Cartas de um Resiliente II

Título: Cartas de um resiliente – Livro II
Subtítulo: Assumir o comando da própria vida e evitar as
distrações
Autor: Sêneca
Formato: 16×23 cm
Páginas: 224
ISBN: 978-65-5957-108-6
Preço: R$ 49,90

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Descrição

A filosofia estoica treina o nosso comportamento para prosperar em ambientes de alto estresse.

Ela ensina como diferenciar o que você não pode controlar do que pode. Fundamentada na razão, o estoicismo propõe um novo olhar para a vida, com conceitos práticos que ajudam as pessoas a transformar ideias em ação.

Lidar com as frustrações, com a sensação de tempo perdido, enfrentar os imprevistos e aceitar o que não pode ser controlado. Baseado na filosofia estoica, Lúcio Aneu Sêneca criou um tratado para responder a essas e outras perguntas há mais de dois mil anos.

E esses conselhos permanecem bastante atuais, pois incentivam a capacidade de sermos fortes e resilientes frente aos problemas. Segundo o autor, a melhor forma de lidar com um fracasso, desilusão, angústia, ou qualquer outro sentimento negativo, é ajustar nossa visão de mundo à realidade, e não tentar ajustar a realidade às nossas fantasias. Quanto mais cedo entendemos isso, mais facilmente vencemos os desafios que ele nos apresenta.

Neste volume, Sêneca apresenta sua visão filosófica sobre aproveitar todo o nosso tempo para expandir a mente além do plano material, a fim de assumirmos o comando de nossa própria vida, com base na virtude e no bem comum.

O AUTOR
SÊNECA (4 a.C. — 65 d.C.) filósofo, escritor e político, Lúcio Aneu Sêneca nasceu em Córdoba, na província romana de Hispânia Bética, em 4 a.C. Originário de família ilustre, foi criado em Roma, onde estudou retórica e filosofia. Por volta do ano 20, depois de adoecer, foi enviado ao Egito para tratar da saúde, passando ali uma longa temporada. Em 31, regressou a Roma, onde passou a atuar como orador, advogado e senador. Dez anos depois, acusado de adultério, foi exilado na Córsega, onde se dedicou aos estudos e escreveu alguns dos seus principais tratados filosóficos. Em 49, foi autorizado a retornar a Roma e virou tutor do jovem Nero. Cinco anos depois, quando Nero ascendeu ao trono, tornou-se o seu principal conselheiro. Porém, a influência sobre Nero declinou com o tempo e, em 65, Sêneca foi forçado a cometer suicídio por suposta cumplicidade em uma conspiração para assassinar o imperador.