A Lei – Por que a Esquerda não Funciona?

As Bases do Pensamento Liberal

“Uma obra clássica para você entender o Brasil de hoje!”


Este livro foi escrito num período da história quando algumas das mais proeminentes nações do mundo experimentavam visões de governos próximas às socialistas, que na teoria prometiam igualdade e prosperidade, mas, na prática, resultaram no exato oposto. Como essas visões ainda acalentam o sonho de muitas pessoas, tal análise continua tão pertinente como foi há 166 anos.

Frédéric Bastiat conseguiu antever, quase como um profeta – quando Marx apenas divulgava o que seriam as bases de O Capital –, toda a sorte de equívocos que aquelas visões carregavam e criou esse manifesto para desmascarar aqueles que defendem a ideia de dar mais poder ao Estado: os intervencionistas, os planejadores, os protecionistas e os socialistas.

A LeiPorque a esquerda não funciona, traz uma reflexão prática sobre ideias de filósofos e outros pensadores acerca da política e da vida em sociedade, dentre eles John Locke e Adam Smith, e trata de temas como liberdade, direitos à propriedade, espoliação, igualdade, livre iniciativa, impostos, democracia, sufrágio universal, autoritarismo e tantos outros que, passados quase dois séculos, ainda provocam debates acalorados.

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Desde quando seu livro foi publicado, em 1850, os planejadores e os socialistas vieram a controlar cerca da metade do mundo, o que resultou não apenas em opressão e miséria como previsto por Bastiat, mas na morte de mais de cem milhões de seres humanos*; por outro lado, os países que se tornaram ricos foram aqueles que mais apostaram na liberdade.

Este livro teve o melhor destino que um livro teórico pode alcançar: a prática provou que estava certo, em um grau muito maior do que seu autor poderia imaginar.

 

Nesta edição estão incluídos comentários e análises sintéticas que relacionam o tema à legislação e à história política do Brasil contemporâneo.

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sem audiencia

No Índice de Liberdade Econômica de 2016, o Brasil ocupa a 122º posição, mais perto da Venezuela (176º) e da Coreia do Norte (178º) do que do Chile (7º). A posição não é inexplicável: a nossa constituição garante mais “direitos” que quase qualquer outra no mundo; o Estado mete-se em todos os aspectos da vida econômica e privada; abrir uma empresa exige atravessar burocracia tão vasta que é tarefa quase impossível(…); nossa legislação tributária é tão complexa que nem os especialistas nela a dominam; nosso governo é dono de centenas de empresas e dispõe de mais cargos comissionados (23 941) que países com orçamento muito maior, como os EUA (8 000) e a França (4 800).

Embora o cenário venha piorando nos últimos anos, desde a fundação do país está impregnada na nossa cultura a ideia de que o Estado é a fonte de todos os bens e o responsável por todos os males; que ele deve controlar tudo, regularizar tudo, intrometer-se em tudo. Será que já não é hora de mudar de rumo e seguir um caminho de eficácia amplamente comprovada, para a prosperidade e a justiça?

É impossível, com tantos dados e tentativas práticas, negar as qualidades bastante superiores do caminho liberal e A Lei é o melhor caminho para começar a compreender isso.

Eduardo Levy –  Tradutor