou e, transformada, manteve a consciência e seus poderes psíquicos foram infinitamente multiplicados. Seu objetivo agora é acabar com a raça humana, e poder controlar todos os

 

Zumbis do planeta.

Rodrigo de Oliveira

 

Com m ais de 250.000 exemplares impressos, a saga que disputou espaço com autores internacionais e conquistou milhares de fãs ao redor do Brasil chega com o sétimo e último volume, “A era dos mortos – parte. 2”, a Faro Editorial presentea os fãs da série com o cenário do trono de Jezebel. O projeto foi pensado com tanto carinho e entusiasmo que até mesmo o criador da peça, o renomado designer de móveis Leonardo Bueno, ficou maravilhado com a ideia: “Diante da descrição que vi, pensei num trono cercado de crânios, numa estrutura que lembrasse um

a espinha dorsal, com as laterais parecendo ossos de costelas. É muito diferente do meu trabalho, mas me diverti bastante saindo da minha zona de conforto. E sendo algo voltado para a literatura jovem, uma série que incentiva a leitura de gente mais nova, algo tão necessário em nosso país, não pensei duas vezes. Queria participar!”

 

O Trono de ossos estará exposto durante toda a feira no estande da Faro Editorial, no corredor G080, e todos os visitantes poderão tirar fotos em meio ao terror do apocalipse zumbi. Sejam bem-vindos a era dos mortos!

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá do dia 03 ao dia 12 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi em São Paulo!

 

 

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa

Andrea Jocys

andrea@agenciablogueria.com.br

+55 (11) 98146-2630

A personalidade mais polêmica das redes sociais: Milo Yiannopoulos

Meses atrás você pode ter visto uma gritaria geral em algumas universidades norte-americanas para impedir a fala de Milo Yiannnopoulos. Primeiro em Berkeley e depois em Harvard.  Se há tanta gente querendo calar uma voz talvez valha a pena conhecê-la. 

Depois houve o episódio de usar uma fala de Milo fora de contexto e transformá-la numa exaltação da pedofilia. E quem estava por trás dessa manipulação?  Seus opositores. Mas desta vez conseguiram promover um estrago em algumas de suas iniciativas:  o lançamento mundial de seu livro, Dangerous e sua demissão do cargo de editor do Beitbart. Mas nada disso o calou. E a edição brasileira de Dangerous vai mostrar que o perigo está na censura e que hoje, muitos dos grandes progressistas utilizam-se desse mecanismo para tentar abafar a democracia, as opiniões contrárias, e cada vez têm menos sucesso nisso.

A Faro vai lançar em setembro “Dangerous”, o livro do jornalista norte-americano Milo Yiannopoulos. Conhecido como o comentarista mais polêmico das redes sociais, Milo defende a livre expressão, doa a quem doer. MILO atraiu críticas de todos os lados! Do movimento alt Right, da direita conservadora, e também dos progressistas, feministas, anti-fascistas de Black Lives Matter, supremacistas e liberais.

Em seu livro ele fala sobre censura e liberdade de expressão, preconceito, homossexualidade, política, terrorismo sem papas na língua. Mas este não é um livro sobre discurso de ódio ou sobre desrespeito. Milo defende ideias que estão sendo debatidas em todo o mundo neste momento. Para a Faro, “você não precisa concordar com tudo o que ele afirma. A importância desse comunicador está em provocar a sociedade. Milo não acredita estar certo em tudo, mas quer ter o direito de dizer o que pensa mesmo que pareça cruel. E hoje, a opinião nua e crua é perigosa.” O livro atingiu o topo da lista de mais vendidos nos Eua, Austrália, Inglaterra, Japão, Índia entre outros.

Dangerous será lançado em Setembro no Brasil. E vocês vão conhecer um pensador muito bem preparado, que vai além das polêmicas nas redes sociais.

Das terras nórdicas a nova aposta da Faro – Thriller de suspense

Faro Editorial vence disputado leilão de nova aposta mundial  de suspense

(coluna Babel de 3.03.2018)

Agentes e scouts estão comparando esta série sueca a outra de grande sucesso: Millenium, de Stieg Laarson.

A Faro Editorial acaba de adquirir os direitos de publicação da série Doggerland, da escritora sueca Maria Adolfsson. Com um buzz e grandes leilões pelo mundo, a Faro comprou os direitos da obra em preemptive no Brasil. O livro será lançado em maio de 2018 na Suécia e Alemanha, e deve chegar ao Brasil no segundo semestre. A negociação foi realizada via Agencia Vikings do Brasil, de Pasi Loman.

O primeiro volume da série, intitulado Doggerland: Deception, foi considerado recentemente pela Publisher’s Weekly como “International hot book Property”, e desde então uma disputa pelos direitos movimentou o mercado editorial em diversos países.

A série nos apresenta a investigadora Karen Eiken Hornby, da ilha de Doggerland, uma ilha pacífica localizada no mar do Norte entre o Reino Unido, a Escandinávia e a Europa Continental. A vida dos moradores de Doggerland estava em paz até que o corpo de uma mulher brutalmente assassinada é encontrado, e Karen começará sua busca por respostas. Mas este não é um crime comum: a mulher foi encontrada morta na manhã seguinte em que Karen passou a noite com o seu chefe, marido da vítima. E este é o primeiro de outros tantos segredos e conflitos relacionados ao crime e farão Karen mergulhar numa busca implacável por respostas.

O Livro teve os direitos vendidos para 16 países e há bastante interesse para adaptação para o cinema.

Terror e suspense na Feira do Livro de Porto Alegre

Autor de um dos livros de terror mais elogiados de 2017, “O escravo de capela”, lançado pela Faro Editorial, e diretor do premiado filme “Condado Macabro”, o cineasta e autor Marcos DeBrito é um dos convidados da Feira do Livro de Porto Alegre deste ano.

Quando nos embrenhamos em uma obra que retrata uma história de horror, aceitamos navegar pela tormenta com a certeza de que sairemos vivos da experiência. Mas quais os artifícios utilizados por um autor para nos fazer sentir medo enquanto lemos? Seriam os mesmos que um diretor usa no cinema? Como adaptar uma obra literária para as telas, mantendo, nas diferentes mídias, o terror que a mesma se propõe?

Esses serão alguns dos assuntos da conversa com o autor e cineasta Marcos DeBrito, que acontece no dia 15/11 às 17h na Feira do Livro de Porto Alegre, mediada pelo organizador do Fantaspoa, João Pedro Fleck e com o convidado Marcelo Severo.

DeBrito vem sendo considerado a grande renovação na produção de filmes de suspense e terror no Brasil. Começou a escrever histórias que lhe vinham à cabeça apenas para lidar com seus próprios medos, na esperança de esconjurar seus fantasmas e isto acabou se tornando seu ofício. O destaque de sua produção está na crueza como retrata as diferentes faces da humanidade, mas não é apenas isso. Todas as suas histórias contêm elementos de mistério e surpresas que desafiam o público a desvendar a mente dos personagens. Diretor, roteirista e escritor, “O Escravo de Capela” é seu terceiro livro publicado, e reconta uma lenda brasileira conhecida do nosso imaginário, mas com um viés mais adulto e toques de romance histórico, retratando o período colonial no Brasil e o sofrimento dos escravos.

O filme Condado Macabro, que terá exibição comentada na Feira no dia 14/11 ás 19h no Cine Santander no Santander Cultural, já esteve nas salas de cinema do Brasil, México, Holanda, Espanha, Colômbia, Argentina, Panamá e Uruguai. Foi vencedor de 3 prêmios de Melhor Filme (no Fantaspoa, MAC Horror Festival e Festival Mondo Estronho), de Melhor Ator (MAC Horror Festival) e de Melhor Ator Coadjuvante (MAC Horror Festival). Este ano foi vendido comercialmente para EUA, Canadá, China, Reino Unido, Áustria, Alemanha e Japão. No Brasil, o filme estreou nas salas de cinema em 2015 e, atualmente, está sendo exibido na rede Telecine e em plataformas digitais como iTunes, Google Play, Amazon, Looke. Em breve deverá entrar na Netflix também, após o término do contrato de exclusividade com o Telecine.

E neste mês de outubro,  o curta-metragem APÓSTOLOS — que integra o longa-metragem HISTÓRIAS ESTRANHAS (uma antologia de terror que uniu os principais nomes nacionais do gênero e será lançada em breve) — está presente em 3 dos principais festivais de Terror e Fantasia do mundo: SITGES, na Espanha, SCREAMFEST, nos Estados Unidos e MÓRBIDO, no México.

 

Agenda completa Feira do Livro de Porto Alegre:

 

14/11 às 19h – Sessão comentada do filme Condado Macabro no Cine Santander no Santander Cultural

15/11 às 17h – Mesa Terror, Cinema e Literatura com João Fleck e Marcelo Severo na Sala O Retrato do CCCEV

 

15/11 às 18h30 – Sessão de autógrafos

 

 

 

Ficha Técnica do livro:

Título: O Escravo de Capela

Nº de pags: 288

 

Nosso Tarantino, Marcos DeBrito, na Rolling Stones!

Esqueça o Saci Pererê de Monteiro Lobato. A origem da criatura aqui é resgatada por meio de lendas contadas por senhos de engenho e os descendentes africanos” – Um trecho da resenha de “O escravo de Capela” publicada na edição da revista Rolling Stone que chegou ás bancas essa semana. O terror com mesclas de romance histórico traz uma releitura visceral de uma das nossas lendas mais conhecidas, com toques a la Quentin Tarantino!!!

Quiz – Você sabe mesmo tudo sobre o a-ha? Descubra

Quizz

 

1 – Qual animal mais exótico que Morten teve em sua infância?

2 – Qual o nome e a raça de seu cão na juventude?

3 – Qual o nome da banda de Blues que ele participou e fez sua primeira tour antes do convite para integrar o que seria o A-ha?

4 – Qual hit recente, ganhador de prêmio Grammy, anos usou a base de Take on Me?

5 – Qual foi a primeira turnê do A-ha que passou pelo Brasil?

6 – Em qual país o A-ha teve seu primeiro contato com a fama?

7 – Quem é o principal compositor do A-ha?

8 – Morten tem uma  paixão por uma espécie de plantas. Em homenagem e reconhecimento ao seu interesse, há uma espécie, descoberta há poucos anos, que recebeu seu nome. Qual é a planta?

9 – Qual integrante da banda passou uma noite na prisão por embriaguez?

10 – O que impedia que o A-ha se apresentasse ao vivo em seus primeiros shows, sobretudo em Londres?

3/5 acertos   Bom

6/7 Muito bom

8/9 – Excelente

10 acertos você pertence à banda.

( vamos postar as respostas em breve)

2o Concurso Cultural – My Take on Me – Ganhe uma Camiseta

Participe do concurso e concorra a uma linda camiseta exclusiva, do lançamento de My Take om Me – autobiografia de Morten sobre o a-ha.

Ela é criada sobre as artes do clipe mais famoso da banda: take on me.

Podem concorrer, todos os que adquiriram o livro desde o início da pré-venda até o dia 26/05

Use este link para comprar: [maxbutton id=”1″ url=”http://acesse.vc/v2/125471cad1e” text=”Compre o livro” ]

E responder a estas duas perguntas:

1 – Qual o nome do filme que teve uma música-tema cantada pela banda?

2 – Qual o nome da música?

As respostas devem ser enviadas até a próxima sexta-feira, dia 26 de maio, até 23:59, para o email pedro@edicaolimitada.com.br, junto com o comprovante de compra( pode ser email de confirmação ou número do pedido). E indicar o tamanho da camiseta: p, m, g ou gg – Modelo unissex.

Serão sorteadas 5 camisetas dentre os que acertarem as respostas.

Se você ainda não adquiriu ainda há tempo:[maxbutton id=”1″ url=”http://acesse.vc/v2/125471cad1e” text=”clique aqui para comprar” ]

Os resultados serão divulgados até o dia 29.  As camisetas serão enviadas pelo correio no prazo de uma semana.

Festa de Lançamento – My Take on Me – SP – 17 de Junho

Noite celebra o lançamento do livro do vocalista do A-ha, My Take om me, Faro editorial.

No sábado, 17 de junho, a festa Autobahn, criadora do revival Anos 80 no Brasil, e festa mais tradicional de São Paulo, realiza uma Mega Festa especial para os fãs de Anos 80, com o lançamento do livro autobiográfico de Morten Harket, vocalista do A-ha,  banda norueguesa mais bem sucedida de todos os tempos, e uma das bandas mais adoradas no Brasil na década de 80.

Os DJs residentes Marcos Vicente, Clarck Kasinov e Paully Le Bon revivem os clássicos dos anos 80 com ênfase nos grandes sucessos do A-ha. Além da discotecagem especial, haverá sorteio de livros, pôsteres e camisetas da banda.

            “Os clássicos do A-ha já tem presença garantida todo sábado no Autobahn! Com certeza na festa mais esperada do ano podemos esperar um set mais especial ainda para esse encontro histórico dos fãs da banda que amamos desde os anos 80”, afirma Marcos Vicente, idealizador do projeto.

 

Serviço:

Projeto Autobahn

Data: 17 de junho (sábado)

Horário: 22h às 6h

Local: 80’s Club (Rua Deputado Lacerda Franco, 342 / Vila Madalena)
Preço: R$ 58,00

Entrada permitida apenas para maiores de 18 anos

Aceita todos os cartões – SORTEIOS DE LIVROS, POSTERS E CAMISETAS

A Festa  Autobahn

Ter a sensação de que você foi colocado em uma máquina do tempo e voltou para os anos 80. É assim que você se sente ao entrar no 80’s Club, decoração inteiramente baseada nos anos 80, de brinquedos da nossa infância a quadros das principais bandas da década, nos bares drinks e bebidas dos anos 80, e das poderosas caixas de som os clássicos que embalaram uma geração.

A Autobahn é a primeira festa dedicada aos anos 80 no Brasil e se tornou referência no mundo todo, sendo citada por festas de Londres e Nova Iorque como fonte de inspiração, uma vez que a festa reúne turistas de diversos países em sua passagem por São Paulo, e já recebeu como DJs convidados Kurt Harland (vocalista do Information Society), Wayne Hussey (The Mission), Phil Oakey (Human League), entre diversos outros vocalistas de bandas icônicas da década.

www.anos80.com.br

( festa realizada e de responsabilidade do Projeto Autobahn)

4 lições de Maquiavel que tornará a sua vida melhor

Poder em Manipulação é o livro criado por Jacob Petry que traz a íntegra do livro O Príncipe, de Maquiavel no que ele tem de mais atual. Numa linguagem mais direta, numa ordem de capítulos que privilegia a boa compreensão dos fatos, e sem os trechos que perderam atualidade e interesse  como os que se referem às hierarquias reais na Itália, mais de 500 anos atrás. Enfim, nesta edição você terá o que é realmente importante, acrescido de uma análise do autor, ao final de cada capítulo.

 

Veja este vídeo. Mas veja até o final. Você irá sair do sentimento de espanto para um de descoberta.

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Malhar deixa você mais inteligente, feliz e realizado Duvida?

Procurando motivação para começar a malhar? Aqui estão três grandes razões, que vão muito além de simplesmente ter um corpo sarado.

Malhar dá um trabalhão.

Toma tempo. Deixa o corpo dolorido. Deixa menos tempo disponível para o sono ou para o lazer. Então por que algumas pessoas ficam tão obcecadas com isso? Por que elas raramente dormem até mais tarde ou encontram razões para ficar em casa depois de um dia cansativo de trabalho em vez de ir para a academia? O que tanto as motiva a malhar?

É vaidade? Elas têm necessidade de se sentir melhor que os outros? É o engodo narcisista da “estética”, o desejo de ser alvo de olhares e elogios? Ou será que elas descobriram alguma outra coisa? Será que não há razões mais profundas para que elas estejam dispostas a sentir dor, sofrer lesões, ficar fracas e às vezes até deprimidas, na saúde e na doença?

Bom, como uma dessas pessoas “obcecadas”, admito… ter um corpo bonito é definitivamente parte da coisa. Quem disser que não estará mentindo. Tanto os homens quanto as mulheres gostam de ter músculos, ficar magros, ter o tipo de corpo que faz com que as pessoas digam “uau!”. Mas há razões muito mais relevantes que essa.

O que normalmente começa como uma mudança no físico com o tempo acaba, sempre, se tornando uma transformação mental, emocional e o que alguns chamam de transformação… espiritual. 

 Neste artigo explicarei as razões motivadores mais profundas para começar a malhar imediatamente referentes a esses três aspectos.

Razão motivadora #1:
Malhar deixa você mais feliz

Não digo que malhar deixa você mais feliz num sentido filosófico: trata-se de um efeito emocional e imediato. Fazer exercícios vai deixar você mais feliz.

Como funciona isso exatamente? Na verdade é fisiológico. Fazer exercícios faz com que o corpo libere hormônios do prazer, como serotonina, dopamina e norepinefrina, todos eles  têm papel fundamental no humor e na sensação geral de bem-estar. O efeito é tão poderoso que pesquisas indicam que exercícios podem, sozinhos, tratar e prevenir a depressão.

Portanto, é simples assim: comece a malhar hoje que seu sistema endócrino fará o melhor possível para lhe manter cronicamente feliz.

 

Razão motivadora #2:
Malhar deixa você mais inteligente

Assim como o aumento da felicidade, o aumento da inteligência é bem real e quantificável. E “mais inteligente” não significa “tipo se sentindo mais inteligente”, significa melhor funcionamento cerebral de forma mensurável.

“Apenas dez minutos já podem mudar o cérebro”, diz John Ratey, psiquiatra da Harvard Medical School e autor do livro book Corpo ativo – Mente desperta. De acordo com Ratey, os exercícios provocam mudanças químicas no cérebro que o ajudam a criar novas células e novas conexões entre as células. O que isso significa em termos práticos?

  • Memória melhor
  • Mais facilidade de aprendizado
  • Raciocínio mais rápido
  • Maior capacidade de concentração
  • Proteção contra doenças cerebrais causadas pela idade

Ironicamente, a verdade é que a academia é um dos melhores lugares para trabalhar o cérebro, além dos músculos.

 

Razão motivadora #3:
Malhar melhora sua vida

Uma das minhas crenças é a de que quem conseguir conquistar o corpo dos sonhos também será capaz de conquistar a vida dos sonhos. Como assim?

Bem, eu acredito que alcançar nossas metas de boa forma pode nos mudar fundamentalmente como pessoas. Acredito que esse processo pode nos mostrar como superar nossos medos e fraquezas e nos ensinar muito a respeito de como ter sucesso em todas as áreas da vida.

Em verdade, acredito que malhar nos ensina três poderosas lições de vida:

Malhar regularmente nos ensina que aquele que se esforça colhe os frutos do esforço. E quanto maiores os esforços, mais numerosos os frutos.

A maioria das pessoas têm um terror secreto de se esforçar na vida, por isso sempre procuram atalhos, querem mais por menos; querem ser mais espertas, não mais esforçados, achando que tem de haver um caminho fácil. Ora, isso é conversa fiada.

Queira você muito dinheiro, um bom casamento ou um corpo bonito, eis uma regra que será sempre verdadeira: Na vida, só há atalhos para a mediocridade. Se você quiser mais, precisará fazer mais.

Ou se faz o trabalho ou não se faz. Faça-o bem e você conseguirá vencer. Malhar é um lembrete diário disso e pode transformar você em um filho da puta forte e resistente que simplesmente não desiste.

Malhar regularmente nos ensina a aceitar o processo de chegada.

Quantas pessoas você conhece fantasiam a respeito da conquista das coisas mas rapidamente se entendiam com o “processo trabalhoso” necessário para isso? Bom, essa obsessão patológica pela gratificação imediata, que é muito comum, é uma maneira certa de falhar em, na verdade, praticamente tudo.

Seja na perda de peso ou no trabalho, o sucesso sempre leva mais tempo do que gostaríamos. Em face disso, quanto menos sensações de inquietação, impaciência e frustração tivermos, melhores serão todos os nossos empreendimentos na vida.

E o que malhar tem a ver com isso? Tudo, pois nos ensina a apreciar o processo de chegada e nos desvicia da ideia de que a satisfação só vem de ter, não de fazer. Se você malhar regularmente, aprenderá a apreciar o processo de fazer melhoras pequenas e estáveis que, com o tempo, gerarão uma grande mudança.

 

Se você aplicar essa mentalidade para outras áreas da sua vida, coisas maravilhosas poderão acontecer.

Malhar regularmente prova que você pode fazer mais do que imagina.

 

Quando decidem fazer algo criativo ou construtivo, a maioria das pessoas encontram forças internas que parecem querer que elas falhem. Essas forças dizem que somos idiotas, fracos demais, preguiçosos demais, medrosos demais. Algumas pessoas as chamam de resistência, enquanto nossos ancestrais as chamavam de demônios. Chame-as você do que quiser, o fato é que elas são reais e ótimas no que fazem.

Se damos ouvidos a esses sussurros, eles crescem. Se continuamos a prestar atenção neles, eles nos convencem de forma traiçoeira que é melhor ficar pequeno e jogando na reserva. Que é melhor nem tentar.

Mas quando você malha regularmente, aprende a abafar essas vozes. Aprende que você consegue estabelecer e alcançar metas na academia, e essas pequenas vitórias reforçam sua crença em si mesmo. Quanto mais ganha na academia, mais você acredita que pode ganhar na vida e isso pode ser uma grande virada de mesa.

 

Se você estiver pronto para começar a ter ganhos reais na academia, você precisa ler estes livros…

 

Vamos dizer a verdade: nada é mais desmotivador do que malhar todo o dia e não ver melhora nenhuma.

A verdade é que se você treinar, comer e descansar direito, poderá ganhar músculos e perder gordura semanalmente… e até ver as mudanças no espelho.

Foi por isso que escrevi Mlahar, secar, Definir – A  Ciência da Musculação . Nesse livro, eu ensino EXATAMENTE o que você precisa saber para ganhar músculos e perder gordura com facilidade e rapidez, e tudo isso comendo coisas gostosas e saudáveis. No livro ainda incluo um plano de preparo para malhação.  Preparado dar dar um novo salto em sua qualidade de vida?

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Quiz – 2o Concurso Cultural – E concorra a uma camiseta

Participe do concurso e concorra a uma linda camiseta exclusiva, do lançamento de My Take om Me – autobiografia de Morten sobre o a-ha.

Ela é criada sobre as artes do clipe mais famoso da banda: take on me.

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E responder a estas duas perguntas:

1 – Qual o nome do filme que teve uma música-tema cantada pela banda?

2 – Qual o nome da música?

As respostas devem ser enviadas até a próxima sexta-feira, dia 26 de maio, até 23:59, para o email pedro@edicaolimitada.com.br, junto com o comprovante de compra( pode ser email de confirmação ou número do pedido). E indicar o tamanho da camiseta: p, m, g ou gg – Modelo unissex.

Serão sorteadas 5 camisetas dentre os que acertarem as respostas.

Se você ainda não adquiriu ainda há tempo:[maxbutton id=”1″ url=”http://acesse.vc/v2/125471cad1e” text=”clique aqui para comprar” ]

Os resultados serão divulgados até o dia 29.  As camisetas serão enviadas pelo correio no prazo de uma semana.

Resenha Morte Lenta – Blog Minha Velha Estante

Com uma capa linda e uma sinopse de deixar inquieto qualquer amante de livros de suspense e policiais, Morte Lenta foi uma pedida certa.

Primeiro livro da série Gibson Vaughn, nosso protagonista, Morte Lenta é dividido em três partes, de acordo com o local onde a história se passa naquele período: I – Virgínia, II – Somerset e III – Geórgia e narrado em terceira pessoa.

Apesar do desaparecimento de Suzanne Lombard ser o pano de fundo e gatilho para o desenrolar dos acontecimentos, o livro trata mesmo é da vida de Gibson Vaughn, seu melhor amigo de infância.

Suzanne, 14 anos, filha de um senador, desaparece sem deixar vestígios. Sequestro? Fuga? Após dez anos do acontecido ainda não se tem uma resposta concreta sobre o que verdadeiramente aconteceu com Ursa, apelido que só Gibson usa para Suzanne.

 

(… )

Se você deve ler o livro??? familiares e de histórias densas com personagens em processo de redenção. E olha que não falei Claaaaaro que sim. Se você gosta de um bom suspense, de intrigas políticas, de problemas tudo!

 

Leia resenha completa.

http://www.minhavelhaestante.com.br/2017/04/leitura-da-drica-e-sorteio-morte-lenta.html